Lixo doméstico – o que fazer?

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil descarta a cada dia 230.000 toneladas de detritos.
E mais da metade desse número, Flávia, é formado por lixo doméstico.
E é sobre esse lixo que o cultura ambiental de hoje vai falar: o lixo doméstico. Você sabe como reduzir e diminuir o impacto causado por ele no meio ambiente?
Do total produzido nas casas, apenas 2% é destinado à coleta seletiva. O restante vai parar em lixões a céu aberto.
Ou, na melhor das hipóteses, Claudivan, em aterros sanitários cuja capacidade máxima já está próxima do limite.
Para piorar o quadro, muitas vezes o cidadão tem o cuidado de separar metais, vidros, plásticos e papéis acreditando que esses materiais serão reciclados, mas as empresas de limpeza misturam tudo num mesmo caminhão.
De acordo com o SLU, são 2,5 toneladas diárias de lixo recolhidas de casas e ruas no DF. Mas apenas 1,2% é selecionado e reciclado.
O baixo desempenho começa desde a casa dos moradores, que não tem a conscientização necessária para lidar com essa questão, até o próprio aparelhamento público totalmente despreparado.
A escassa infra-estrutura do GDF conta com apenas 7 caminhões e 36 funcionários preparados para a coleta seletiva.
O desempenho das administrações municipais costuma ser péssimo em matéria de lixo, mas não é por falta de boas leis. O problema, é fazer valer a legislação, e não só quando o assunto é sujeira, é preciso perseverar na divisão do lixo doméstico.
Mas o correto mesmo, ouvinte, é tentar diminuir a quantidade diária de lixo produzido. No mínimo, você mantêm a sua consciência mais limpa. A seguir, com o coordenador de gestão ambiental do Unicesp, professor Bernardo Verano, vamos conhecer algumas soluções domésticas que ajudam a reduzir o lixo dentro e, consequentemente, fora de casa. Como vai, professor?
Olá Flávia, boa tarde, ouvinte, tudo bem? A melhor forma de cuidar do lixo, e da nossa saúde, é fazer a separação correta e a reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais, reutilizando esses materiais dentro de casa mesmo ou doando para cooperativas. (listar no site)
E quais são as alternativas para fazer essa separação, professor Bernardo?
Em primeiro lugar, usando recipientes diferentes para cada material. Papéis, em geral, são recicláveis, com exceção daqueles sujos. O que não pode ser reciclado: fraldas descartáveis, absorventes, papel higiênico, guardanapos de papel, papel-toalha e embalagens metalizadas de salgadinhos. O ideal é que você descubra se o que separou em casa continuará separado no caminhão de lixo e depois encaminhado, de fato, a uma usina de reciclagem. Caso contrário, junte uma quantidade mínima e entregue você mesmo em pontos de reciclagem.
E quanto isso representa para a cidade, professor?
Flávia, para você ter uma ideia, os materiais recicláveis representam 70% do volume de lixo produzido numa cidade. Por esse motivo, separá-los dos outros detritos resulta em muito mais espaço nos aterros sanitários.
Professor, Bernardo, e em quanto esse hábito reduz a poluição ambiental?
Claudivan, a reciclagem retira do lixo uma série de materiais que levariam um tempo enorme para se decompor. Só para exemplificar: o plástico demora 450 anos, as latas de alumínio, 200 anos e o vidro, leva 1 milhão de anos para se decompor. Além disso, ao ser reaproveitado, o lixo reciclável economiza recursos naturais. Uma tonelada de papel reciclado poupa 22 árvores, 75% de energia elétrica e polui o ar 74% menos do que a produção da mesma quantidade de papel com matéria-prima virgem.
Uma dica muito bacana, para quem gosta de plantas é transformar o lixo orgânico em adubo. Não é difícil e qualquer um pode fazer. É só montar uma composteira em um recipiente, acomodando os restos de comida. O adubo começa a se formar depois de dois ou três meses.
E mesmo quem mora em apartamento pode fazer, se não quiser ter o recipiente dentro de casa, é só se reunir com os vizinhos e montar a composteira na parte externa do prédio. Não tem desculpa!
É importante lembrar que mesmo reciclando, geramos uma quantidade imensa de resíduos que geramos. Por isso é importante a consciência na hora do consumo. Por exemplo, é muito mais interessante trocarmos os filtros de papel de coar café por coadores de pano. Isso é consumo sustentável e custa muito menos para o seu bolso.
Mudar esse cenário do descarte errado de lixo, envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.
Essas foram as dicas que o Cultura Ambiental trouxe para você! Conheça outras formas de reaproveitar ou descartar o lixo doméstico acessando o nosso eletrônico: verdecapital.wordpress.com.
Com edição de Marco Borges e Diego Meira, o cultura ambiental fica por aqui. Um ótimo fim de semana a todos!

