Hora do Planeta 2014 – O que é e resultados

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E você, aderiu à Hora do Planeta 2014?

Veja aqui e aqui galerias com as fotos de grandes monumentos e lugares interessantes que participaram.

A Hora do Planeta é um movimento global que une as pessoas para proteger o planeta. No final de março de cada ano, a Hora do Planeta reúne comunidades de todo o mundo que celebram um compromisso com o planeta, desligando luzes por uma hora designada.

Qual a importância disso?

A Hora do Planeta tem como objetivo incentivar uma comunidade global interconectada para compartilhar as oportunidades e os desafios da criação de um mundo sustentável. A Hora do Planeta incentiva pessoas, empresas e governos para mostrar liderança em soluções ambientais através de suas ações, usando a Hora do Planeta como uma plataforma para mostrar ao mundo o que eles estão tomando medidas para reduzir seu impacto ambiental. A Hora do Planeta pede a todos para terem responsabilidade pessoal por seu impacto sobre o planeta e fazer mudanças comportamentais para facilitar um estilo de vida sustentável. Dar o primeiro passo é tão fácil como desligar as luzes. Desligando suas luzes na Hora do Planeta você está reconhecendo e celebrando o seu compromisso de fazer algo mais para o planeta que vai além da hora.

Saiba mais aqui.

Fonte: WWF

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Papel é melhor do que plástico? Repensando o folclore ambiental

Quando se trata de preservar o meio ambiente, a maioria das pessoas quer fazer a coisa certa. Mas não basta escolher a sacola de papel, afirma Leyla Acaroglu, estrategista de sustentabilidade. Sua palestra é um corajoso apelo pelo fim dos mitos verdes aos quais nos apegamos, promovendo uma visão mais ampla e levando à criação de sistemas e produtos que peguem leve com o planeta.

http://www.ted.com/talks/leyla_acaroglu_paper_beats_plastic_how_to_rethink_environmental_folklore?language=pt-br&utm_source=redesabril_vidasimples&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_vidasimples

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Artigo de equipe de Gestão Ambiental é pauta em Congresso Internacional de Meio ambiente

Gestão Ambiental se destaca com publicações e participação em congressos.

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Por Wallinson Leandro – ASCOM ICESP Promove Brasília

O 4º Congresso Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente terá como uma das pautas o artigo dos professores Bernardo Verano, Eliezé Carvalho e a acadêmica Raquel Sena, de Gestão Ambiental, do Icesp Promove de Brasília. A equipe pesquisou o descarte inadequado dos Resíduos Sólidos de Construção e Demolição em calçadas e terrenos baldios.

O evento, patrocinado por grandes marcas nacionais como a Gerdau, BAESA, CORSAN e CPFL Renováveis e conta com apoio do SEBRAE NACIONAL, tem o objetivo de debater sobre o cenário mundial e a realidade brasileira, promovendo discussões sobre temas relacionados às energias renováveis. Trata de um assunto polêmico e de grande importância, tendo em vista a previsão de crescimento do Brasil. O congresso será realizado, em Bento Gonçalves de 23 a 25 de abril de 2014.

“É uma ótima oportunidade, para o curso de Gestão Ambiental, apresentar resultados de trabalhos e artigos elaborados por seus professores e alunos de graduação e pós em cenário nacional, levando o nome ICESP Promove de Brasília aos grandes eventos nacionais e internacionais, mantendo o padrão de excelência em eventos acadêmicos, que vêm sendo desenvolvido desde 2013, onde tivemos cinco trabalhos apresentados no Congresso Nacional de Gestão Ambiental e um artigo apresentado no I Congresso Internacional de Biologia com o tema Água e Diversidade”, diz Bernardo.

Em 2014, o curso de Gestão Ambiental já demonstrou sua excelência nas pesquisas, tendo um Trabalho de Conclusão de Curso adaptado e apresentado como Projeto de Lei na Câmara de Deputados sobre a Logística Reversa de medicamentos e agora a aprovação do trabalho Resíduos Sólidos de Construção Civil e Demolição no Distrito Federal aprovado para o 4º congresso internacional das tecnologias ambientais.

