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CURSO DE EXTENSÃO EM PERÍCIA AMBIENTAL

 

Verde_Capital

O projeto VERDE CAPITAL em parceria com a Empresa Solucionare Comunicação e Treinamentos e apoio do curso de Graduação em Gestão Ambiental e Pós em Gestão e Perícia Ambiental ICESP Promove oferece o 1o curso de Extensão em Perícia Ambiental em Brasília na unidade Guará na sala 301 do bloco II no 3o andar entre os dias 02/02 a 6/02 com preparação para aula de campo em 12/02 e aula de campo em 14/02 para todos os alunos, ex alunos dos cursos de Graduação e Pós Graduação da faculdade, além do público externo que se interessar. O melhor de tudo é que o curso será sem custo a alunos, ex alunos da IES e para o público externo.

O limite de vagas é de 30 alunos. Para interessados externos da faculdade é preciso enviar um email  até às 16hs de cada dia para coord.gestaoambiental@unicesp.edu.br e receber sua confirmação.

Em anexo o programa do curso e a 1o aula a ser ministrada.

Um grande abraço e sucesso a todos interessados!!

Equipe Verde Capital

Extensão em Perícia Ambiental -2015 -FINAL

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Jovens do mundo todo vão debater sustentabilidade no Congresso Mundial de Juventude, no Rio

Então, moçada que está se preparando para acompanhar as discussões da Rio+20! Preparem-se bem, para não falar besteira e simplesmente replicar o “senso comum” que nem sempre é tão espertinho ou inteligente o suficiente para argumentar com coerência e baseado em fatos reais, não fatos plantados por ONGs ou grupos de interesse. Jovens do mundo inteiro estão mobilizados para propor ações e participar dos planos que vão suceder as Metas do Milênio para tornar o planeta mais sustentável. O Congresso Mundial da Juventude, um evento bienal, vem para auxiliar esse público a entender e debater os temas da maior importância para a população e vai acontecer no Brasil pela primeira vez.

Vamos ler para entender melhor o que é esse evento?

Evento será encerrado no Riocentro com a presença do prefeito do Rio, Eduardo Paes

Antes que líderes de governo se encontrem no Rio de Janeiro para debater o futuro do planeta, mais de 300 jovens de 100 países se reunirão na cidade para planejar ações para o desenvolvimento sustentável das economias globais. Entre 4 e 13 de junho, acontece o 6º Congresso Mundial de Juventude em Vargem Pequena, no Rio de Janeiro. Cinquenta delegados brasileiros participam do encontro, cujo tema central é “Qual é o papel mais eficaz que a juventude pode desempenhar na sustentabilidade?”.

Os participantes são líderes juvenis em seus países e têm até 30 anos. Acampados no Sítio das Pedras, na zona Oeste da cidade, os jovens contarão com infraestrutura montada por voluntários. Lá serão incentivados a definir novas Metas e um plano de ação da juventude. “O congresso reunirá jovens para discutir como podem liderar o processo de desenvolvimento ´verde´ de que o mundo tanto precisa”, frisa Roberto Vámos, coordenador-geral do evento. Para ele, é uma chance de mostrarem suas demandas para líderes mundiais que virão para a Rio+20.

Marcelo Furtado, diretor do Greenpeace Brasil, Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatú, David Woollcombe, presidente da Peace Child International e Roberto Vámos, do Instituto Peace Child, abrem o Congresso na próxima terça-feira, dia 5. Na programação, há projetos de ação nomeados Solução Jovem realizados em parceria com o Instituto Raízes da Tradição na Vila Cruzeiro, na zona Norte do Rio, nos dias 9, 10 e 11. Os ativistas contribuirão para o reflorestamento da Serra da Misericórdia, que fica no coração do Complexo do Alemão. Os jovens participantes encerrarão o evento com uma marcha simbólica diante do Riocentro em 12 de junho. Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, vai participar do último dia do evento. Ele deverá cumprimentar os delegados jovens e receber a carta das soluções jovens para sustentabilidade.

