Cultura Ambiental – Queimadas

(Bernardo Verano e Flávia Gomes)

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), hoje, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam. Essa semana o tema do programa é: Queimadas.  Entrevistamos João Santana Mauger, responsável pela Coordenação de Prevenção e Controle de Riscos Ambientais do IBRAM (COPRA).

É chegado o período do ano que mais preocupa os pesquisadores e entidades que trabalham no combate ao fogo. Algumas espécies da fauna estão sendo dizimadas a cada ano devido aos incêndios de grandes proporções. Dependendo da dimensão do local e do que está ao seu redor, alguns animais conseguem se afugentar. Os pequenos, principalmente. Mas os animais de grande porte e os ameaçados de extinção acabam morrendo carbonizados. Antas e tamanduás-bandeira são as espécies mais prejudicadas no Distrito Federal. O motivo é que eles são lentos, acabam ficando ilhados e morrem consumidos pelo fogo.

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Conheça a cartilha de prevenção aos incêndios florestais

O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) iniciou o trabalho de prevenção com uma cartilha voltada para as comunidades que ficam próximas às unidades de conservação. O Jardim Botânico; a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do DF; o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e as Administrações Regionais auxiliaram na distribuição da cartilha.

O foco do informativo é a educação ambiental , a intenção é conscientizar a população sobre a importância de prevenir incêndios florestais. “A cartilha disponibiliza informações técnicas e aborda esse conteúdo com uma linguagem popular”, explica o responsável pelo material e coordenador de Prevenção e Controle de Riscos Ambientais do IBRAM (COPRA), João Santana Mauger.

A publicação também destaca os danos causados pelos incêndios florestais. O fogo fora de controle na vegetação destrói a fauna e a flora, provoca prejuízos financeiros e traz riscos à saúde e à vida das pessoas. Outra questão abordada é a utilização de medidas alternativas que não usem o fogo para limpar terrenos.

Essa publicação é a primeira produzida pela COPRA, e contou com a colaboração do Corpo de Bombeiros do DF e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A distribuição do material é gratuita, e os interessados em adquirir a publicação devem entrar em contato pelo telefone (61) 3321-3503 e verificar a disponibilidade. Ela é totalmente ilustrativa e está disponível em formato PDF – Confira a cartilha.

Fonte: Assessoria de Comunicação IBRAM

Hidrometração individualizada

 (Flávia Gomes)

97,5% da água existente no mundo é salgada, água do mar. Apenas 2,49% é doce, mas está localizada nas geleiras e aquíferos subterrâneos. E vale lembrar que eles estão tendo seus níveis de água rebaixados ou poluídos. Menos de 1% está disponível em rios e fontes de fácil captação. Aqui é importante frisar que mais de 1 bilhão de pessoas no planeta não tem água potável à disposição.

Nesse ponto, o Brasil leva vantagem. Nosso país concentra 11% da água doce superficial do mundo. 70%, na Amazônia e o restante, distribuído irregularmente para atender 93% da população. O problema de falta de água já é uma realidade e é um desafio que temos que aprender a resolver.

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Saco é um saco!

(Flávia Gomes)

O saco de plástico é hoje um dos graves problemas ambientais. O material leva cerca de 400 anos para se decompor e o resultado do uso em excesso vai parar nos bueiros, nos rios e nos mares. Isso causa a morte de muitos animais, exige que o governo invista muito dinheiro em limpeza e piora a qualidade de vida das pessoas. O quadro Cultura Ambiental de hoje traz a campanha do Ministério do Meio Ambiente, que combate o uso abusivo de sacos de plástico.

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), hoje, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam.

“Saco é um saco. Para nós, para a cidade, para o planeta e para o futuro”.

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Você sabe o que é Pegada Ecológica?

(Flávia Gomes)

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? Essas marcas podem ser maiores ou menores, dependendo da forma como caminhamos. Afinal, todos sabem que é a partir das pegadas deixadas por animais na mata que conseguimos informações preciosas sobre os hábitos e outros dados tais como peso, tamanho e força.

Com os seres humanos, acontece algo semelhante. Nossas pegadas podem deixar diferentes tipos de rastros, de acordo com a maneira que caminhamos, nosso peso ou a força com que pisamos. E as pegadas se tornam mais pesadas e visíveis se aceleramos o passo ou corremos. Do mesmo modo que, ao andarmos em um ritmo tranqüilo, nossas pegadas são mais suaves.

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