“É importante um curso como o nosso, um dos pioneiros em Gestão Ambiental, iniciar essa nova etapa da jornada, onde alunos e professores têm participação efetiva na área de congressos e publicações, pois o material por aqui produzido é de grande qualidade e pode sim contribuir para difundir a Gestão Ambiental como instrumento da sociedade levando o nome de nossa instituição aos grandes eventos acadêmicos da área” diz o coordenador do curso, professor Bernardo Verano.

O artigo mostra os problemas do descarte inadequado de resíduos, que perturba a população, causando danos ao meio ambiente e alterando a paisagem local. A relevância da pesquisa se dá pela atualidade do tema e a possibilidade de análise dos impactos gerados na região do Distrito Federal, possibilitando o acesso à informação sobre o assunto.

O Verde Capital parabeniza aos autores do artigo e deseja sucesso na apresentação no Congresso.

Para saber mais clique aqui.

A História das Coisas

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Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014

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Alimentar o mundo, cuidar do planeta.

Famílias compartilham tudo. Compartilham o espaço onde moram e as refeições. Compartilham anseios, sonhos, sucessos e fracassos.
Em todo o mundo desenvolvido e em desenvolvimento, as famílias de agricultores também colhem os benefícios de compartilhar o trabalho…

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A história da água engarrafada

Depois do sucesso do vídeo A História das Coisas, Annie Leonard produziu um novo vídeo de conscientização ecológica: The Story of Bottled Water, no bom português se traduz como A História da Água Engarrafada.

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Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014

 

Dia Mundial da Água – 22 de Março

Olá, caros leitores deste blog!

Algumas coisinhas sobre a água, considerando que o Dia Mundial da Água já passou e você quer mesmo é novidade.

  • Para quem quer saber mais sobre a história da data:

A Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a resolução A/RES/47/193 de 22 de fevereiro de 1993, instituindo que 22 de março de cada ano seria declarado Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 93, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (sobre recursos hídricos) da Agenda 21. E através da Lei n.º 10.670, de 14 de maio de 2003, o Congresso Nacional Brasileiro instituiu o Dia Nacional da Água na mesma data.

Os Estados foram convidados, como fosse mais apropriado no contexto nacional, a dedicar o Dia a atividades concretas que promovessem a conscientização pública através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas à conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos e/ou a implementação das recomendações da Agenda 21.

  • Dica bem legal! – Trazemos uma publicação fantástica feita pela ONG WWF sobre o tema. Muito legal, chama-se “Livro das Águas – Cadernos de Educação Ambiental”. Tem uma interatividade show de bola e você descobre várias coisas interessantes. Vale a pena ver e curtir! Clique aqui.

A água é um bem precioso e insubstituível. É um elemento da natureza, um recurso natural. Na natureza podemos encontrar a água em três estados: sólido (gelo), gasoso (vapor) e líquido. Ainda classificando a água ela pode ser: doce, salobra e salgada.

É de domínio público e de vital importância para a existência da própria vida na Terra. A água é um recurso natural que propicia saúde, conforto e riqueza ao homem, por meio de seus incontáveis usos, dos quais se destacam o abastecimento das populações, a irrigação, a produção de energia, o lazer, a navegação.

De acordo com a “Gestão dos Recursos Naturais da Agenda 21, a água pode ainda assumir funções básicas, como:

* Biológica: constituição celular de animais e vegetais.
* Natural: meio de vida e elemento integrante dos ecossistemas.
* Técnica: aproveitada pelo homem através das propriedades hidrostática, hidrodinâmica, termodinâmica entre outros fatores para a produção.
* Simbólica: valores culturais e sociais.

Muito se fala em falta de água e que, num futuro próximo, teremos uma guerra em busca de água potável. O Brasil é um país privilegiado, pois aqui estão 11,6% de toda a água doce do planeta. Aqui também se encontram o maior rio do mundo – o Amazonas – e o maior reservatório de água subterrânea do planeta – o Sistema Aqüífero Guarani.

