Torcedor Sustentável

O Cultura Ambiental está em ritmo de Copa do Mundo. Todo mundo vestindo as cores verde e amarela e comemorando a classificação do Brasil para as oitavas de final.

Só se fala nisso em todo o país. Também, não é para menos, com uma copa onde tanta zebra anda rondando, o assunto não poderia mesmo ser outro…

Mas você sabia que pode aproveitar a Copa de maneira sustentável, sem agredir o planeta? Que tal ser mais “verde” quando torcer pela Seleção? Pequenas mudanças de atitude têm grandes resultados. Conheça nossas dicas para uma torcida mais sustentável:

Assista aos jogos com os amigos: Nada de ver os jogos cada um na sua casa, com uma televisão ligada por pessoa. Junte os amigos e assistam todos juntos, economizando energia.

Bebidas? Só se for de garrafa! Prefira bebidas em garrafas retornáveis, que são as mais ecológicas. Tente usar também copos de vidro, laváveis, ao invés dos de plástico. Caso você opte por usar bebidas em lata, lembre de separar em um saco de lixo e mandar para a reciclagem.

Organize caronas para os jogos e para as festas de comemoração. Ao invés de cada um ir em seu próprio carro, proponha um esquema de caronas. Além de ser mais divertido, a redução no número de carros circulando faz bem para o meio ambiente. E isso é muito importante, especialmente depois de vermos tanta confusão no trânsito em dias de jogos, já que todo mundo vai de carro, esperando chegar em casa primeiro. Mas o que se consegue com isso são apenas quilômetros e quilômetros de engarrafamento…

Vamos seguir o exemplo da nossa seleção canarinho? Acho que todo mundo já sabe que a camisa que a seleção brasileira de futebol usa na Copa do Mundo de 2010 é sustentável, já que é fabricada com material reciclável (resíduos de garrafa Pet).

Vale lembrar que a África do Sul está num estágio intermediário de adoção dos padrões verdes para uma copa. A expectativa é de que o Brasil seja o primeiro país a aplicar mudanças em larga escala, para a Copa de 2014. A transformação começa pelos estádios. Em 2006, algumas arenas reciclaram o lixo e captaram água da chuva para reuso.

O novo estádio Vivaldo Lima, em Manaus, por exemplo, prevê o uso de bioetanol e energia geotérmica para gerar eletricidade. Já o Beira-Rio, em Porto Alegre, terá um programa para compostagem do gramado, usando a grama cortada para adubar campos de treinamento do Inter. No Fonte Nova, em Salvador, haverá um sistema para repelir o calor e evitar grandes gastos com refrigeração. Ele é projetado para receber ventilação natural externa e dar menos trabalho ao ar-condicionado.

Torcedor, não seja sujismundo. Seja consciente e não suje os estádios, as ruas. Jogue o lixo no lixo, não faça xixi em qualquer lugar, emporcalhando as ruas e monumentos.

Veja aqui como fazer um pompom com sacolas plásticas, transformar camisetas que você já tem no armário com aplicações e costuras e enfeitar chinelos para torcer pela seleção.

Então, torcedor, já sabe: procure ao máximo ações sustentáveis, reusos, reciclagens e deixar tudo limpo ao seu redor quando acabar os jogos. Assim, o Brasil conquista a copa e você conquista o título de torcedor sustentável e ajuda o meio ambiente! 

Fonte: ecoblogs / planeta sustentavel / mundo sustentavel / customizando.net

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Dengue – um problema de todos nós!

A Dengue é hoje um dos principais problemas de saúde pública do mundo. A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 80 milhões de pessoas se infectam anualmente em mais de 100 países, com exceção do continente europeu. Dessas pessoas, cerca de 550 mil necessitam de hospitalização e pelo menos 20 mil morrem da doença. No Brasil, a maior incidência foi em 2002, quando foram registrados 794 mil casos.

O mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, encontrou no mundo moderno condições muito favoráveis para uma rápida expansão. Mais um problema causado pelo progresso da civilização! A urbanização acelerada que criou cidades com deficiências de abastecimento de água e de limpeza urbana; a intensa utilização de materiais não-biodegradáveis, como recipientes descartáveis de plástico e vidro; e as mudanças climáticas.

Mas, para quem não sabe, vamos explicar exatamente o que é a dengue e quais as formas de contágio.

A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus de evolução benigna, na maioria dos casos, e seu principal vetor é a fêmea do mosquito Aedes aegypti. Se o inseto picar alguém que teve dengue, ele passa a transmitir o vírus para pessoas saudáveis.