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O Cultura Ambiental dessa semana traz informações sobre lixo doméstico e o que fazer com ele. O programa vai ao ar na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Você pode ouvir todos os programas pelo Stickam.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil descarta a cada dia 230.000 toneladas de detritos. E mais da metade desse número é formada por lixo doméstico. Você sabe como reduzir e diminuir o impacto causado por ele no meio ambiente?

Do total produzido nas casas, apenas 2% é destinado à coleta seletiva. O restante vai parar em lixões a céu aberto. Ou, na melhor das hipóteses, em aterros sanitários cuja capacidade máxima já está próxima do limite. Para piorar o quadro, muitas vezes o cidadão tem o cuidado de separar metais, vidros, plásticos e papéis acreditando que esses materiais serão reciclados, mas as empresas de limpeza misturam tudo num mesmo caminhão.

De acordo com o SLU, são 2,5 toneladas diárias de lixo recolhidas de casas e ruas no DF. Mas apenas 1,2% é selecionado e reciclado. O baixo desempenho começa desde a casa dos moradores, que não tem a conscientização necessária para lidar com essa questão, até o próprio aparelhamento público totalmente despreparado.

A escassa infra-estrutura do GDF conta com apenas 7 caminhões e 36 funcionários preparados para a coleta seletiva.

O desempenho das administrações municipais costuma ser péssimo em matéria de lixo, mas não é por falta de boas leis. O problema é fazer valer a legislação, e não só quando o assunto é sujeira. É preciso se habituar a fazer a divisão do lixo doméstico.

Mas o correto mesmo é tentar diminuir a quantidade diária de lixo produzido. No mínimo, você mantêm a sua consciência mais limpa. A melhor forma de cuidar do lixo, e da nossa saúde, é fazer a separação correta e a reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais, reutilizando esses materiais dentro de casa mesmo ou doando para cooperativas.

Use recipientes diferentes para cada material. Papéis, em geral, são recicláveis, com exceção daqueles sujos. O que não pode ser reciclado: fraldas descartáveis, absorventes, papel higiênico, guardanapos de papel, papel-toalha e embalagens metalizadas de salgadinhos. O ideal é que você descubra se o que separou em casa continuará separado no caminhão de lixo e depois encaminhado, de fato, a uma usina de reciclagem. Caso contrário, junte uma quantidade mínima e entregue você mesmo em pontos de reciclagem.

Os materiais recicláveis representam 70% do volume de lixo produzido numa cidade. Por esse motivo, separá-los dos outros detritos resulta em muito mais espaço nos aterros sanitários. A reciclagem retira do lixo uma série de materiais que levariam um tempo enorme para se decompor. Só para exemplificar: o plástico demora 450 anos, as latas de alumínio, 200 anos e o vidro, leva 1 milhão de anos para se decompor. Além disso, ao ser reaproveitado, o lixo reciclável economiza recursos naturais.

Uma dica muito bacana, para quem gosta de plantas é transformar o lixo orgânico em adubo. Não é difícil e qualquer um pode fazer. É só montar uma composteira em um recipiente, acomodando os restos de comida. O adubo começa a se formar depois de dois ou três meses.