Mesas redondas e palestras serão facilitadas pelos próprios participantes e representantes da sociedade civil. Todos serão incentivados a compartilhar experiências em atividades relacionadas à economia verde, que se baseia em princípios como respeito aos direitos humanos, conscientização ambiental e consolidação da paz. Projeção de filmes, shows musicais, dança e stand up comedy são atrações culturais promovidas pelos participantes e jovens das comunidades.

“Quem não tiver a chance de acompanhar o evento presencialmente pode participar através do Congresso Virtual da Juventude http://www.wycrio2012.org”, afirma Ditta Dolejsiova, Coordenadora Geral da Universidade da Juventude, uma das entidades organizadoras.

O evento é promovido e licenciado pela Peace Child International em cooperação com parceiros locais. No Brasil, são o Instituto Peace Child, Universidade da Juventude e Instituto Raízes da Tradição. O Congresso Mundial de Juventude é bienal e já foi realizado na Turquia, Canadá, Escócia, Marrocos e Havaí.

Aterros sanitários são obras urgentes para 2014

O Verde Capital encontrou uma importante iniciativa acadêmica para promover reflexão sobre temas e postura ambientais. Com a aproximação de um dos mais aguardados eventos relacionados ao meio ambiente, iniciativas como esta, que trazem novas ideias ao tema são sempre muito bem-vindas!

Enquanto as atenções estão voltadas para as obras dos estádios, aeroportos e hotéis para a Copa de 2014, outra obrigação oficial, que deve ser cumprida nos próximos 18 meses, não merece a mesma vigilância das autoridades: a erradicação de 2.906 lixões distribuídos por 2.810 municípios e a construção de aterros sanitários sustentáveis, onde só poderão ser depositados detritos sem qualquer possibilidade de reciclagem. O alerta foi levantado durante debate promovido pela ESPM-SP focado na preparação de seus alunos para a cobertura da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, programada para o Rio de Janeiro entre os dias 20 a 22 de junho.

Mediado pela professora Cynthia Ferrari, do Núcleo de Imagem e Som da ESPM, o encontro foi instigado pelas apresentações de Estanislau Maria de Freitas Jr, coordenador de conteúdo do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, e Caco de Paula, publisher do Portal Planeta Sustentável. Para mostrar o grau de desatenção da sociedade com os problemas do ecossistema, Freitas lembrou que uma pesquisa dos institutos Akatu e Ethos revelou que 56% de 800 pessoas ouvidas, em seis regiões metropolitanas, nunca tinham ouvido falar em sustentabilidade. “Infelizmente ainda é um assunto abstrato e, portanto, mais difícil de ser compreendido pela sociedade”, diz Freitas. Ele trouxe outros dados que revelam o desequilíbrio ambiental: 1/3 da produção de alimentos se perde por problemas de transporte, armazenamento e distribuição. Enquanto isso, um milhão de pessoas passam fome.

Caco de Paula, por sua vez, preferiu conduzir a conversa para os resultados que a Rio+20 pode gerar. Ele lembrou que terminada a Rio-92, primeira reunião da ONU que discutiu a sustentabilidade do planeta, a imprensa não poupou o evento e indicou o seu fracasso. “Só que é importante não esquecer que a Rio-92 serviu, entre outras coisas, para começar a alterar alguns importantes paradigmas; as questões ambientais, aos poucos, passaram a ser encaradas com menos voluntarismo e mais profissionalismo”, exemplifica o executivo. A Rio+20 também deve abrir espaço para discussões cada vez mais conciliadoras entre as áreas de sustentabilidade das empresas, preocupadas com a imagem institucional, e os departamentos de marketing, focados nos resultados. “No mundo de hoje, não há mais espaço para o empresário que pretende produzir sem olhar para a sustentabilidade do planeta”, afirma Caco.

Fonte: Tamer Comunicação | Imagem retirada da internet

Brasília e os próximos 50 anos

Olá leitores do Verde Capital! Essa semana estamos em festa. É aniversário de Brasília, nossa bela cidade. Devemos ficar felizes e comemorar, sim, nossos 50 anos, mas não podemos deixar de pensar nos próximos 50, 100 anos.

