Vaso sanitário ecológico economiza mais de 50% de água por acionamento

Desenvolvido pela Acquamatic vaso sanitário inovador utiliza apenas 2 litros de água frente aos gastos de 6 a 10 litros dos vasos convencionais.

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Como todos sabem, o Brasil passa por uma grande crise em relação ao abastecimento de água. Em São Paulo, o nível de armazenamento de água do Sistema Cantareira, responsável por abastecer cerca de 8,1 milhões de habitantes da capital, vem tendo seguidas quedas. Visando conter os desperdícios de água por todas as partes, a Acquamatic do Brasil, empresa fundada há 20 anos, apresenta um produto inovador para quem quer contribuir com o meio ambiente: o vaso sanitário ecológico que utiliza somente 2 litros de água por acionamento, contra 6 a 10 litros dos vasos convencionais.

Idealizado por Leonardo Lopes, fundador da Acquamatic, o vaso tem como um dos segredos da economia a ausência de sifão, ou seja, um basculante que despeja os dejetos diretamente na prumada do esgoto. Tudo acontece pela própria dinâmica da água, sem uso de eletricidade. Outro diferencial é que o selo hídrico do vaso precisa de apenas 200ml de água, só para evitar o mau cheiro, enquanto os demais utilizam quase 1 litro para o selo hídrico. Além da economia de água, a matéria-prima do vaso é o ABS, um polímero muito mais resistente em relação à louça utilizada nos vasos convencionais. Por ser produzido com este material, o vaso não polui o meio ambiente nem em sua produção nem em seu descarte. Outros pontos positivos do vaso Acquamatic são o peso – 6,8kg – 5 vezes mais leve que os de louça, e a resistência, já que aguenta até 1,5 tonelada de acordo com teste feitos pelo IPT. Outro diferencial é a maior altura, o que facilita o uso por parte de idosos e pessoas com dificuldades de locomoção.

Além do vaso, a Acquamatic dispõe de torneiras, duchas, bicos ecológicos e componentes de reparo para descargas de parede ou caixa acoplada que igualmente reduzem o consumo de água, oferecendo economias de 20% a 80%, dependendo dos casos.

Projeto C.U.R.A.
O Projeto C.U.R.A, (Sigla para Consumo e Uso Racional da Água), idealizado pela Acquamatic, é uma concepção de Leonardo Sousa, atual diretor da empresa que, em 1994, após ler um artigo do ex-governador de São Paulo, Franco Montoro sobre a importância da água, se viu desafiado a criar uma empresa comprometida com o meio-ambiente e a desenvolver produtos ecologicamente corretos.

A lista de clientes do projeto é grande e tem nomes como Mercedes Benz, Johnson&Johnson, Porto Seguro, PUC, VIVO, Shoppings Centers de várias redes, entre outros.

Sobre a Acquamatic do Brasil
A Acquamatic do Brasil é uma empresa que há quase duas décadas trabalha desenvolvendo soluções sustentáveis e inteligentes para o consumo e uso racional da água. Essa preocupação está fundamentada no fato da Água ser um recurso finito, cujo desperdício poderá nos trazer consequências desastrosas ainda esse século. Com o projeto CURA, parte integrante da Acquamatic, empresas, prédios comerciais, hotéis, shopping centers e outros grandes empreendimentos que possuem significativos gastos com água, ganham um gerenciamento ambiental focado no binômio redução de custos e meio ambiente.

www.acquamaticdobrasil.com

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Produção de sabão com óleo de cozinha mobiliza cidade do sertão

A iniciativa permite que comunidades carentes tenham mais uma fonte de renda e tem adesão de boa parte da população de Salgueiro

sabao-oleo-cozinha2Quem esteve presente à 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que aconteceu na semana passada (13 a 19/10), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília (DF), pode conhecer um projeto desenvolvido por alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano na cidade de Salgueiro, em Pernambuco: a produção de sabão de corte com o aproveitamento do óleo usado na cozinha.

A fábrica de pastel local doa a maior parte do óleo, e o sabão produzido é enviado gratuitamente a casas de idosos, creches e abrigos. Em média, o instituto produz 120 barras de sabão por semana. Além disso, a instituição ensina moradores de comunidades carentes a produzir o sabão em barra.