E mesmo quem mora em apartamento pode fazer, se não quiser ter o recipiente dentro de casa, é só se reunir com os vizinhos e montar a composteira na parte externa do prédio. Não tem desculpa!

Saiba como fazer a sua composteira:

Pode ser montada em um tambor de plástico. O tamanho da composteira de cascas de frutas, folhas e talos depende muito do espaço disponível para abrigá-la. Para uma família formada por um casal e dois filhos, um tambor de 50 litros é suficiente para comportar o lixo produzido em um mês.

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1. Para começar, é preciso fazer furos na lateral do recipiente, a fim de escoar o líquido que se forma com a decomposição dos restos. Ele pode ser recolhido em vasilhas. Não se preocupe: esse líquido não é tóxico, ao contrário do chorume dos aterros, que resulta da mistura de outros tipos de detrito

2. Com o recipiente da composteira pronto, forre o fundo com pedrinhas e coloque a primeira camada de lixo orgânico. Em seguida, cubra-a com terra de jardim, folhas secas ou serragem. Vá intercalando as camadas de detritos com esse tipo de cobertura

3. A cada dois ou três dias, revolva camadas e coberturas, para garantir a oxigenação do material e acelerar, assim, a decomposição

4. Uma vez que o recipiente esteja cheio, é preciso esperar em torno de dois meses para que o processo de compostagem se complete. Depois disso, o conteúdo pode ser usado como adubo

Vale a pena? Sim, desde que se tenha clara a destinação do composto. Quem não tem no apartamento ou em casa muitos vasos ou áreas ajardinadas que consumam todo esse adubo deve organizar-se para doá-lo a amigos ou aplicá-lo em áreas verdes da vizinhança

A COMPOSTAGEM CHEIRA MAL?

A compostagem, quando realizada conforme as instruções, não deverá produzir qualquer mau cheiro e pode ser realizada no ambiente doméstico

A empresa Minhocasa, aqui da capital federal, Brasília, oferece um kit de três caixas plásticas (R$ 215 ou R$ 315, em dois tamanhos, sem o frete), ótimo para apartamentos ou casas sem quintal. Nas caixas, as minhocas se alimentam do lixo orgânico e produzem, ali, o húmus que vai para a horta ou jardim.

É importante lembrar que mesmo reciclando, geramos uma quantidade imensa de resíduos que geramos. Por isso é importante a consciência na hora do consumo. Use a criatividade para reutilizar os materiais. Isso é consumo sustentável e custa muito menos para o seu bolso.

Mudar esse cenário do descarte errado de lixo, envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Fonte: Correio Braziliense, Veja e Planeta Sustentável

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Dia da Árvore – 21 de setembro

Você já plantou uma árvore? No dia 21 de setembro comemoramos o Dia da Árvore. A data foi escolhida por ser próxima ao início da primavera. É um bom momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação das nossas matas. Garantir a riqueza do meio ambiente e incentivar o reflorestamento é importante, pois, ter a natureza por perto traz muitos benefícios para todos nós.

O Cultura Ambiental de hoje traz algumas informações sobre a importância de preservar as árvores. O programa vai ao ar na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ouça também pelo Stickam.

dia da arvore

Dia Mundial sem Carro – 22 de setembro

E você, vai a pé ou de bicicleta?

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O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes. Trata-se de um manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis – entre os quais se destaca a bicicleta.

Bicicleta: uma boa alternativa para a melhora do trânsito

A bicicleta é um excelente meio de transporte, sobretudo para pequenas distâncias. Leva seu condutor de porta a porta, permite a prática de uma atividade física simultânea ao deslocamento, tem custo baixíssimo e é minimamente afetada por engarrafamentos. A atual tecnologia de marchas permite a circulação por ruas inclinadas com relativa facilidade. 

