Programa Abrace um Parque aprova mais dois projetos

Parques Ecológicos do Guará e Vivencial Riacho Fundo receberão investimentos que somados chegam a 170 mil reais

Em reunião realizada na última quinta-feira, 19 de novembro, a comissão do Programa Abrace um Parque aprovou mais dois projetos. O primeiro é no Parque Ecológico do Guará (Ezechias Heringer) e prevê a construção de um orquidário, essa proposta tem o prazo de execução de dois anos. O outro, no Parque Ecológico Vivencial Riacho Fundo, conta com a construção, em até cinco anos, de um centro de controle e visitação. Os investimentos dessas duas propostas somam 170 mil reais. 

Até o momento já foram aprovados 11 projetos, que disponibilizarão 4,57 milhões em investimentos nos parques do Distrito Federal. Isso só é possível graças ao Programa Abrace um Parque, uma iniciativa do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM), e as pessoas e instituições que aderiram essa iniciativa.
 
O Programa Abrace um Parque foi criado em 2008 para garantir a implantação gradativa e planejada dos 68 parques do DF. Isso será feito por meio de parcerias entre Governo, empresas públicas, instituições, organizações não- governamentais e voluntários.

Fonte: 
Assessoria de Comunicação
Instituto Brasília Ambiental – IBRAM
(61) 3214-5624/3214-5625
www.ibram.df.gov.br

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Cultura Ambiental na Feira do Livro 2009

Semana que vem, sexta-feira (27), o Cultura Ambiental estará na Feira do Livro. O programa Arena 360°, organizado pelo Dínatos COC, vai promover um debate sobre meio ambiente. Eu, Flávia Gomes, jornalista e o coordenador de Gestão Ambiental do Unicesp e consultor do programa, Bernardo Verano estaremos lá. Não percam!

Dicas de Etiqueta Ambiental

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Hoje, o Cultura Ambiental traz dicas de etiqueta sustentável.

Pequenos gestos podem conduzir a grandes mudanças se forem adotados por todos nós. Os jornalistas Flávia Gomes e  Claudivan Santiago, juntamente com o consultor ambiental Bernardo Verano, trouxeram para o ouvinte da rádio, dicas e informações que podem ser aplicadas no dia-a-dia, em sua própria casa, no trabalho, circulando pelas ruas e em sua vida pessoal.

(Fonte: Planeta sustentável)

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor? Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis

Água – Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.

Energia elétrica – O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.

Combustíveis – A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

NO TRABALHO

Faça seu dinheiro trabalhar a favor de causas nobres. Diga ao gerente do banco que você quer aplicar em investimentos socialmente responsáveis, os ISRs. Dessa forma, seus lucros virão de empresas que respeitam práticas ambientais e trabalhistas.

Exerça a cidadania. A internet e o telefone são bons canais de comunicação com representantes de sua cidade, seu estado ou país. Mobilize-se e certifique-se de que seus interesses e os da comunidade sejam atendidos.

Fuja da alienação e influencie pessoas. Estar sempre bem informado também é um bom exemplo de atitude cidadã. Procure ler mais para ficar atualizado nos assuntos de interesse geral como política, economia, meio ambiente .e sustentabilidade.

Desabilite seu screen saver cheio de efeitos especiais. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Configure sua máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar.

EM CASA

Os aparelhos que ficam dia e noite em modo stand by são mais uma nova invenção em nome do conforto. Só esqueceram de dizer que isso consome energia sem necessidade. Puxe a tomada de todos eles quando não estiverem em uso e tenha certeza: o valor de sua conta de luz vai cair bastante.

Na hora de comprar eletrodomésticos, escolha os mais eficientes. É possível reconhecê-los pelo selo do Procel (nas marcas nacionais) ou Energy Star (nos importados). Detalhe: isso não custa nada.

Viva seu dia com luz natural. Abra janelas, cortinas, persianas, deixe o sol entrar e iluminar sua casa em vez de acender lâmpadas. Além de fazer muito bem ao seu humor, você também vai economizar dinheiro no fim do mês.

