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Movimento Nossa Brasília discute cidades sustentáveis na UnB

Representantes da sociedade civil, de empresas, universidade e governo, cidadãs e cidadãos de Brasília, estão convidados a participar de uma tarde de palestras e debates sobre cidades sustentáveis neste sábado (16/5) na Universidade de Brasília (UnB). O evento ‘Diálogos Inspiradores sobre Nossa Brasília’ é organizado pelo Movimento Nossa Brasília e discutirá indicadores, educação cidadã, mobilização e comunicação por uma Brasília mais justa, democrática e sustentável.
A programação começa às 14 horas no Salão Central do Centro de Excelência em Turismo (CET) da UnB, com roda de conversa com Maurício Broinizi, coordenador da Secretaria Executiva do Movimento Nossa São Paulo, e Aldo Paviani, diretor de Estudos Urbanos e Ambientais da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan-DF).

Às 15 horas serão realizadas outras rodas de conversa para discutir os Grupos de Trabalho de mobilidade urbana, resíduos sólidos, agricultura urbana e o Observatório da Criança e do Adolescente.

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O evento será encerrado às 17 horas com show do Mestre Zé do Pife e as Juvelinas.

SERVIÇO

Diálogos Inspiradores sobre Nossa Brasília
Data: Sábado, 16 de maio
Horário: das 14 às 17 horas
Endereço: Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET UnB) – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, Asa Norte, Brasília – DF

Outras informações:

Carol Ramalhete – (61) 9601-1109 movimentonossabrasilia@gmail.com
Jorge Cordeiro – (11) 98224-0309 comunicacao@inesc.com.br

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CURSO DE EXTENSÃO EM PERÍCIA AMBIENTAL

 

Verde_Capital

O projeto VERDE CAPITAL em parceria com a Empresa Solucionare Comunicação e Treinamentos e apoio do curso de Graduação em Gestão Ambiental e Pós em Gestão e Perícia Ambiental ICESP Promove oferece o 1o curso de Extensão em Perícia Ambiental em Brasília na unidade Guará na sala 301 do bloco II no 3o andar entre os dias 02/02 a 6/02 com preparação para aula de campo em 12/02 e aula de campo em 14/02 para todos os alunos, ex alunos dos cursos de Graduação e Pós Graduação da faculdade, além do público externo que se interessar. O melhor de tudo é que o curso será sem custo a alunos, ex alunos da IES e para o público externo.

O limite de vagas é de 30 alunos. Para interessados externos da faculdade é preciso enviar um email  até às 16hs de cada dia para coord.gestaoambiental@unicesp.edu.br e receber sua confirmação.

Em anexo o programa do curso e a 1o aula a ser ministrada.

Um grande abraço e sucesso a todos interessados!!

Equipe Verde Capital

Extensão em Perícia Ambiental -2015 -FINAL

VIII Encontro e Feira dos Povos do Cerrado

O evento, que começa hoje (05/06), em Brasília e vai até domingo (08/06), acontece no Complexo Cultural Funarte, no Eixo Monumental, e deve reunir pelo menos 700 representantes de comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, geraizeiros, vazanteiros, quebradeiras de coco e agricultores familiares.

Os participantes tem a oportunidade de trocar experiências que resultem na conservação do bioma e na promoção de meios de vida sustentáveis; na valorização das tradições culturais dos seus povos; na discussão e formulação de posições políticas conjuntas; e na divulgação pública dos problemas socioambientais que afetam a região, como também das alternativas existentes para o uso sustentável de sua biodiversidade. Além de lideranças de várias áreas onde há Cerrado (Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, São Paulo e Bahia), haverá, também, a participação de especialistas, gestores públicos, e representantes de organizações da sociedade civil, da academia e de institutos de pesquisa.

 

Brasília só voltará a ter chuva em setembro, prevê Inmet

As chuvas só deverão voltar a Brasília em setembro, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). De acordo com o instituto, uma massa de ar quente que cobre a região central do país é a responsável por quase dois meses e meio sem chuvas no Distrito Federal.

Nesta terça-feira (10), foi registrado o segundo dia mais seco do ano, segundo dados do Inmet. A umidade relativa do ar na região chegou a 16% e a temperatura variou entre 13,6 e 29,3 graus.

O menor nível de umidade deste ano (15%) foi registrado em 18 de junho. Nesta quarta-feira (11), a umidade relativa do ar no Distrito Federal chegou a 23%, com temperaturas entre 16,4 e 26,6 graus.