Porém, a nossa infra-estrutura para o uso da bicicleta como meio de transporte é precária. Há pouquíssimos bicicletários e paraciclos, poucas empresas dispõem de vestiários para incentivar seus funcionários a ir de bicicleta para o trabalho, as ciclovias são quase inexistentes e as que existem são pouco estratégicas, o trânsito é hostil aos ciclistas. É com a intenção de procurar reverter esse quadro que todos devem participar do Dia Mundial Sem Carro.

Automóveis: problemas causados pelo uso massivo

Os malefícios causados pelo uso de automóveis são inúmeros e evidentes: poluição atmosférica, efeito estufa, poluição sonora, congestionamentos, doenças respiratórias, sedentarismo, irritabilidade, perda de tempo, consumo de combustíveis fósseis, acidentes, comprometimento de grande parte da renda das pessoas.

Além disso, as viagens de carro degradam a relação dos indivíduos com o espaço público, transformando a rua em um indesejável obstáculo a ser superado no deslocamento de um ponto a outro. Elas também significam um uso desproporcional das ruas, já que a imensa maioria dos carros leva apenas uma pessoa – o que é ainda mais grave em áreas densamente povoadas.

Por fim, o automóvel é um meio de transporte não universalizável, já que seria impensável a existência de um carro por habitante no mundo.

Vamos acabar com a ideia de que o brasiliense é um ser formado por cabeça, tronco e rodas!

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(Fonte: mountain bike bh)

Parque Olhos D’Água completa 15 anos

(Fonte: Ascom/Ibram-DF)
 
Hoje, 17 de setembro, o Parque Olhos D’Água celebra 15 anos. O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) juntamente com a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania promoverão um evento para comemorar a data. Nesta semana, será realizada uma programação com atividades em comemoração ao aniversário, que contará com apresentações musicais, exposição fotográfica, inauguração novos espaços que foram revitalizados, entre outras atrações.
 
O presidente do IBRAM, Gustavo Souto Maior, equipe de servidores que trabalham no parque, dirigentes e servidores do Instituto, parceiros, entre outras autoridades da área ambiental, participarão da solenidade de aniversário, realizada no dia 17 de setembro, às 16h, no Parque Olhos D’Água. As atividades em comemoração ao aniversário do Parque são abertas ao público.
 
Modelo de gestão
 
Novos projetos e investimentos fizeram com que o Parque Olhos D’Água seja considerado modelo de gestão ambiental. Nesses 15 anos, muitos projetos e parcerias contribuíram para que a estrutura do local fosse modernizada e melhorada, entre esses está o Programa Abrace um Parque. Por meio dessa iniciativa do IBRAM, somente neste ano, foram viabilizados investimentos que resultaram na reforma do parquinho infantil e na instalação da Praça da Vitalidade.

Praça da Vitalidade A participação da comunidade nos processos de melhoria do Parque Olhos D’Água foi fundamental para o desenvolvimento do local. Além disso, destaca-se o empenho dos servidores do IBRAM, principalmente dos que trabalham dentro do Parque, que não medem esforços para fazer com quem o local atenda a comunidade da melhor forma possível.
 
Histórico
 
O Parque Olhos D’Água foi criado pelo Decreto nº 15.900, de 17 de setembro de 1994. Localizado na área das superquadras 413 e 414 e comerciais da 414 e 415 da Asa Norte, surgiu para proteger a área onde estavam nascentes, uma lagoa, mata de galeria e fauna características desse ecossistema.
 
O objetivo principal do Parque é preservar e recuperar a área, além de proporcionar o desenvolvimento de programas de observação e educação ambiental, pesquisas, e lazer, e cultura para a população, além de conhecimento sobre atividades de conservação do meio ambiente.
 

Praça da Vitalidade 2
Veja a programação completa.

Campanha Boas Práticas

(Flávia Gomes)

Campanha Boas Práticas – Economizando recursos públicos, protegendo a natureza.