Mude sua geladeira e seu freezer de lugar. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Aproveite para avaliar com seus botões: será que você precisa mesmo de um freezer?

NA RUA

Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.

Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.

Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.

 Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.

Para conhecer mais dicas da Etiqueta Sustentável, clique aqui e veja o manual completo.

 

Seminário Políticas Públicas e Mudanças Climáticas – TCU

Brasília-DF: 10 e 11 de novembro de 2009
Início: 10∕11∕2009            Término: 11∕11∕2009
Local: Auditório Ministro Pereira Lira, edifício-sede do Tribunal de Contas da União, SAF Sul – Quadra 4, Brasília/DF.

Participaram do seminário de Políticas Públicas e Mudanças Climáticas, o presidente do TCU, Ubiratan Aguiar; a Senadora Marina Silva, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; embaixadores; representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e parlamentares, sob coordenação do ministro Aroldo.

Do evento
Buscou expandir a discussão sobre os desafios impostos à ação estatal para incluir o tema mudanças do clima no planejamento das políticas públicas, envolvendo a sociedade, os gestores públicos e a comunidade científica nesse relevante debate.

O aquecimento global é considerado o maior desafio ambiental do século XXI, com potencial para causar grandes impactos econômicos e sociais, como a escassez de água e de alimentos.

O assunto tem ganhado grande destaque na agenda internacional, principalmente este ano, quando ocorrerá a Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima (COP-15), no mês de dezembro em Copenhague, onde se pretende firmar o acordo sucessor do Protocolo de Kyoto (1997) que expirará em 2012.

O Brasil, como signatário da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, se comprometeu a formular, implementar, publicar e atualizar regularmente programas nacionais e regionais que incluam medidas para mitigar a mudança do clima e para permitir a adaptação a essas mudanças.

Atento à relevância da questão, o TCU realizou quatro auditorias de natureza operacional sobre o tema.

No eixo mitigação, foram analisadas as políticas públicas para a região de florestas da Amazônia Legal, sob a ótica dos impactos decorrentes do aumento da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

Na área de adaptação, foram analisadas políticas públicas para as zonas costeiras, para a segurança hídrica do semi-árido e para a agropecuária.
Os resultados dessas auditorias foram apresentados durante o Seminário – Políticas Públicas e Mudanças Climáticas.

Tendo em vista a importância do tema, o Grupo de Trabalho em Auditoria Ambiental da Intosai (Organização Internacional de Entidades de Fiscalização Superiores), do qual faz parte o TCU, decidiu realizar uma auditoria coordenada global sobre mudanças climáticas, com a participação de entidades de fiscalização superior de 14 países (África do Sul, Austrália, Áustria, Brasil, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Finlândia, Grécia, Indonésia, Noruega, Polônia, Reino Unido e Canadá, país que coordena a auditoria).

Assim, os quatro trabalhos acima mencionados também integrarão um relatório consolidado dessa auditoria global, a ser apresentado para a Assembléia Geral da Intosai em 2010.

Público-alvo: Servidores de órgãos públicos, funcionários de entidades privadas, organizações sociais, professores, estudantes.

Todas as palestras foram presenciais, realizadas no auditório Ministro Pereira Lira, no edifício-sede do Tribunal de Contas da União, em Brasília.

Alguns Pronunciamentos

A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PV-AC) disse na terça-feira (10) que a proposta brasileira de reduções de emissões de gases de efeito estufa tem que garantir compromissos para os setores de energia, agricultura e indústria. A posição brasileira deve ser definida ainda esta semana, até agora o que está acertado é a redução do desmatamento em 80%, o que deve baixar as emissões brasileiras em 20%.

A ex-ministra Marina que já tinha classificado a proposta brasileira como “tímida”, evitou criticar os números apontados pelo governo até agora e afirmou que o compromisso que o Brasil pretende assumir na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, em Copenhague, se deve em grande parte a ações de sua gestão no Ministério do Meio Ambiente.