E como acontece o ciclo de transmissão?

A fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade espantosa e o mosquito adulto vive em média 45 dias.

No Brasil é um sério problema, já que a dengue é uma doença característica de áreas tropicais e subtropicais, onde as condições do ambiente favorecem o desenvolvimento dos vetores, os mosquitos.

E quais são os sintomas?

Existem duas formas de dengue: a clássica e a hemorrágica.

A dengue clássica geralmente causa febre, dor de cabeça, no corpo, nas articulações e por trás dos olhos, manchas vermelhas na pele e pode afetar crianças e adultos, mas raramente mata.

Já a dengue hemorrágica é a forma mais severa, porque além dos sintomas citados, pode ocorrer sangramento e ocasionalmente choque, podendo levar à morte. É importante lembrar que a pessoa que sentir esses sintomas deve procurar os serviços de saúde, evitar o uso de medicamentos à base de ácido acetil salicílico, como aspirina, AAS, melhoral, entre outros, e deve ingerir muito líquido.

Pois é, e nunca é demais falar que a melhor maneira de prevenir a dengue é impedir a reprodução do mosquito. O Aedes aegypti procura água acumulada para colocar seus ovos em recipientes como pneus, latas, garrafas, vasos de planta, caixas d’água destampadas e piscinas não tratadas, entre outros. O combate à dengue deve começar em cada casa e tornar-se uma rotina praticada todos os dias. As providências são simples e o efeito vai beneficiar toda a comunidade.

É importante lembrar que somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. Procure-o!

DICAS PARA EVITAR FOCOS DE DENGUE:

– Guardar baldes e vasos de plantas vazios de boca para baixo,

– Retirar sempre a água e lavar com sabão a bandeja externa de geladeiras,

– Colocar areia em todos os cacos de vidros nos muros que possam acumular água,

– Manter caixas d’água, cisternas e poços bem fechados. O ideal é tampar com telas aqueles que não tem tampa própria.

– Verifique se as calhas de água da chuva não estão entupidas e remova folhas ou outros materiais que possam impedir o escoamento da água.

E dentro das dicas que sempre trazemos aqui no cultura ambiental, é importante também não acumular lixo e entulho.

– Deixe o quintal sempre limpo. As garrafas pet e de vidro devem ser enviadas para a reciclagem ou serem reutilizadas em casa, mas não podem ficar ao relento, tomando chuva. Os sacos plásticos das lixeiras devem ser bem fechados e a lixeira deve fica sempre tampada. Os pneus velhos devem ser entregues ao serviço de limpeza urbana ou à reciclagem. Caso você tenha necessidade de mantê-los, guarde-os em local coberto.

– E quem tem lagos, cascatas, espelhos d’água decorativos devem mantê-los sempre limpos. O ideal é criar peixes, já que eles se alimentam de larvas, entre elas, a do mosquito. Sempre lembrando de manter a água tratada com cloro, assim como a piscina que deve ser limpa uma vez por semana ou ficar coberta caso não esteja sendo utilizada.

– Para quem cultiva bromélias ou outras plantas que acumulam água, é imprescindível tratá-las com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando, no mínimo, duas vezes por semana e retirando sempre a água acumulada nas folhas. Além disso, os velhos conhecidos pratinhos de vasos de plantas ou xaxins não podem acumular água e o ideal é colocar areia até a borda do pratinho, assim a areia absorve o resto de água.

– E se você tem animais domésticos, lembre de lavar com bucha e sabão em água corrente, pelo menos uma vez por semana, o pratinho do seu amigão de estimação.
 
Pessoal, a dengue é um problema de todos, não somente do governo. Se você não cuidar do seu ambiente, pode contaminar toda a sua vizinhança. E quem mora ao lado de terrenos baldios, é importante comunicar o poder público para que as providências possam ser tomadas.

É isso pessoal, vamos todos abraçar os cuidados para acabar com esse problema tão sério que afeta tanto, nós, brasileiros.

Ouça aqui o nosso programa do dia 18 de junho sobre esse tema.

II Encontro de Meio Ambiente Unicesp

Folder Evento, clique aqui: II_Encontro_de_Meio_Ambiente_UNICESP

 

Nos dias 17 e 18 junho, a Faculdade UnICESP realiza evento para sensibilizar a comunidade sobre o tema

Você sabia que um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo e reciclável? Por essas e outras é que vale a pena separar o lixo seco de todos os restos orgânicos. Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora.

Nos dias 17 e 18 de junho, várias experiências serão apresentadas no II Encontro de Meio Ambiente promovido pelo curso de gestão ambiental da faculdade UnICESP. As palestras e debates acontecerão a partir das 19h30 no auditório central do campus do Guará I.