Durante o final de semana, a umidade voltará a subir. Segundo o instituto, a taxa poderá variar entre 20 e 30%, nível superior ao registrado no começo da semana.

Mesmo assim, continuará muito abaixo dos 60% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2002 e em 2004, a umidade em Brasília chegou a atingir 0%.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, só nos 11 primeiros dias de agosto ocorreram 245 focos de incêndio no Plano Piloto e em algumas cidades-satélites. Em julho foram 640 e, em junho, 483.

(Fonte: G1)

Brasília e os próximos 50 anos

Olá leitores do Verde Capital! Essa semana estamos em festa. É aniversário de Brasília, nossa bela cidade. Devemos ficar felizes e comemorar, sim, nossos 50 anos, mas não podemos deixar de pensar nos próximos 50, 100 anos.

Ouça aqui a matéria que foi ao ar na Rádio Cultura FM 100,9 no dia 23/04/2010.

Se o crescimento urbano continuar desordenado, a contaminação dos solos, da água e do ar, além do desaparecimento progressivo do cerrado são uma certeza, infelizmente. Vastas áreas desse bioma são desmatadas constantemente, não apenas para a expansão urbana mas também para a rural.

A qualidade do ar em Brasília piora e, ano a ano, o clima parece mais quente e seco. O número de carros nas ruas ajuda a agravar a poluição e a indústria automobilística planeja o aumento da produção para atender a uma demanda crescente. Será que o meio ambiente aguenta?

Algumas soluções adotadas pelo GDF

O Grupo de Análise e Aprovação de Parcelamento do Solo e Projetos Habitacionais (Grupar) foi criado, em 2008, para acelerar a legalização de condomínios. Também a agricultura e a pastagem substituíram boa parte da vegetação nativa. Para reverter o quadro, o governo do DF pretende investir na educação ambiental e desencorajar o crédito financeiro para práticas não sustentáveis. Um exemplo é a soja. O mercado internacional se recusa a comprá-la quando vem de áreas devastadas. Em breve, espera-se, o mesmo acontecerá por aqui. Evoluímos pouco como consumidores e ainda compramos itens de áreas desmatadas. Nunca é demais lembrar que o futuro sustentável só ocorrerá com a soma de mudanças praticadas no dia a dia.

E você sabe quais os maiores problemas em relação ao meio ambiente em Brasília?

Em relação aos recursos hídricos, o maior problema foi detectado por estudos da Universidade de Brasília que indicam que cerca de 20% das sete bacias da região estão comprometidas. Uma projeção feita pela Secretaria de Urbanização e Meio Ambiente (Seduma) afirma que os recursos hídricos só duram até 2025.

Causas

A contaminação de solos e águas, escoamento irregular de esgoto, impermeabilização do solo e a ocupação indevida de mananciais. O projeto Adote uma Nascente, do Ibram, é um projeto que estimula a população a cuidar do entorno das nascentes e convida a iniciativa privada a conservar áreas.

E o projeto mais polêmico é o que pretende utilizar as águas do lago Paranoá para o abastecimento, já que a bacia de São Bartolomeu não poderá servir a esse fim.

Poluição por garrafas Pet no parque Prainha - Gama/DF

E em relação à terra, 48% do bioma já foi devastado, sendo que 73% da vegetação original de cerrado no DF não existe mais. Tudo isso causado pela urbanização crescente sem planejamento e o desmatamento de áreas verdes para uso indevido do solo (pastagem, plantio e construção de residências).

Investimentos em pesquisas sobre a fauna e a flora do cerrado já estão sendo feitos. Dos 11% do bioma no Distrito Federal, apenas 4% estão em área governamental fiscalizada, o restante encontra-se em reservas particulares e é feito um pacto com o proprietário para a redução na exploração da fauna e da flora, que, infelizmente, nem sempre funcionam. O ministro do Meio Ambiente elegeu o cerrado como meta principal de proteção para 2010. Vamos ver se acontece!

E em relação ao ar, o maior problema é a emissão de CO2. A qualidade do ar atinge índices inadequados onde há maior concentração de tráfego, como próximo à rodoviária e nos centros das cidades-satélites. As causas são o aumento da frota de carros e as queimadas no cerrado.

Já foi feita a renovação da frota de ônibus, que passou a emitir menos CO2, a construção de 44 km de ciclovias e a fiscalização de áreas rurais para reduzir queimadas.