Ouça aqui a matéria que foi ao ar na Rádio Cultura FM 100,9 no dia 23/04/2010.

Se o crescimento urbano continuar desordenado, a contaminação dos solos, da água e do ar, além do desaparecimento progressivo do cerrado são uma certeza, infelizmente. Vastas áreas desse bioma são desmatadas constantemente, não apenas para a expansão urbana mas também para a rural.

A qualidade do ar em Brasília piora e, ano a ano, o clima parece mais quente e seco. O número de carros nas ruas ajuda a agravar a poluição e a indústria automobilística planeja o aumento da produção para atender a uma demanda crescente. Será que o meio ambiente aguenta?

Algumas soluções adotadas pelo GDF

O Grupo de Análise e Aprovação de Parcelamento do Solo e Projetos Habitacionais (Grupar) foi criado, em 2008, para acelerar a legalização de condomínios. Também a agricultura e a pastagem substituíram boa parte da vegetação nativa. Para reverter o quadro, o governo do DF pretende investir na educação ambiental e desencorajar o crédito financeiro para práticas não sustentáveis. Um exemplo é a soja. O mercado internacional se recusa a comprá-la quando vem de áreas devastadas. Em breve, espera-se, o mesmo acontecerá por aqui. Evoluímos pouco como consumidores e ainda compramos itens de áreas desmatadas. Nunca é demais lembrar que o futuro sustentável só ocorrerá com a soma de mudanças praticadas no dia a dia.

E você sabe quais os maiores problemas em relação ao meio ambiente em Brasília?

Em relação aos recursos hídricos, o maior problema foi detectado por estudos da Universidade de Brasília que indicam que cerca de 20% das sete bacias da região estão comprometidas. Uma projeção feita pela Secretaria de Urbanização e Meio Ambiente (Seduma) afirma que os recursos hídricos só duram até 2025.

Causas

A contaminação de solos e águas, escoamento irregular de esgoto, impermeabilização do solo e a ocupação indevida de mananciais. O projeto Adote uma Nascente, do Ibram, é um projeto que estimula a população a cuidar do entorno das nascentes e convida a iniciativa privada a conservar áreas.

E o projeto mais polêmico é o que pretende utilizar as águas do lago Paranoá para o abastecimento, já que a bacia de São Bartolomeu não poderá servir a esse fim.

Poluição por garrafas Pet no parque Prainha - Gama/DF

E em relação à terra, 48% do bioma já foi devastado, sendo que 73% da vegetação original de cerrado no DF não existe mais. Tudo isso causado pela urbanização crescente sem planejamento e o desmatamento de áreas verdes para uso indevido do solo (pastagem, plantio e construção de residências).

Investimentos em pesquisas sobre a fauna e a flora do cerrado já estão sendo feitos. Dos 11% do bioma no Distrito Federal, apenas 4% estão em área governamental fiscalizada, o restante encontra-se em reservas particulares e é feito um pacto com o proprietário para a redução na exploração da fauna e da flora, que, infelizmente, nem sempre funcionam. O ministro do Meio Ambiente elegeu o cerrado como meta principal de proteção para 2010. Vamos ver se acontece!

E em relação ao ar, o maior problema é a emissão de CO2. A qualidade do ar atinge índices inadequados onde há maior concentração de tráfego, como próximo à rodoviária e nos centros das cidades-satélites. As causas são o aumento da frota de carros e as queimadas no cerrado.

Já foi feita a renovação da frota de ônibus, que passou a emitir menos CO2, a construção de 44 km de ciclovias e a fiscalização de áreas rurais para reduzir queimadas.

E o compromisso de Brasília é reduzir em 40% a emissão de CO2 no ar até 2020. Algumas medidas: implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) até o final de 2010 e VLP (Veículo Leve sobre Pneus), ainda sem data prevista. Ambos utilizam energia limpa e devem reduzir a frota de carros em 30% e retirar 700 ônibus de circulação.