“Adotamos uma fórmula simples, que leva somente o óleo reciclado, hidróxido de sódio – que é a soda cáustica – e um pouco de essência”,disse Geraldo Júnior. O professor estima que, com essa receita, as pessoas conseguem fazer uma barra de sabão em aproximadamente 40 minutos.

Para ele, além do papel social, a experiência testada em Salgueiro evita a poluição e traz ganho ambiental considerável onde é aplicada. “O óleo [de cozinha] é extremamente poluente”, disse o professor. Segundo ele, um litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água, mas, “na transformação química para o sabão, torna-se um sal. Esse sal, quando diluído em água, é absorvido pela natureza. Ele se torna biodegradável”.

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Responsável por uma casa de acolhimento para crianças que recebe semanalmente sabão do instituto, informou que as doações do projeto contribuíram para reduzir o gasto mensal do abrigo com produtos de limpeza. “Crianças sempre sujam muita roupa. Nós gastávamos muito com a compra de sabão. A ajuda do projeto foi boa para o nosso orçamento”, afirmou.

O abrigo recebeu também uma oficina na qual as famílias das crianças ali atendidas aprendem a produzir sabão em barra. Segundo Silvana, o curso aproximou mães e filhos. “Com isso, conseguimos reunir mães que passam tempos sem ver suas crianças. Essa iniciativa gerou um vínculo com as famílias e com as mães cuidadoras também.”

Os responsáveis pelo projeto esperam expandir a ideia para outras cidades. O interessados em participar do projeto podem entrar em contato com o Campus Salgueiro do Instituto Federal do Sertão Pernambucano pelo telefone (87) 3421-0050.

fonte: Agência Brasil

Versão itinerante da Mostra de Cinema Ambiental em São Paulo

Os filmes foram divididos nos temas: povos e lugares, campo, cidades, economia e energia

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Uma boa dica para quem está em São Paulo!

Começou nesta terça-feira (21/10), na capital paulista, a versão itinerante da terceira edição da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Serão exibidos 28 filmes que foram selecionados a partir da mostra oficial ocorrida em março deste ano. O festival reúne produções brasileiras e internacionais que abordam questões socioambientais. Além de São Paulo, mais 16 cidades do interior e do litoral recebem sessões gratuitas e debates com especialistas. As exibições seguem até o dia 14 em oito unidades do Serviço Social do Comércio (Sesc).

Os filmes foram divididos nos temas: povos e lugares, campo, cidades, economia e energia. Uma das atrações, na categoria economia, é a produção americana Blackfish – Fúria Animal, dirigida por Gabriela Cowperthwaite. O roteiro aborda a história da baleia Tilikum, a principal atração do parque temático SeaWorld, em Orlando, nos Estados Unidos, responsável pela morte de três pessoas. O documentário exibe imagem fortes e entrevistas que propõem ao espectador pensar a relação com a natureza.

Também entre os destaques está o dinamarquês Escala Humana, de Andreas Dalsgaard. O documentário mostra o estudo do arquiteto e professor Jan Gehl, que registrou, ao longo de 40 anos, como as cidades modernas repelem a interação humana. O trabalho argumenta que é possível construir cidades que levem em consideração as necessidades de inclusão e intimidade do ser humano.

Nesta edição, além da exibição de mais de 60 filmes de 30 países, a mostra premiou realizadores latino-americanos, sendo um escolhido pelo público e outro pelo júri. Os vencedores também estarão na mostra itinerante. O escolhido dos jurados para o título de Melhor Filme foi o argentino Deserto Verde, de Ulises de la Orden, que discute o uso de agrotóxicos. O público, por sua vez, elegeu o longa-metragem brasileiro Amazônia Desconhecida, de Daniel Augusto e Eduardo Rajabally, que aborda os conflitos da região amazônica.

Crianças, estudantes universitários e educadores também terão espaço no festival. Haverá sessões especiais para escolas e um circuito universitário, onde serão feitos debates com realizadores. Nas cidades de Bragança Paulista, Santos, Sorocaba e Cubatão, a Ecofalante vai promover ainda atividades de formação para educadores sobre o uso de filmes como material didático e atividades relacionadas à gestão de resíduos sólidos.

A mostra é uma iniciativa da organização não governamental (ONG) Ecofalante, um coletivo formado em 2003 por educadores, comunicadores e cineastas.

Fonte: Agência Brasil