E o compromisso de Brasília é reduzir em 40% a emissão de CO2 no ar até 2020. Algumas medidas: implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) até o final de 2010 e VLP (Veículo Leve sobre Pneus), ainda sem data prevista. Ambos utilizam energia limpa e devem reduzir a frota de carros em 30% e retirar 700 ônibus de circulação.

Bom, o Cultura Ambiental e o Verde Capital desejam que Brasília e os brasilienses possam ter os próximos 50 anos com mais consciência e saibam preservar mais o meio ambiente. Até a próxima semana.

(Fonte: http://casa.abril.com.br/brasilia/urbanismo/alerta-verde.shtml)

Dia do Solo – 15 de abril

Caro leitor, quanto tempo você acha que o solo leva para se formar? Acredite, mas para cada 30 cm, o solo pode levar cerca de três mil anos ou até mais! Claro que isso depende dos fatores de formação de cada solo. Mas o recado é claro: não podemos acabar com este recurso natural.

Ouça aqui a matéria que foi ao ar na rádio cultura no dia 16/04/2010.

No dia 15 de Abril comemoramos o Dia da Conservação do Solo. Essa data foi instituída em homenagem ao nascimento do americano Hugh Hammond Bennett, considerado o pai da conservação do solos nos Estados Unidos, e o primeiro responsável pelo Serviço de Conservação de Solos daquele país. Sua experiência no estudo de solos e agricultura, nacional e internacionalmente, fez dele um conservacionista dedicado que conquistou muito para a causa mundial da conservação.

O solo, que também chamamos de terra, tem grande importância na vida de todos os seres vivos do nosso planeta. É do solo que retiramos parte dos nossos alimentos, ele atua como suporte à água e ao ar e sobre ele construímos as nossas moradias.

O professor Bernardo Verano, coordenador de gestão ambiental do Unicesp, explica como é formado o solo.

“O solo é formado a partir da rocha (material duro que também conhecemos como pedra), através da participação dos elementos do clima (chuva, gelo, vento e temperatura), que com o tempo e a ajuda dos organismos vivos (fungos, liquens e outros) vão transformando as rochas, diminuindo o seu tamanho, até que viram um material mais ou menos solto e macio, também chamado de parte mineral.

Logo que a rocha é alterada e é formado o material mais ou menos solto e macio, os seres vivos animais e vegetais (como insetos, minhocas, plantas e muitos outros, assim como o próprio homem) passam a ajudar no desenvolvimento do solo.

Eles atuam misturando a matéria orgânica (restos de vegetais e de animais mortos) com o material solto e macio em que se transformou a rocha. Esta mistura faz com que o material que veio do desgaste das rochas forneça alimentos a todas as plantas que vivem no nosso planeta. Além disso, os seres vivos quando morrem também vão sendo misturados com o material macio e solto, formando o verdadeiro solo.

O solo é estudado nas pesquisas dividindo a parte mineral em três frações principais, de acordo com o seu tamanho: areia (a parte mais grosseira); silte (uma parte um pouco mais fina, ou seja o limo que faz escorregar) e argila (uma parte muito pequena que para ser visualizada necessita de microscópios muito possantes, ou seja, a mesma que gruda no sapato). Assim como o nosso corpo, o solo também tem uma organização. Como num bolo de aniversário que tem várias camadas, o solo também tem as suas camadas que são chamadas de horizontes do solo.

As grandes diferenças na vegetação e nas plantações são em grande parte decorrentes dos diversos tipos de solos que ocorrem na natureza. Essa diversidade de solos reflete as variações dos fatores de formação que ocorrem na natureza. Esses solos se apresentam com diferentes cores: amarela, vermelha, marrom, preta, cinza, azulada, esverdeada e branca. Além de possuir cor diferente, um determinado horizonte pode ser mais duro que outro, filtrar a água mais rápido e/ou deixar que as raízes cresçam mais depressa ou menos.

Um solo se degrada quando são modificadas as suas características físicas, químicas e biológicas. O desgaste pode ser provocado por esgotamento, erosão, salinização, compactação e desertificação.

A utilização dos solos para o fornecimento de produtos agrícolas, por exemplo, não pode ser do mesmo tipo para todas as regiões brasileiras. Para cada uma, há um conjunto de fatores que devem ser devidamente analisados, para que os terrenos proporcionem uma maior produtividade.

A expansão das culturas de subsistência e a criação de animais para utilização pelos homens, os cultivos da cana-de-açúcar e do café e, mais recentemente, a da soja, têm sido realizados com rotinas inadequadas (isso desde a descoberta do Brasil pelos europeus), resultando em agressões aos elementos naturais, especialmente, ao solo e à água. Sempre tivemos uma rotina de “rotação de terras”, sem a preocupação de qualquer programação para restaurar os solos e as florestas que foram esgotados.