No entanto, essa água está mal distribuída: 70% das águas doces do Brasil estão na Amazônia, onde vivem apenas 7% da população. Essa distribuição irregular deixa apenas 3% de água para o Nordeste. Essa é a causa do problema de escassez de água verificado em alguns pontos do país. Em Pernambuco existem apenas 1.320 litros de água por ano por habitante e no Distrito Federal essa média é de 1.700 litros, quando o recomendado são 2.000 litros.

Mas, ainda assim, não se chega nem próximo à situação de países como Egito, África do Sul, Síria, Jordânia, Israel, Líbano, Haiti, Turquia, Paquistão, Iraque e Índia, onde os problemas com recursos hídricos já chegam a níveis críticos.  Em todo o mundo, domina uma cultura de desperdício de água, pois ainda se acredita que ela é um recurso natural ilimitado. O que se deve saber é que apesar de haver 1,3 milhão de km\3 livre na Terra, segundo dados do Ministério Público Federal, nem sequer 1% desse total pode ser economicamente utilizado, sendo que 97% dessa água se encontra em áreas subterrâneas, formando os aqüíferos, ainda inacessíveis pelas tecnologias existentes.

Políticas públicas e um melhor gerenciamento dos recursos hídricos em todos os países tornam-se hoje essenciais para a manutenção da qualidade de vida dos povos. Se o problema de escassez já existente em algumas regiões não for resolvido, ele se tornará um entrave à continuidade do desenvolvimento do país, resultando em problemas sociais, de saúde, entre outros.

O país está tomando medidas concretas para impedir esse futuro, entre elas a criação da Agência Nacional de Águas,a sobreposição do rio São Francisco, adoção de técnicas de reuso de água e construção de infra-estrutura de saneamento, já que hoje 90% do esgoto produzido no país é despejado em rios, lagos e mares sem nenhum tratamento.

Segundo a Organização das Nações Unidas – ONU, 50% da taxa de doenças e morte nos países em desenvolvimento ocorrem por falta de água ou pela sua contaminação. Assim sendo, o rápido crescimento da população mundial e a crescente poluição, causado também pela industrialização, torna a água o recurso natural mais estratégico de qualquer país do mundo.

Para cada 1.000 litros de água utilizados, outros 10 mil são poluídos. Segundo a ONU, parece estar cada vez mais difícil se conseguir água para todos, principalmente nos países em desenvolvimento. Dados do International Water Management Institute – IWMI mostram que, no ano de 2025, 1.8 bilhão de pessoas de diversos países deverão viver em absoluta falta de água, o que equivale a mais de 30% da população mundial. Diante dessa constatação, cabe lembrar que a água limpa e acessível se constitui em um elemento indispensável para a vida humana e que, para se tê-la no futuro, é preciso protegê-la para evitar o futuro caótico previsto para a humanidade, quando homens de todos os continentes travarão guerras em busca de um elemento antes tão abundante: a água.

Devido à grande expansão urbanística, a industrialização, a agricultura e a pecuária intensivas e ainda à produção de energia elétrica – que estão estreitamente associadas à elevação do nível de vida e ao crescimento populacional – crescentes quantidades de água passaram a ser exigidas.

As crescentes necessidades de água, a limitação dos recursos hídricos, os conflitos entre alguns usos e os prejuízos causados pelo excesso de água exigem um planejamento bem elaborado pelos órgãos governamentais, estaduais e municipais, visando técnicas de melhor aproveitamento dos recursos hídricos. Além das responsabilidades públicas, cada cidadão tem o direito de usufruir da água mas o dever de preservá-la, utilizando-a de maneira consciente, sem desperdícios, assim dando o valor devido à água.

Seja racional ao usar a água, a fonte não pode secar!

Extraído do Portal Ambiente Brasil (com alterações)

Se você quer algumas dicas boas para economizar água, clique aqui.

Imagem principal: globo.com