Estarão na pauta, discussões sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, consumo consciente e redução de resíduos. O papel das cooperativas também será apresentado, além do processo de coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos e domiciliares no Distrito Federal. As palestras terão a participação do Ministério do Meio Ambiente, Wal Mart Brasil, cooperativas e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF – Adasa.

O Encontro pretende difundir conhecimentos básicos sobre reciclagem, além de mobilizar, sensibilizar e ajudar a comunidade a participar de forma socialmente responsável fazendo com que todos possam discutir e analisar a questão da reciclagem no Distrito Federal.

Realizado pelo 3º semestre do curso de Gestão Ambiental da faculdade UnICESP, o II Encontro de Meio Ambiente tem o patrocínio da Concremat Engenharia, Consórcio Mendes Júnior, Serveng e CR Almeida e da Construtora Araújo e apoio do programa Cultura Ambiental da rádio Cultura FM. Para participar, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail gestao.ambiental212@gmail.com, ou pelo telefone 3035-9500. O Encontro é gratuito e aberto ao público.

 

Serviço

II Encontro de Meio Ambiente

17 e 18 de junho a partir das 19h30

Faculdade UnICESP – Campus Guará I

QE 11 Area Especial C/D – Guará I

Contato: 3035-9500 Falar com ASCOM UNICESP ou coord.gestaoambiental@unicesp.edu.br

Ouça a divulgação do encontro que está no ar na rádio Band News (90,5 FM)

Partidos e entidades rejeitam parecer do Código Florestal

E você? Qual a sua opinião sobre o assunto? Saiba porque tanta polêmica. Leia como está sendo a discussão e comente.

O substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) aos projetos que reformam o Código Florestal (Lei 4.771/65) foi duramente criticado em notas técnicas apresentadas nesta quarta-feira (9) pelo PV, Psol e pelo Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União. O parecer agradou a bancada ruralista, mas recebeu críticas duras dos parlamentares e das entidades ambientalistas. A avaliação dessas entidades é que o texto representa um retrocesso na proteção ambiental.

Aldo Rebelo terminou de ler seu relatório ao Projeto de Lei 1876/99 e seus apensados nesta quarta-feira (9). Por acordo entre os ambientalistas e a bancada ruralista, ficou acertado que os pedidos de vista e a apresentação de emendas só serão feitos na reunião da próxima terça-feira (15).

O presidente da comissão especial, deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), acredita na votação do texto na comissão até dia 23, ainda a tempo de ser analisado pelo Plenário da Câmara neste semestre. “Conversamos com o presidente Temer; deverá haver um acordo entre os líderes para ver se há possibilidade, inclusive, de aprovação ainda nesse primeiro semestre. O presidente da Casa assumiu o compromisso de pautar, desde que haja concordância.”

Veja as opiniões dos deputados Sarney Filho (PV-MA) e Valdir Colatto (PMDB-SC) sobre o relatório.

Reserva legal – Um dos pontos mais criticados é a ampliação da autonomia dada aos estados para legislar sobre meio ambiente. O texto do relator delega a estados e municípios a prerrogativa de fixar os limites de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e reservas legais. Aldo Rebelo afirmou que cada estado tem especificidades que devem ser respeitadas. E citou como exemplo a Amazônia, “com 98% de vegetação nativa, falar em Reserva Legal de 80% não afeta muito os produtores, mas o mesmo não acontece em São Paulo, com 4,5% de área nativa”. “A realidade não é ideal, há circunstâncias que levaram à situação atual e devem ser consideradas para não inviabilizar a produção e os municípios”, disse.

O coordenador da campanha de Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário, lembrou que só com a liberação de reserva legal das propriedades em até quatro módulos de extensão, ficarão liberados para desmatamento mais 85 milhões de hectares. Hoje, o desmatamento atinge 73 milhões de hectares.

O cálculo do desmatamento potencial deve levar em conta que, mesmo as propriedades de médio e grande porte também estão isentas de manter reserva legal em seus primeiros quatro módulos, a exemplo do que ocorre com o Imposto de Renda. Todos os contribuintes são isentos até R$ 1499,15. A partir daí, quem ganha mais, terá a alíquota correspondente incidente sobre cada faixa.

Para o PV, fica ainda mais grave a questão, ao se considerar que cada estado tem um padrão de módulo rural que pode ir de 1 até 100 hectares, com variações dentro do próprio estado, como o Amazonas, que tem de 20 até 100 hectares. Assim, essa isenção pode atingir propriedades com centenas de hectares.