“Tínhamos as bases para que pudéssemos chegar às metas. Já existia a possibilidade da redução de 20% das emissões por desmatamento, que é a queda de 80%. Isso já era tácito”, afirmou.

A ex-ministra também citou o Plano Nacional de Mudança do Clima, que deixou “praticamente pronto”, e o Fundo Amazônia. “Eu pessoalmente negociei com o governo da Noruega (único doador do fundo até agora, com aporte de US$1 bilhão)”, disse.

“O importante é que o Brasil possa ir comprometido com metas, é isso o que tenho defendido”, disse a senadora após participar do evento sobre mudanças climáticas promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Durante a apresentação,A Senadora Marina afirmou que o alerta sobre os riscos do aquecimento do planeta não é “ecoterrorismo” e que as questões ambientais têm que ser consideradas no planejamento de todas as ações de governo, sem separar crescimento de preservação.

“Nos últimos meses tenho visto ações mais progressistas de setores que eram os mais resistentes ao debate. Tomara que fiquem todos mais ambientalistas que eu, quem vai ganhar é o Brasil. O importante é fazer o dever de casa, ter uma meta para levar a Copenhague.”

Ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende
Falou sobre mudanças climáticas. Afirmou que os impactos do efeito estufa e os inventários nacionais sobre emissão de carbono foram alguns dos itens destacados pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, na palestra que proferiu no seminário Políticas Públicas e Mudanças Climáticas, nesta terça-feira (10), no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.

O ministro disse que as emissões de carbono aumentaram consideravelmente de 1955 a 2009. Até 2004, os países desenvolvidos (Estados Unidos, Japão e União Européia) contribuíram com 80% das emissões.

“O aumento da temperatura da superfície da Terra, o derretimento das geleiras, as inundações e os avanços do mar são conseqüências do aquecimento global”, disse Rezende. Ele destacou ainda o déficit hídrico nordestino, os riscos aos biomas e os impactos na agricultura e no clima como resultado do efeito estufa.

Para o ministro, o Brasil tem grande capacidade de combate a esse problema, como o desenvolvimento de pesquisas em mudanças climáticas e a redução do desmatamento na Amazônia. O País tem considerável participação na realização de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), ficando atrás apenas da Índia e da China. Cinco projetos brasileiros zeraram a emissão de carbono na indústria.

O ministro Rezende entregou ao ministro do TCU, Aroldo Cedraz, uma cópia do primeiro inventário sobre mudanças climáticas (1990-1994). Produzido por 150 instituições e 700 especialistas, o documento apresenta um relatório do aquecimento global e seu efeito no ambiente entre 1990 e 1994.

Em 1990, o desmatamento foi responsável por 59% das emissões de carbono, seguido pela agropecuária, com 24% e a exploração energética, 15%. O segundo inventário, com informações de 1994 a 2005, deve ser concluído em 2010.

O ministro Rezende disse que o seminário contribui para o debate de um tema que é de interesse mundial. “Esse assunto preocupa climatologistas e pesquisadores há um tempo. Estamos às véspera de uma conferência (Copenhague) que será um marco do comprometimento com a condição de vida no planeta”.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, destacou políticas do governo para enfrentamento das mudanças climáticas.

O Brasil não vai interromper seu desenvolvimento, ao adotar medidas para conter mudanças no clima, como a emissão de gases-estufa, principal causador do aquecimento no planeta.

De acordo com o ministro, “o Brasil é um dos poucos países que podem emitir menos e produzir mais”, graças aos recursos naturais que possui e às alternativas sustentáveis que podem ser originadas deles. Segundo Minc, as metas de redução nas emissões de gases-estufa que o país deve levar a Copenhague, em dezembro, na Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), não comprometerão o crescimento do país.

O ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, destacou a reunião ocorrida ontem, em São Paulo, entre o presidente Lula e ministros das pastas envolvidas na elaboração da proposta brasileira para a COP-15. “Ficou definido que o Brasil levará uma meta muito forte, de redução de 40% nas estimativas de emissões previstas para 2020”, contou.

O ministro explicou que 20% são referentes à queda no desmatamento da Amazônia e a outra metade será proveniente de iniciativas que deverão ser implementadas em setores como a agricultura, por exemplo. “Ações como integração entre pecuária e lavoura, plantio direto e recuperação de áreas degradas podem ajudar significativamente na redução das emissões de gás carbônico pelo setor da agricultura”, disse.

Sobre o desmatamento na Floresta Amazônica, Minc disse que, nos próximos dias, o presidente Lula vai anunciar dados que vão comprovar o menor desmatamento dos últimos 20 anos. “Os números que serão anunciados mostram que estamos no caminho certo.”

Avanço – Para Minc, a posição do Brasil em relação a questões ambientais e do clima “evoluíram muito”, e isso se deve ao fato de o país ter um inventário sobre as emissões, com as responsabilidades de cada setor, e de que as políticas de meio ambiente e clima já estejam permeando as políticas econômica e de desenvolvimento do país.

O ministro também lembrou do Fundo Clima, aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados. “O Brasil vai chegar a Copenhague como o único país que tem um fundo para financiar ações contra mudanças climáticas com recursos da exploração do petróleo, que é o combustível fóssil que mais emite CO²”.

O ministro elogiou a iniciativa do TCU, em realizar seminário sobre o tema das mudanças climáticas. Para ele, todos os órgãos públicos deveriam seguir o exemplo, e se envolver nesse debate. Além de Carlos Minc.

(Relatório da aluna de Gestão Ambiental do Unicesp Marli Maria de Oliveira)

Matte sustentável

Na inauguração oficial da primeira fábrica verde da Coca-Cola na América Latina, localizada no Paraná, o vice-presidente de Sustentabilidade, Marco Simões, anunciou para o fim do ano nova fábrica, nos mesmo moldes, em Maceió.

A fábrica de Curitiba, construída rigorosamente nos moldes sustentáveis, tem aproveitamento da luz solar, reutilização da água da chuva e piso de cimento ecológico, pertence à Matte Leão, comprada pela Coca-Cola há dois anos. O empreendimento deve receber o certificado LEED (saiba mais abaixo).

Ali será produzido o primeiro mate orgânico. As folhas do produto vêm de plantação certificada, a embalagem é reciclável e o gosto lembra o mate de antigamente.

Certificação LEED

A certificação de Edifícios Verdes é realizada por entidades não governamentais como a USGBC  (United States Green Building Council), que desenvolveu um sistema de classificação chamado LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) que é mundialmente aceito e reconhecido.

No Brasil, recentemente, foi criado o Green Building Council Brasil (www.gbcbrasil.org.br), entidade que será responsável pela adaptação dos critérios do LEED para as condições e realidades brasileiras.

Para obter a certificação LEED de uma edificação, primeiramente, o projeto deve ser registrado junto ao USGBC para indicar se atenderá a todos os pré-requisitos exigidos para atingir uma determinada pontuação. A certificação só será efetivada após a construção do prédio e a confirmação de que os pré-requisitos foram atendidos.

De acordo com o número de pontos obtidos por uma determinada edificação, esta poderá ser certificada em uma das seguintes classificações: Platinum, Gold ou Silver. Atualmente, já existem no Brasil 24 projetos registrados para obtenção da certificação LEED, sendo que somente um já obteve a classificação na categoria prata.

As pontuações do LEED são divididas nos seguintes grupos:

•“Sustainable Sites” – Sustentabilidade da localização;
•“Water Efficiency” – Eficiência no uso da água;
•“Energy & Atmosphere” – Eficiência energética e os cuidados com as emissões para a atmosfera.
•“Materials & Resources” – Otimização dos materiais e recursos naturais a serem utilizados na construção e operação da edificação.
•“Indoor Environmental Quality” – Qualidade dos ambientes internos da edificação •“Innovation & Design Process” – Inovações empregadas no projeto da edificação.