 Por falta de conhecimento, não só muitos agricultores e pecuaristas estão degradando intensamente os nossos recursos naturais, mas também madeireiros, garimpeiros e carvoeiros.

Quem mais utiliza tem ainda pouca consciência de que o solo, a água e as florestas são recursos naturais finitos e que, após a sua degradação, a recuperação pode ser irreversível. É fundamental a disseminação da idéia de que “é mais econômico manter do que recuperar recursos naturais”.

Derrubada a vegetação e queimados os restos, os terrenos ficam sujeitos à ação direta da água da chuva, que provoca a erosão hídrica do solo, carregando os seus nutrientes. Em poucos anos, a terra torna-se empobrecida, diminuindo a produção agrícola e dos pastos. Agricultores e pecuaristas acabam deslocando-se para outras zonas, deixando para trás as áreas degradadas.

 Outro problema sério é a ação da água da chuva sobre os terrenos. Todo mundo está acompanhando a tragédia no Rio de Janeiro, causada por essa degradação.

O que acontece é que, nesses casos, as terras transportadas dos terrenos pela enxurrada são, em grande quantidade, depositadas nos cursos d’água, reduzindo a capacidade de armazenamento da água da chuva, o que ocasiona inundações, com graves conseqüências socioeconômicas. Ali, o problema foi muito pior, já que o bairro foi erguido em cima de um antigo lixão. Os prejuízos para o homem e o meio ambiente são incalculáveis, além das muitas vidas perdidas.

O total de terras arrastadas pelas enxurradas é calculado em torno de 2 a 2,5 bilhões de toneladas, anualmente. Há prejuízos diretos e indiretos; há efeitos agora e haverá no futuro.

Por isso é mais do que importante cuidar bem do lixo que produzimos, descartá-lo de forma correta, NUNCA jogar lixo na rua, cobrar do poder público medidas eficientes de descarte de lixo, de manutenção das águas e participar sempre de boas ações ambientais!

(Fonte: IBGE)

Próximo Programa: Aquecimento global + COP15 + Dicas

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam.

Na próxima sexta (11/12), Flávia Gomes, Claudivan Santiago e Bernardo Verano falam, no Cultura Ambiental, sobre o aquecimento global, COP-15 e trazem dicas simples para você fazer a sua parte e contribuir com o meio ambiente.

Em meio à reunião mais importante sobre meio ambiente, quando as atenções do mundo estão voltadas para Copenhague, na Dinamarca, onde líderes mundiais discutem o novo acordo climático que vai substituir o protocolo de Kyoto, o Cultura Ambiental traz informações importantes sobre a atenção que o brasileiro dá ao aquecimento global e dicas simples para você fazer a sua parte nessa luta a favor da vida no planeta.

Dicas de Etiqueta Ambiental

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Hoje, o Cultura Ambiental traz dicas de etiqueta sustentável.

Pequenos gestos podem conduzir a grandes mudanças se forem adotados por todos nós. Os jornalistas Flávia Gomes e  Claudivan Santiago, juntamente com o consultor ambiental Bernardo Verano, trouxeram para o ouvinte da rádio, dicas e informações que podem ser aplicadas no dia-a-dia, em sua própria casa, no trabalho, circulando pelas ruas e em sua vida pessoal.

(Fonte: Planeta sustentável)

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor? Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis

Água – Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.

Energia elétrica – O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.

Combustíveis – A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

NO TRABALHO

Faça seu dinheiro trabalhar a favor de causas nobres. Diga ao gerente do banco que você quer aplicar em investimentos socialmente responsáveis, os ISRs. Dessa forma, seus lucros virão de empresas que respeitam práticas ambientais e trabalhistas.

Exerça a cidadania. A internet e o telefone são bons canais de comunicação com representantes de sua cidade, seu estado ou país. Mobilize-se e certifique-se de que seus interesses e os da comunidade sejam atendidos.

Fuja da alienação e influencie pessoas. Estar sempre bem informado também é um bom exemplo de atitude cidadã. Procure ler mais para ficar atualizado nos assuntos de interesse geral como política, economia, meio ambiente .e sustentabilidade.

Desabilite seu screen saver cheio de efeitos especiais. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Configure sua máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar.