Ainda com relação às reservas legais, Psol e PV discordam da liberalidade de permitir ao proprietário decidir onde será a reserva. Nas notas, os partidos afirmam que essa determinação deve ser feita a partir de critérios técnicos.

Anistia – O PV também discorda da permissão para que produtores, mesmo que tenham infringido a lei, possam continuar com suas atividades na reserva legal ou nas APPsSão faixas de terra ocupadas ou não por vegetação nas margens de nascentes, córregos, rios, lagos, represas, no topo de morros, em dunas, encostas, manguezais, restingas e veredas. Essas áreas são protegidas por lei federal, inclusive em áreas urbanas. Calcula-se mais de 20% do território brasileiro estejam em áreas de preservação permanente (APPs). As APPs são previstas pelo Código Florestal. Os casos excepcionais que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em APP são regulamentados pelo Ministério do Meio Ambiente. até a elaboração do Programa de Regularização Ambiental.

Quanto à regularização, o PV defende a data máxima de 21 de setembro de 1999 para a anistia e não 22 de julho de 2008. Isso porque 2008 é a data da segunda regulamentação da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9605/98), mas essa lei já havia sido regulamentada em 1999. Em inúmeras outras passagens, o partido questiona a data de referência de 2008.

Aldo Rebelo reafirmou que é preciso mudar o Código Florestal para tirar da ilegalidade pessoas que não cometeram crime algum. Ele disse que o ideal seria regularizar a situação dos produtores rurais de acordo com a legislação atual, porém, assinalou, isso seria desconsiderar as realidades econômico-sociais.

Autonomia dos estados – Para o Psol, o substitutivo de Rebelo descumpre a Constituição ao retirar da União a competência para fixar as regras gerais e a segurança ambiental. Os procuradores de justiça explicam que há distorção da regra de legislação concorrente porque essa pressupõe que a União traça os limites e os estados poderiam somente ampliar a proteção, não restringi-la.

Aldo Rebelo afirmou que a autonomia é relativa e está subordinada às normas federais de proteção da reserva legal e da faixa mínima de preservação das margens de rio. “Primeiro, os estados não terão liberdade absoluta. Os estados terão liberdade respeitando a lei federal, que exige 20% de proteção na Mata Atlântica, 35% no Cerrado e 80% na Amazônia”, disse.

Como o próprio relator admitiu ao ler seu voto, há dúvidas se a redução da área a ser preservada às margens dos rios e riachos não afetaria a proteção ambiental mínima necessária para o cumprimento da função biológica de uma APP.

O relator explicou que ouviu de muitos especialistas o argumento de que pequenos fragmentos de áreas seriam insuficientes para a reprodução da vida. Rebelo propôs a redução de APP obrigatória de 30 para 15 metros, podendo ser reduzida à metade, para rios com até 5 metros de largura. Os números são crescentes até 500 metros para cursos d’água com até 600 metros de largura. Esses limites poderão ser reduzidos à metade pela legislação estadual o que, de acordo com o relator, não prejudicará as matas ciliares.

Rebelo apontou essa questão como um exemplo da necessidade de flexibilização. Ele contou que recebeu mensagem de um pequeno produtor que tinha seis riachos em sua propriedade. Manter os limites atuais, disse, seria inviabilizar o uso econômico da propriedade.

Fonte: Agência Câmara

Consórcio quer dar fim aos lixões no DF

DF assina protocolo para implantar aterros sanitários e apoiar a reciclagem – E nós, aqui do Verde Capital estaremos de olho! Queremos só ver se isso vai sair do papel mesmo. Cidadão, cumpra sua parte e fique alerta também. A hora do voto está chegando e esta é a melhor hora de cobrar do seu candidato o que ele fez na gestão anterior.

A questão da destinação do lixo é das mais graves e tem impactos sociais e no meio ambiente. Para enfrentar este problema, no Distrito Federal e Entorno, os governador Rogério Rosso e o secretário das Cidades do governo de Goiás, Paulo de Castro, assinaram nesta segunda-feira (7), no auditório da Agência Nacional de Águas (Ana), protocolo de intenções para criação do Consórcio Público de Manejo dos Resíduos Sólidos e das Águas Pluviais da Região Integrada do DF, Goiás e 20 municípios goianos.