As pontuações e pré-requisitos de uma certificação LEED dependem do tipo de empreendimento, conforme lista a seguir:
•“New Construction” (Prédios novos) – Nesta categoria, a certificação é realizada considerando o terreno e a edificação como um todo. Geralmente são prédios de utilização de uma única empresa ou entidade como: corporações, universidades, escolas, hospitais, etc. •“Existing Buildings” (Prédios existentes) – Nesta categoria, a certificação é realizada com base na performance de operação e na melhoria desta em edificações existentes.
•“Commercial Interiors” (Interiores de edificações comerciais) – Nesta categoria, a certificação é realizada somente para os inquilinos de áreas de escritórios em melhorias de instalações existentes ou novas edificações.
•“Core and Shell” (Prédios de múltiplos usuários) – Nesta categoria, a certificação é realizada para o terreno e para as áreas comuns da edificação, onde o empreendedor não tem responsabilidade sobre o projeto das áreas internas de cada unidade. Geralmente são prédios de uso coletivo para venda ou locação.
•Residências – Nesta categoria estão inclusos residências unifamiliares e prédios multifamiliares de até três pavimentos.
•“Neighborhood Development” (Desenvolvimento urbano) – Nesta categoria, a certificação é realizada para a parte urbanística de um condomínio, de um bairro ou de uma quadra residencial ou comercial.

Consultor Bernardo Verano ministra curso sobre PNQ

Nosso consultor ambiental, professor Bernardo Verano, Mestre em Controle de Saúde Ambiental pela USP, ministra curso sobre PNQ na Universidade Católica/DF.

O PNQ (Prêmio Nacional da Qualidade®) é um prêmio que reconhece a excelência da gestão das organizações.

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) realiza, anualmente, o ciclo de avaliação do PNQ, que reconhece as organizações que praticam a Excelência em Gestão no Brasil.

O Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) reconhece empresas de nível Classe Mundial e ocupa uma posição central dentro dos esforços da FNQ de ser um Centro de Referência de Classe Mundial sobre Excelência em Gestão.

Foi em torno da concessão do prestigioso prêmio que a FNQ ganhou força para tocar suas atividades desde o início, em 1991. O PNQ representa um momento singular para o empresariado brasileiro, quando as empresas líderes em qualidade, produtividade, competitividade e gestão são devidamente reconhecidas.

(Fonte: http://www.fnq.org.br)

Caesb ganha prêmio do BID por gestão

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) conquistou nesta segunda-feira (16), o prêmio “Del Água, América Latina Y El Caribe”, na categoria gestão em saneamento, pela despoluição do Lago Paranoá.

O anúncio da premiação foi feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a FEMSA, empresa de Fomento Econômico Mexicana, entidades patrocinadoras do evento. Anteriormente, a Caesb já havia sido escolhida como a melhor do Brasil, pelo BID/FEMSA, entre as 24 empresas de saneamento estaduais.

Esta é a primeira edição do “Prêmio Água e Saneamento”, instituído pelo BID/FEMSA, e foi entregue ao presidente da Caesb, Fernando Leite, na cidade do México, durante o 1º Congresso de Desenvolvimento Internacional da Água, que está sendo realizado até quinta-feira na capital mexicana.

O presidente do BID, Luis Alberto Moreno, fez a entrega do prêmio. A Caesb foi escolhida pelos excelentes serviços oferecidos e índices de saneamento. Como parte da premiação, o Banco Mundial financiará bolsas de capacitação profissional e cursos de especialização para os técnicos da Caesb. A empresa de saneamento do DF disputou a final com uma empresa uruguaia.