Bom, o Cultura Ambiental e o Verde Capital desejam que Brasília e os brasilienses possam ter os próximos 50 anos com mais consciência e saibam preservar mais o meio ambiente. Até a próxima semana.

(Fonte: http://casa.abril.com.br/brasilia/urbanismo/alerta-verde.shtml)

Dia do Solo – 15 de abril

Caro leitor, quanto tempo você acha que o solo leva para se formar? Acredite, mas para cada 30 cm, o solo pode levar cerca de três mil anos ou até mais! Claro que isso depende dos fatores de formação de cada solo. Mas o recado é claro: não podemos acabar com este recurso natural.

Ouça aqui a matéria que foi ao ar na rádio cultura no dia 16/04/2010.

No dia 15 de Abril comemoramos o Dia da Conservação do Solo. Essa data foi instituída em homenagem ao nascimento do americano Hugh Hammond Bennett, considerado o pai da conservação do solos nos Estados Unidos, e o primeiro responsável pelo Serviço de Conservação de Solos daquele país. Sua experiência no estudo de solos e agricultura, nacional e internacionalmente, fez dele um conservacionista dedicado que conquistou muito para a causa mundial da conservação.

O solo, que também chamamos de terra, tem grande importância na vida de todos os seres vivos do nosso planeta. É do solo que retiramos parte dos nossos alimentos, ele atua como suporte à água e ao ar e sobre ele construímos as nossas moradias.

O professor Bernardo Verano, coordenador de gestão ambiental do Unicesp, explica como é formado o solo.

“O solo é formado a partir da rocha (material duro que também conhecemos como pedra), através da participação dos elementos do clima (chuva, gelo, vento e temperatura), que com o tempo e a ajuda dos organismos vivos (fungos, liquens e outros) vão transformando as rochas, diminuindo o seu tamanho, até que viram um material mais ou menos solto e macio, também chamado de parte mineral.

Logo que a rocha é alterada e é formado o material mais ou menos solto e macio, os seres vivos animais e vegetais (como insetos, minhocas, plantas e muitos outros, assim como o próprio homem) passam a ajudar no desenvolvimento do solo.

Eles atuam misturando a matéria orgânica (restos de vegetais e de animais mortos) com o material solto e macio em que se transformou a rocha. Esta mistura faz com que o material que veio do desgaste das rochas forneça alimentos a todas as plantas que vivem no nosso planeta. Além disso, os seres vivos quando morrem também vão sendo misturados com o material macio e solto, formando o verdadeiro solo.

O solo é estudado nas pesquisas dividindo a parte mineral em três frações principais, de acordo com o seu tamanho: areia (a parte mais grosseira); silte (uma parte um pouco mais fina, ou seja o limo que faz escorregar) e argila (uma parte muito pequena que para ser visualizada necessita de microscópios muito possantes, ou seja, a mesma que gruda no sapato). Assim como o nosso corpo, o solo também tem uma organização. Como num bolo de aniversário que tem várias camadas, o solo também tem as suas camadas que são chamadas de horizontes do solo.

As grandes diferenças na vegetação e nas plantações são em grande parte decorrentes dos diversos tipos de solos que ocorrem na natureza. Essa diversidade de solos reflete as variações dos fatores de formação que ocorrem na natureza. Esses solos se apresentam com diferentes cores: amarela, vermelha, marrom, preta, cinza, azulada, esverdeada e branca. Além de possuir cor diferente, um determinado horizonte pode ser mais duro que outro, filtrar a água mais rápido e/ou deixar que as raízes cresçam mais depressa ou menos.

Um solo se degrada quando são modificadas as suas características físicas, químicas e biológicas. O desgaste pode ser provocado por esgotamento, erosão, salinização, compactação e desertificação.

A utilização dos solos para o fornecimento de produtos agrícolas, por exemplo, não pode ser do mesmo tipo para todas as regiões brasileiras. Para cada uma, há um conjunto de fatores que devem ser devidamente analisados, para que os terrenos proporcionem uma maior produtividade.