O objetivo do acordo é acabar com os lixões e apoiar a reciclagem por meio de uma ação integrada levando em consideração as diferentes realidades entre as grandes cidades e os municípios. O consórcio pretende melhorar a coleta e solucionar a destinação do lixo urbano nessas regiões, obter recursos financeiros além de prestar aos municípios serviços de capacitação técnica. Cada cidade continuará responsável pela limpeza das ruas e a coleta dos lixos em suas áreas, mas o novo projeto possibilitará a construção de aterros que poderão ser compartilhados por mais cidades.
 
O governador Rogério Rosso destacou que o DF e o Entorno estão no mesmo território, porém contam com realidades políticas e econômicas diferentes. “É uma ação coletiva que permite a união de esforços na busca de soluções para problemas tão graves como o lixo”, afirmou.
 
Segundo o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Silvano Silvério, no Brasil, 60% dos municípios despejam resíduos em lixões. “O intuito do protocolo é levar gestão regionalizada e integrada com eficácia na aplicação dos recursos públicos reduzindo os custos operacionais e mantendo o corpo técnico qualificado para atingir a sustentabilidade econômica”, detalhou.
 
Para o representante do governo do Goiás e secretário das Cidades, Paulo de Castro, os consórcios públicos surgem como uma solução viável para os problemas do destino dos resíduos sólidos. “Novos investimentos reduzirão os gastos com o tratamento do lixo. Os aterros serão compartilhados entre as cidades evitando que os resíduos sejam despejados em lixões que são fonte de emissão de gases de efeito estufa, os caminhões serão específicos para garantir o transporte adequado, haverá galpões com empilhadeiras e vamos melhorar o trabalho feito pelas cooperativas de catadores de recicláveis para gerar mais emprego e renda”, afirmou.
 
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, reforçou que a gestão estratégica do projeto é essencial e visa traduzir as melhorias em ações práticas. “São idéias que devem ser pensadas em conjunto para atender as necessidades de cada município. Cada região tem sua particularidade e o Distrito Federal deverá ser um exemplo a ser seguido”, completou.
 
O documento será encaminhado para aprovação à Câmara Legislativa do Distrito Federal e a Assembléia Legislativa de Goiás. Um plano de gestão será elaborado para analisar onde serão construídos os aterros.
 
Fazem parte do acordo os municípios de Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antonio do Descoberto, Valparaíso de Goiás, Vila Boa e Vila Propício.

Fonte: Agência Brasília

XII FICA de 8 a 13 de junho, na Cidade de Goiás

Começa hoje, na Cidade de Goiás, o XII FICA. Participe! Cinema, natureza e cenário histórico. 

      

A histórica Cidade de Goiás oferece aos seus moradores e visitantes os diversos prazeres de um lugar afastado dos grandes centros urbanos. Ruas de pedras e o casario de arquitetura colonial, a rica gastronomia goiana, o ar puro e a beleza do Cerrado são apenas algumas delas. Porém, sem perder suas características interioranas, a cidade se modifica em junho com o agito do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, o FICA, que será aberto hoje, 8 de junho e vai até domingo, dia 13.

Um dos mais importantes festivais temáticos do mundo, o FICA é uma oportunidade rara para o público unir paixões como natureza, cinema e tantas outras. Além de desfrutar das sessões de Cinema da mostra competitiva, cursos, palestras e debates sobre a sétima arte e temáticas ambientais, o participante do Festival tem a oportunidade de se deliciar com o empadão goiano, prato típico da cidade, ou visitar a casa onde viveu a doceira Cora Coralina, maior poetisa do estado.

Inseridos na magia do Cerrado e imersos na atmosfera da antiga capital goiana, estarão não apenas público e moradores, mas diversos ambientalistas, jornalistas, cineastas, músicos, entre outros. Algumas personalidades que irão marcar presença são o francês Jacques Aumont, considerado um dos mais importantes teóricos mundiais do cinema, os pesquisadores ambientais Luís Fernandez e Suzana Kahn, além dos músicos Lulu Santos, Alcione, Yamandu Costa e Paula Lima.

Nas telas, poderão ser conferidos 28 trabalhos pela mostra competitiva, dos quais 12 são produções estrangeiras. Uma seleção enxuta entre as 552 obras (de 67 países) inscritas. Um destaque entre os selecionados é o documentário “The Cove”, vencedor do último Oscar na categoria Melhor Documentário. A obra aborda a matança de golfinhos no Japão e tem causado muita polêmica mundo afora.

Além dos filmes e vídeos em competição, rola uma mostra paralela que, entre outros, exibe “Avatar”, de James Cameron. O filme é um dos grandes fenômenos recentes do Cinema mundial e foi vencedor de três Oscar. Embora a maior parte da mídia tenha se atentado apenas para o sucesso de seus efeitos em 3D, o que o traz para o FICA é sua temática, pois a obra busca mostrar o choque cultural entre o homem terráqueo  e a população  nativa  da lua Pandora, que vê suas terras ameaçadas pela ganância humana.