40 ANOS
Neste ano, a Caesb completou 40 anos serviços à comunidade do Distrito Federal. Hoje, a empresa tem no Distrito Federal 7 milhões de metros de redes que distribuem água tratada. A empresa produz por dia, 604,8 milhões de litros de água tratada. A água tratada passa por aproximadamente 40 mil análises de qualidade a cada mês nas saídas das estações de tratamento de água e nas redes de distribuição. Mais de 2,4 milhões de pessoas recebem água tratada, representando 99,47% da população, em mais de 550 mil ligações e 800 mil economias.

No DF, quase vinte mil pessoas são beneficiadas com a tarifa solidariedade, que isenta de pagamento àquelas famílias carentes cadastradas nos programas sociais do governo. Cerca de 400 condomínios verticais têm ligação de água individualizada e o índice de hidrometração é de quase 100%.

Cinco milhões de metros de redes de esgotos se estendem pelas quadras, superquadras e avenidas nas nossas cidades. Todo o esgoto coletado é tratado. Mensalmente, nas 17 estações de tratamento de esgotos, são realizadas cerca de quatro mil análises do esgoto coletado.

Com os investimentos que serão feitos pelo governo do Distrito Federal, em saneamento, até 2010, conquistaremos a universalização da oferta de água tratada, coleta e tratamento de esgotos. Esta será uma realidade, dentro em breve, nos lares de cada brasiliense. Atualmente, os índices de saneamento do DF são os melhores de todo o País e os índices de perdas os menores.

(Fonte: Caesb)

Série “Saneamento Básico” – Lixo

Hoje, último programa da série sobre “Saneamento Básico” – Tema: lixo. Não perca, hoje, na rádio Cultura FM (100,9), às 17h, o quadro Cultura Ambiental.

Mostra Nacional Ambiental – Caminhos da Sustentabilidade
Entre os dias 3 e 7 de novembro, acontece na sede do Ibama, em Brasília, a I Mostra Nacional Ambiental “Caminhos da Sustentabilidade”. Estão previstas várias atrações para divertir, informar e educar o público participante. 

A programação será variada, com espaços temáticos, esportes, oficinas e jogos, filmes ambientais, além da apresentação de bandas locais e nacionais, além de trabalhos realizados por entidades públicas e provadas voltados para o desenvolvimento sustentável do país. 

A mostra também faz parte da comemoração dos 20 anos de criação do Ibama. Logo na entrada, o público poderá ver uma tora de castanheira derrubada ilegalmente no Mato Grosso e apreendida pelo órgão. 

A peça pesa cerca de 15 toneladas, tem quase sete metros de comprimento e dois metros de espessura. Segundo estimativa dos técnicos do Serviço Florestal Brasileiro que mediram a tora, a castanheira original tinha cerca de 40 metros de altura e mais de 250 anos.

 Você ainda tem hoje e amanhã para conferir o evento.

Veja a programação aqui.

Pré-Conferência Agenda 21 do DF – 2º Seminário Regional‏

 

seminario agenda 21

A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, foi um dos grandes marcos para que o desenvolvimento sustentável pudesse sair da teoria e passasse a ser analisado sob a ótica de suas reais possibilidades de aplicação.

Em contraste com as demais iniciativas globais em se discutir o meio ambiente, a Eco-92, denominação popular da conferência, referendou a aceitação da necessidade de se adotar uma abordagem equilibrada e integrada das questões relativas ao meio ambiente e ao desenvolvimento.

Assim, concluiu-se que quaisquer iniciativas de estabelecimento de compromissos comuns para enfrentar os desafios latentes nesse início de século deverão enfocar, primordialmente, mas, não apenas as situações voltadas à preservação e conservação da natureza. Questões estratégicas de cunho socioeconômico são a raiz de grande parte dos problemas ambientais e, portanto, não podem ser desconsideradas na busca de novos modelos e instrumentos de gestão.