A expansão das culturas de subsistência e a criação de animais para utilização pelos homens, os cultivos da cana-de-açúcar e do café e, mais recentemente, a da soja, têm sido realizados com rotinas inadequadas (isso desde a descoberta do Brasil pelos europeus), resultando em agressões aos elementos naturais, especialmente, ao solo e à água. Sempre tivemos uma rotina de “rotação de terras”, sem a preocupação de qualquer programação para restaurar os solos e as florestas que foram esgotados.

 Por falta de conhecimento, não só muitos agricultores e pecuaristas estão degradando intensamente os nossos recursos naturais, mas também madeireiros, garimpeiros e carvoeiros.

Quem mais utiliza tem ainda pouca consciência de que o solo, a água e as florestas são recursos naturais finitos e que, após a sua degradação, a recuperação pode ser irreversível. É fundamental a disseminação da idéia de que “é mais econômico manter do que recuperar recursos naturais”.

Derrubada a vegetação e queimados os restos, os terrenos ficam sujeitos à ação direta da água da chuva, que provoca a erosão hídrica do solo, carregando os seus nutrientes. Em poucos anos, a terra torna-se empobrecida, diminuindo a produção agrícola e dos pastos. Agricultores e pecuaristas acabam deslocando-se para outras zonas, deixando para trás as áreas degradadas.

 Outro problema sério é a ação da água da chuva sobre os terrenos. Todo mundo está acompanhando a tragédia no Rio de Janeiro, causada por essa degradação.

O que acontece é que, nesses casos, as terras transportadas dos terrenos pela enxurrada são, em grande quantidade, depositadas nos cursos d’água, reduzindo a capacidade de armazenamento da água da chuva, o que ocasiona inundações, com graves conseqüências socioeconômicas. Ali, o problema foi muito pior, já que o bairro foi erguido em cima de um antigo lixão. Os prejuízos para o homem e o meio ambiente são incalculáveis, além das muitas vidas perdidas.

O total de terras arrastadas pelas enxurradas é calculado em torno de 2 a 2,5 bilhões de toneladas, anualmente. Há prejuízos diretos e indiretos; há efeitos agora e haverá no futuro.

Por isso é mais do que importante cuidar bem do lixo que produzimos, descartá-lo de forma correta, NUNCA jogar lixo na rua, cobrar do poder público medidas eficientes de descarte de lixo, de manutenção das águas e participar sempre de boas ações ambientais!

(Fonte: IBGE)

Especialização em Perícia Ambiental – Unicesp

Atendendo uma demanda específica do mercado na formação de pessoal especializado em perícia ambiental, o UNICESP – Campus Guará I / DF – inicia no dia 09 de março de 2010 a III Turma de Pós Graduação MBA em Gestão e Perícia Ambiental.

O curso está dividido em 04 módulos (Identificação da Poluição, Tecnologias de Controle da Poluição, Sistemas de Gestão Ambiental e a Parte específica de Perícia Ambiental) em um total de 450 horas.

As matrículas para essa turma estão abertas a partir de 01 de março até a data de seu início com valores promocionais de R$ 287,00 para matrículas durante a semana.

Informações: www.unicesp.edu.br

telefones: (61) 3035-9500 falar na secretaria de pós ou email paara o coordenador do curso verano@ig.com.br

Dicas de Etiqueta Ambiental

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Hoje, o Cultura Ambiental traz dicas de etiqueta sustentável.

Pequenos gestos podem conduzir a grandes mudanças se forem adotados por todos nós. Os jornalistas Flávia Gomes e  Claudivan Santiago, juntamente com o consultor ambiental Bernardo Verano, trouxeram para o ouvinte da rádio, dicas e informações que podem ser aplicadas no dia-a-dia, em sua própria casa, no trabalho, circulando pelas ruas e em sua vida pessoal.

(Fonte: Planeta sustentável)

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor? Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis

Água – Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.

Energia elétrica – O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.