Ideia tirada da “Campanha Boas Práticas – Economizando recursos públicos, protegendo a natureza”. Uma iniciativa do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) no intuito de mobilizar permanentemente os membros, servidores, estagiários, bolsistas e contratados do órgão. A atitude vem para incentivar a economia no consumo de bens e serviços disponíveis na Instituição e para a redução de custos, tendo como diretrizes a racionalização, o reaproveitamento e a preservação ambiental.

Ponto para o MP de Santa Catarina!

campanha ambiente

Aniversário da Revista 100,9 e Dia do Cerrado

A Revista 100,9 hoje faz aniversário. Com 1 ano de vida, o programa se mostra como uma ótima opção para ficar por dentro do que acontece na cidade, para ouvir crônicas e muita música de qualidade. E ainda traz uma pitada de meio ambiente com o quadro Cultura Ambiental.

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O programa vai ao ar na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ouça também pelo Stickam.

No programa de hoje o destaque é o dia do Cerrado. O Bioma Cerrado localiza-se principalmente no Planalto Central do Brasil. Ocupa 24% do território nacional, pouco mais de dois milhões de quilômetros quadrados. Segundo estudos atuais, restam 61,2% desse total, em áreas distribuidas no Planalto Central e no Nordeste, estando a maior parte na região Meio-Norte , nos estados do Maranhão e do Piauí. Existem áreas de Cerrado também em Rondônia, Roraima, Amapá, Pará, bem como em São Paulo.

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É a segunda maior formação vegetal brasileira depois da Amazônia, e a região tropical mais rica do mundo em biodiversidade. Além disso, o Bioma Cerrado é favorecido pela presença de diferentes paisagens e de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul. Concentra nada menos que um terço da biodiversidade nacional e 5% da flora e da fauna mundiais. 

O número de espécies vegetais supera 6.000. A riqueza de espécies de peixes, aves, mamíferos, répteis, anfíbios e invertebrados é igualmente grande, ocorrendo a metade das espécies de aves, 45% dos peixes, 40% dos mamíferos e 38% dos répteis com relação ao Brasil. Estima-se que nada menos do que 320 mil espécies ocorram no Cerrado. Esse valor representa cerca de 30% de tudo o que existe no Brasil, pelo menos, segundo as estimativas realizadas. Portanto, a biodiversidade do Cerrado é elevada, mas geralmente menosprezada.

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Acredita-se que existam aproximadamente 7.000 espécies de plantas com flores no Cerrado, mas esse número pode chegar a 10.000. O grupo é de longe o mais diversificado entre as plantas porque existe uma diversidade de ecossistemas que compartilham a paisagem do Cerrado. Cerca de 35% das plantas do Cerrado são típicas da formação Cerrado sentido restrito; 30% de Matas de Galeria, 25% de áreas campestres e 10% ainda não estão classificadas.

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Não perca o Cultura Ambiental de hoje!

Assista o vídeo premiado sobre o Cerrado produzido pela Rede Globo.

Fontes: Embrapa cerrado, portal ambiente brasil.

2º Viva Cerrado Vivo

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2° Viva Cerrado Vivo

O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM), por meio da Diretoria de Educação Ambiental e Difusão de Tecnologias (DIREA), irá comemorar o Dia do Cerrado nesta semana. O segundo maior bioma brasileiro é o tema do 2° Viva Cerrado Vivo que será realizado de 9 a 11 de setembro, no Auditório D. João VI, na Imprensa Nacional.
 
A solenidade de abertura acontecerá nesta quarta-feira, às 18h, e contará com a presença do presidente do IBRAM, Gustavo Souto Maior; do deputado federal, Pedro Wilson (PT-GO), autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC n° 115/95) que consagra o Cerrado e a Caatinga como patrimônio nacional; e representantes da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.
 
Durante os três dias de evento, estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal irão prestigiar uma mostra com os filmes premiados no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA); debates, oficinas, interações artísticas e exposições sobre o Bioma Cerrado. Além de stands com produtos da farmácia popular do Cerrado.

Veja a programação completa aqui.

Fonte: Assessoria de comunicação Ibram