EM CASA

Os aparelhos que ficam dia e noite em modo stand by são mais uma nova invenção em nome do conforto. Só esqueceram de dizer que isso consome energia sem necessidade. Puxe a tomada de todos eles quando não estiverem em uso e tenha certeza: o valor de sua conta de luz vai cair bastante.

Na hora de comprar eletrodomésticos, escolha os mais eficientes. É possível reconhecê-los pelo selo do Procel (nas marcas nacionais) ou Energy Star (nos importados). Detalhe: isso não custa nada.

Viva seu dia com luz natural. Abra janelas, cortinas, persianas, deixe o sol entrar e iluminar sua casa em vez de acender lâmpadas. Além de fazer muito bem ao seu humor, você também vai economizar dinheiro no fim do mês.

Mude sua geladeira e seu freezer de lugar. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Aproveite para avaliar com seus botões: será que você precisa mesmo de um freezer?

NA RUA

Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.

Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.

Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.

 Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.

Para conhecer mais dicas da Etiqueta Sustentável, clique aqui e veja o manual completo.

 

Manual de Etiqueta Ambiental

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam. Na última sexta (14/08), o Cultura Ambiental trouxe dicas de etiqueta sustentável.

Pequenos gestos podem conduzir a grandes mudanças se forem adotados por todos nós. Os jornalistas Flávia Gomes e  Claudivan Santiago, juntamente com o consultor ambiental Bernardo Verano, trouxeram para o ouvinte da rádio, dicas e informações que podem ser aplicadas no dia-a-dia, em sua própria casa, no trabalho, circulando pelas ruas e em sua vida pessoal.

(Fonte: Planeta sustentável)

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor? Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis

Água – Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.

Energia elétrica – O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.

Combustíveis – A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

NO TRABALHO

Faça seu dinheiro trabalhar a favor de causas nobres. Diga ao gerente do banco que você quer aplicar em investimentos socialmente responsáveis, os ISRs. Dessa forma, seus lucros virão de empresas que respeitam práticas ambientais e trabalhistas.

Exerça a cidadania. A internet e o telefone são bons canais de comunicação com representantes de sua cidade, seu estado ou país. Mobilize-se e certifique-se de que seus interesses e os da comunidade sejam atendidos.

Fuja da alienação e influencie pessoas. Estar sempre bem informado também é um bom exemplo de atitude cidadã. Procure ler mais para ficar atualizado nos assuntos de interesse geral como política, economia, meio ambiente .e sustentabilidade.

Desabilite seu screen saver cheio de efeitos especiais. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Configure sua máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar.

EM CASA

Os aparelhos que ficam dia e noite em modo stand by são mais uma nova invenção em nome do conforto. Só esqueceram de dizer que isso consome energia sem necessidade. Puxe a tomada de todos eles quando não estiverem em uso e tenha certeza: o valor de sua conta de luz vai cair bastante.

Na hora de comprar eletrodomésticos, escolha os mais eficientes. É possível reconhecê-los pelo selo do Procel (nas marcas nacionais) ou Energy Star (nos importados). Detalhe: isso não custa nada.

Viva seu dia com luz natural. Abra janelas, cortinas, persianas, deixe o sol entrar e iluminar sua casa em vez de acender lâmpadas. Além de fazer muito bem ao seu humor, você também vai economizar dinheiro no fim do mês.

Mude sua geladeira e seu freezer de lugar. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Aproveite para avaliar com seus botões: será que você precisa mesmo de um freezer?

NA RUA

Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.

Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.

Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.

 Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.

Para conhecer mais dicas da Etiqueta Sustentável, clique aqui e veja o manual completo.

Cultura Ambiental – Queimadas

(Bernardo Verano e Flávia Gomes)

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), hoje, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam. Essa semana o tema do programa é: Queimadas.  Entrevistamos João Santana Mauger, responsável pela Coordenação de Prevenção e Controle de Riscos Ambientais do IBRAM (COPRA).

É chegado o período do ano que mais preocupa os pesquisadores e entidades que trabalham no combate ao fogo. Algumas espécies da fauna estão sendo dizimadas a cada ano devido aos incêndios de grandes proporções. Dependendo da dimensão do local e do que está ao seu redor, alguns animais conseguem se afugentar. Os pequenos, principalmente. Mas os animais de grande porte e os ameaçados de extinção acabam morrendo carbonizados. Antas e tamanduás-bandeira são as espécies mais prejudicadas no Distrito Federal. O motivo é que eles são lentos, acabam ficando ilhados e morrem consumidos pelo fogo.

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