Reconhecida pela Unesco como Patrimônio Histórico e Cultural Mundial por sua arquitetura e tradições seculares, a Cidade de Goiás tem sua existência como motivo mais do que suficiente para uma visita. Apelo que aumenta ainda mais enquanto ela é palco do FICA. O Festival intensifica seu saboroso caldeirão cultural repleto de boas novidades para quem não perde por nada uma boa viagem, seja ao passado, presente ou futuro.

XII FICA terá atrações voltadas para as crianças       

As crianças terão diversão garantida no XII Festival de Cinema e Vídeo Ambiental – FICA, na Cidade de Goiás. Além da Mostra Infantil, com filmes exclusivos para a meninada, a programação do festival traz também uma oficina de animação, que será ministrada pela produtora Élène Dallaire, e ainda o espetáculo O Contador de Histórias do Cerrado, com o grupo goiano Arte e Fogo. O XII FICA acontece na antiga Vila Boa, com um leque de atrações voltadas para a sétima arte, o meio ambiente e entretenimento cultural.

Na Mostra Infantil, que tem curadoria de Carlos Cipriano, serão exibidos 11 filmes, entre produções nacionais e estrangeiras, todas com temática ambiental.

Fonte: www.fica.art.br

Respeito ao meio ambiente pode ser critério nas licitações públicas, diz ministro do TCU

Bom saber que o Estado está atento ao meio ambiente! Isso é importante para todos nós. Que as ações cheguem a todos, cidadãos, governo e instituições. Se todos fizerem sua parte, a gente consegue. Aproveitem a leitura!

É dever do Estado zelar por um meio ambiente sustentado e, por isso, o Estado pode criar licitações diferenciadas para produtos e serviços de empresas que sabidamente respeitam normas e critérios de ordem socioambiental. Esse é o entendimento do ministro Benjamin Zymler, vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), expresso nesta segunda-feira (7) no painel de abertura do Congresso Internacional sobre Contratações Públicas Sustentáveis.

Zymler disse que não existe lei específica sobre compras governamentais atreladas à questão do meio ambiente, mas ressaltou que a Lei 866/93 alude à necessidade de respeito ambiental e o Artigo 3º da mesma lei diz que a licitação pública deve buscar a proposta mais vantajosa para o Estado. E a vantagem, segundo ele, “nem sempre é determinada por preço mais baixo. Deve-se levar em conta, principalmente, a adequação do produto ou serviço às necessidades do Estado, com foco na sustentabilidade ambiental”.

O ministro do TCU elogiou a iniciativa do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão quanto à promoção do congresso, dedicado à discussão de critérios sustentáveis na aquisição pública de bens, serviços e obras. Ele destacou que a questão ainda é pouco difundida no país, mas acha de “extrema importância” que todos os segmentos de governo e da sociedade civil organizada se debrucem sobre a necessidade do “uso harmônico” dos princípios básicos da vida.

Iniciativa da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, o congresso reúne especialistas da área de licitação pública, compradores do governo e representantes de órgãos de controle para debater aspectos jurídicos do mercado de bens e serviços sustentáveis. Os participantes aproveitam a oportunidade para também trocar experiências nas operações já sob o impacto da Instrução Normativa (IN) nº 1, em vigor desde janeiro último. Segundo a norma, as obras públicas devem economizar na manutenção e operacionalização da edificação, reduzir o consumo de energia elétrica e de água, bem como utilizar tecnologias e materiais que evitem desperdícios e reduzam o impacto ambiental.

Fonte: Agência Brasil

MMA promove mostra de cinema ambiental em Brasília/DF

Prosseguindo às comemorações da semana internacional do meio ambiente, a Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, em parceira com o CID-Ambiental, promove hoje (8/6), uma mostra de cinema ambiental, no prédio sede do MMA.

O evento será aberto ao público e acontecerá de 9hs às 18hs. Em cartaz, filmes e vídeos brasileiros que abordam a relação, muitas vezes conflituosa, entre natureza e sociedade. Os filmes e vídeos foram selecionados a partir do acervo do Circuito Tela Verde, incluindo outros títulos de destaque sobre o tema sociedade e meio ambiente.

O Circuito Tela Verde é uma iniciativa do Departamento de Educação Ambiental do MMA, em parceria com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, visando estimular a produção audiovisual independente sobre a temática ambiental.