É oficial o consenso global de que a consolidação de um modelo mais responsável de desenvolvimento só ocorrerá se for explicitamente planejado, não havendo mais tempo hábil para ansiar que as forças de mercado e fenômenos semelhantes se mobilizem no sentido de promover a integração das questões ambientais, econômicas e sociais, ainda que sua manutenção de médio e longo prazos dependa dessa premissa.

Nesse contexto, a Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.

O termo “Agenda 21” é então usado no sentido de intenções, desejos de mudança e compromissos para um novo modelo de desenvolvimento para o século XXI, em escala planetária. É o documento que oficializa o acordo de um povo sobre os melhores caminhos a serem trilhados até uma situação de maior consciência e qualidade de vida.

Em suma, a Agenda 21 faz ressurgir no plano internacional a necessidade de um planejamento estratégico e participativo, que determine as prioridades a serem definidas e executadas em todos os níveis: global, nacional, regional e local, sem perder de vista o princípio Pensar Globalmente, Agir Localmente.

Apesar da responsabilidade de construção e implementação da Agenda 21 apontar diretamente para as autoridades governamentais, a participação das comunidades nos processos decisórios e de planejamento relativos às questões sócio-ambientais, perpassam sistematicamente suas orientações e princípios.

Os governos nacionais, estaduais e municipais devem convocar as autoridades a iniciarem um amplo diálogo com seus cidadãos, organizações civis, comunitárias, empresariais, entre outras, a fim de desenvolverem as Agendas 21 em diferentes escalas e incorporarem a preocupação com a sustentabilidade de seu desenvolvimento na formulação e implementação das políticas públicas.

Sobre o Programa Cidade 21
No Distrito Federal, a construção da Agenda 21 ocorre no âmbito do Programa Brasília Cidade 21, que vem sendo desenvolvido desde meados de 2008 com vistas a resultados concretos na ocasião do aniversário de Brasília, em abril de 2010.

O Programa Brasília Cidade 21 é instrumento de apoio à promoção de novas políticas públicas voltadas prioritariamente à gestão participativa fundamentada nos princípios das redes de colaboração solidária.

O processo de construção da Agenda 21 do Distrito Federal pressupõe uma ampla participação, com representatividade espacial e setorial de seu governo e dos diversos segmentos sociais, na busca de maior permeabilidade institucional em relação às atitudes e percepções da população frente aos seus problemas.

Em sua representatividade espacial, a metodologia do programa prevê que as Regiões Administrativas, agrupadas segundo critérios ambientais e político-administrativos, elejam as diretrizes e ações mais acertadas e as priorizem, levando em consideração os entraves e as vocações apontadas como de fundamental consideração pelos segmentos sociais.

A integração da malha institucional é garantida pela constituição e atuação do Fórum da Agenda 21 do Distrito Federal, instância de essencial atuação tanto na construção como na implementação das prioridades para a busca do desenvolvimento que se deseja.

Para mais informações:

Luciana Lopes Cavalcante
Gerente de Capacitação e Difusão de Tecnologias
Tel.: (61) 3325-6849
Fax: (61) 3325-6851
INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS DO DISTRITO FEDERAL – BRASÍLIA AMBIENTAL – IBRAM
Superintendência de Estudos, Programas, Monitoramento e Educação Ambiental – SUPEM
Diretoria de Educação Ambiental e Difusão de Tecnologias – DIREA
Setor Bancário Sul – Quadra. 2 – Ed. Maria Ramos Parentes – 1º Subsolo-
CEP: 70.070-928 – Brasília – DF

CD com selo ambiental

Ney Matogrosso produziu o primeiro CD brasileiro a exibir o selo “Prima Mudanças Climáticas”. O novo CD do cantor, “Beijo Bandido” teve o selo concedido pela ONG Prima – Mata Atlântica e Sustentabilidade, que certifica que a sua produção teve as emissões de carbono compensadas. As quase 600 toneladas de carbono geradas no processo foram neutralizadas com o plantio de 100 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, no sítio do próprio cantor.

Bom exemplo! Ótima iniciativa!

(Fonte: JB Ecológico)