Fonte: MMA

Brasil gerou 8% mais lixo em 2009, mas coleta seletiva estacionou

Segundo dados da Abrelpe, cada brasileiro gerou em média 1,15kg por dia, no ano passado, 6,6% a mais do que em 2008, enquanto o número de municípios que fazem coleta seletiva aumentou 0,7% pontos porcentuais.

Roger Fernandes – Aceav     
Por Alexandre Spatuzza – Revista Sustentabilidade

Por falta de consciência sobre o problema dos resíduos e de políticas públicas focadas, os programas de coleta seletiva e o setor de reciclagem no Brasil praticamente estacionaram em 2009 em comparação ao ano anterior, apesar de um salto de 7,7% na geração de resíduos sólidos no mesmo período de comparação, concluiu a associação que reúne as empresas de limpeza pública no Brasil, Abrelpe, no Panorama de Resíduos Sólidos de 2009 publicado no dia 26 de maio.

“O Brasil continua tendo políticas voltadas para a gestão dos resíduos que simplesmente resolvem o problema na destinação final, enquanto a coleta seletiva continua sendo implementada por inciativas pontuais de empresas ou entidades e ações informais,” disse à Revista Sustentabilidade Carlos Roberto Vieira, Diretor executivo da entidade. “O resultado disso é que o setor de reciclagem também não avançou muito entre 2008 e 2009.”

Segundo os dados do panorama, obtidos com antecipação pela Revista Sustentabilidade, a geração de resíduos atingiu 57 milhões de toneladas em 2009, 7,7% acima do volume gerado em 2008, enquanto o volume coletado aumentou 8%, chegando em 50 milhões de toneladas no ano. Em comparação, a população cresceu cerca de 1% e portanto o incremento na geração de resíduos é resultado do aumento de renda e do crescimento econômico. Segundo dados da Abrelpe, cada brasileiro gerou em média 1,15kg por dia, no ano passado, 6,6% a mais do que em 2008.

Ao mesmo tempo, o número de municípios que fazem coleta seletiva aumentou 0,7% pontos porcentuais, passando para 56,6% de 55,9% dos 5.565 municípios no país. O índice de reciclagem de plásticos, vidro, papel e alumínio ficaram estacionados nos mesmo índices de 2008: 19%, 47%, 45% e 50% respectivamente.

Inovação arrestada

Em 2009, no Sudeste, 78,7% dos municípios tiveram programas de coleta seletiva, no Sul, 76%, no Norte, 44,1%, no Nordeste, 34,2% e no Centro-Oeste, 26%. Em 2008, estes índices eram, respectivamente, de 78,4%, 75,7%, 42,8%, 33,7% e 22,7%. Em última instância, a falta de avanço neste setor impediu que as empresas de gerenciamento de resíduos investissem em tecnologias novas de reciclagem e abrissem novos negócios, uma tendência mundial no setor.

“As empresas estão prontas para fazer isso, mas não existe um arranjo de políticas públicas que permita que isso aconteça”, explicou. Entre as inovações, estão sistemas e processos de logística reveresa, reciclagem, compostagem e até de queima para geração de energia no que empresas do setor estão investindo em outros países.

A Abrelpe representa 92 empresas que operam no Brasil e que coletaram cerca de 183 mil toneladas de lixo diariamente em 2009. Os serviços de varrição urbana e coleta porta-a-porta custaram, em 2009, R$9,27 por mês para cada um dos 190 milhões de brasileiros. No entanto, segundo Vieira, este é um valor ainda inadequado para suprir todas as necessidades nacionais de gerenciamento de resíduos.

“O resultado é lixo de todos os tipos nas ruas dos centros urbanos e disposição inadequada de 43% do total de lixo gerado,” afirmou. O panorama de 2009, mostrou que ainda 22 milhões de toneladas foram para aterros controlados e lixões, apesar de ter havido um pequeno avanço neste sentido, já que em 2008, 45,1% dos resíduos estavam indo para disposição final inadequada.

Políticas públicas conservadoras

Isto foi resultado principalmente dos esforços das administrações públicas nas regiões Sul e Sudeste que aumentaram seus índices de destinação correta para 76,2% de 67,4% e para 78,7% de 73,4% respectivamente por meio de políticas convencionais de gestão de resíduos. “A região Sul é a que está mais próxima de destinar todo o seu lixo adequadamente, pois lá faltam cerca de 5.500 toneladas diárias, o que pode ser resolvido com a construção de um ou dois aterros,” disse.

No Nordeste, que gera cerca de 22% de todo o lixo no país, destina cerca de 67% dele para locais inadequados. “Cerca de 2/3 do lixo gerado pelo nordestino vai para lugares inadequados,” disse Vieira. Para ele, não só a falta de recursos, mas também os entraves políticos e institucionais emperram a melhoria da gestão convencional dos resíduos.

Apesar da Abrelpe ser a favor da criação de consórcios intermunicipais, a sua formação ainda é muito lenta, pois depende da aprovação de leis municipais caso a caso. Segundo a associação, o grande salto na gestão do lixo vai se dar com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos que forçará o setor público a planejar a gestão, o setor produtivo a pensar na reciclagem e a elaboração de contratos para reduzir a quantidade de resíduos que vão para aterros.

Mas para Vieira, o Brasil caminha a passos ainda lentos para fortalecer a indústria de reciclagem. Mesmo em estados que já têm políticas de resíduos como São Paulo e Minas Gerais, o processo ainda é lento, apesar de ter ajudado na melhor destinação final do lixo. “Em um primeiro momento estas legislações garantem um destinação adequada, o reflexo para reciclagem, na qual nossas associadas têm interesse, se dará num segundo momento,” explicou.

Fonte: Revista Sustentabilidade/EcoAgência

E você, o que faz com seu lixo? Procure pontos de reciclagem perto de sua casa e entregue para que seja transformado em algo util. No mínimo, separe em dois sacos, orgânico e seco para facilitar o trabalho da cooperativa de catadores do lixão, já que aqui em Brasília a coleta seletiva é pífia…

Dia Mundial do Meio Ambiente

Comemorado desde 1972, o Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado para estimular a consciência mundial ao meio ambiente e incentivar ações da sociedade civil.

Este ano, com o tema “Muitas Espécies, Um Planeta, Um futuro”, a data busca focar a importância da saúde do Planeta e seus ecossistemas para a humanidade, além de apoiar o movimento das Nações Unidas que falamos na semana passada: 2010 – Ano Internacional da Biodiversidade.

Nós, os humanos, fazemos parte de um número reduzido de espécies que apresentam crescimento em sua população. Enquanto isso, muitas outras estão se extinguindo. Sabemos que mais de 17 mil espécies estão ameaçadas de extinção – desde plantas e insetos pouco conhecidos até as mais belas aves e mamíferos. E isso mal reflete a dimensão do problema; já que muitas espécies desaparecem antes mesmo de serem descobertas…

E vcoê sabe qual é a razão disso tudo?

Simples. A atividade humana. É o que sempre alertamos aqui no blog. Na busca pelo desenvolvimento, nós causamos o desaparecimento de grandes partes das florestas originais, drenamos metade dos pantanais do mundo, acabamos com 3/4 das unidades populacionais de peixes e emitimos a quantidade suficiente de gases de efeito estufa para manter o nosso planeta aquecendo pelos próximos séculos. Nós pisamos no acelerador e provocamos um ritmo de extinção de espécies mil vezes maior do que o ritmo natural.

Pois é, e com isso, nós estamos arriscando, de maneira progressiva, a perder algo que é fundamental para a nossa sobrevivência. A variedade de vidas do nosso planeta – conhecida como “biodiversidade” – nos fornece alimentos, vestuário, combustível, remédios e muito mais. Mesmo quando uma única espécie é retirada dessa complexa teia da vida, o resultado pode ser catastrófico.

Dessa forma, a data é uma ótima oportunidade para enfatizar a importância da biodiversidade para o bem-estar humano; refletir sobre nossas conquistas e modo de vida para protegermos e estimularmos a multiplicação dos nossos esforços para reduzir a taxa de perdas da biodiversidade.

E para essa mobilização, vale tudo, desde pequenas atividades individuais e escolares até grandes iniciativas de comunidades e corporações multinacionais. Vale sempre lembrar que nós devemos procurar ter atitudes e práticas mais conscientes para podermos contribuir para a sustentabilidade da vida no Planeta. Já falamos aqui que consumir com consciência não é não consumir, mas sim consumir de uma forma diferente, conhecendo os impactos desse consumo para a sociedade, para o meio ambiente e para a economia.

Então, mãos-à-obra! Nunca é tarde para começar e fazer um belo trabalho mudando hábitos e chamando amigos para aderir às boas ações. Esperamos que tenham comemorado o Dia Internacional do Meio Ambiente realizando uma ação em prol do meio ambiente. Nem que seja plantar uma árvore ou passar um fim de semana sem consumir o que não é necessário. Vamos trabalhar para que o mundo continue sendo um lugar habitável.

Vídeo interessante que encontramos no Youtube. Será esse nosso fim?