Combustíveis – A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

NO TRABALHO

Faça seu dinheiro trabalhar a favor de causas nobres. Diga ao gerente do banco que você quer aplicar em investimentos socialmente responsáveis, os ISRs. Dessa forma, seus lucros virão de empresas que respeitam práticas ambientais e trabalhistas.

Exerça a cidadania. A internet e o telefone são bons canais de comunicação com representantes de sua cidade, seu estado ou país. Mobilize-se e certifique-se de que seus interesses e os da comunidade sejam atendidos.

Fuja da alienação e influencie pessoas. Estar sempre bem informado também é um bom exemplo de atitude cidadã. Procure ler mais para ficar atualizado nos assuntos de interesse geral como política, economia, meio ambiente .e sustentabilidade.

Desabilite seu screen saver cheio de efeitos especiais. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Configure sua máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar.

EM CASA

Os aparelhos que ficam dia e noite em modo stand by são mais uma nova invenção em nome do conforto. Só esqueceram de dizer que isso consome energia sem necessidade. Puxe a tomada de todos eles quando não estiverem em uso e tenha certeza: o valor de sua conta de luz vai cair bastante.

Na hora de comprar eletrodomésticos, escolha os mais eficientes. É possível reconhecê-los pelo selo do Procel (nas marcas nacionais) ou Energy Star (nos importados). Detalhe: isso não custa nada.

Viva seu dia com luz natural. Abra janelas, cortinas, persianas, deixe o sol entrar e iluminar sua casa em vez de acender lâmpadas. Além de fazer muito bem ao seu humor, você também vai economizar dinheiro no fim do mês.

Mude sua geladeira e seu freezer de lugar. Ao colocá-los próximos do fogão e de áreas onde bate sol, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Aproveite para avaliar com seus botões: será que você precisa mesmo de um freezer?

NA RUA

Compartilhe seu carro. “Pratique a carona solidária e diminua a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. Você vai se tornar o cara mais simpático da cidade.

Carro requer manutenção, não tem jeito. Faça uma regulagem periódica, sempre que possível. Troque o óleo nos prazos indicados pelo fabricante, verifique filtros de óleo e de ar. Todas essas medidas economizam combustível e ajudam a despejar menos CO2 no ar.

Que tal lavar o carro a seco? Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a tradicional, que consome centenas de litros do precioso líquido. Pense também em lavar menos seu carro.

 Tem atitude mais grosseira que atirar lata ou outros dejetos pela janela do carro? O castigo para essa gafe é garantido: os resíduos despejados na rua são arrastados pela chuva, entopem bueiros, chegam aos rios e represas, causam enchentes e prejudicam a qualidade da água que consumimos.

Para conhecer mais dicas da Etiqueta Sustentável, clique aqui e veja o manual completo.

 

CD com selo ambiental

Ney Matogrosso produziu o primeiro CD brasileiro a exibir o selo “Prima Mudanças Climáticas”. O novo CD do cantor, “Beijo Bandido” teve o selo concedido pela ONG Prima – Mata Atlântica e Sustentabilidade, que certifica que a sua produção teve as emissões de carbono compensadas. As quase 600 toneladas de carbono geradas no processo foram neutralizadas com o plantio de 100 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, no sítio do próprio cantor.

Bom exemplo! Ótima iniciativa!

(Fonte: JB Ecológico)

Saneamento Básico

O que é saneamento Básico?

Um conjunto de procedimentos adotados numa determinada região com o objetivo de proporcionar uma situação higiênica saudável para seus habitantes.

Entre os procedimentos do saneamento básico, podemos citar: tratamento de água, canalização e tratamento de esgotos, limpeza pública de ruas e avenidas, coleta e tratamento de resíduos orgânicos (em aterros sanitários regularizados) e materias (através da reciclagem). Com estas medidas de saneamento básico, é possível garantir melhores condições de saúde para as pessoas, evitando a contaminação e proliferação de doenças, ao mesmo tempo que se garante a preservação do meio ambiente.

A saúde está diretamente ligada ao saneamento. A falta de saneamento tem conseqüências muito graves para a qualidade de vida da população, principalmente aquela mais pobre, residente na periferia das grandes cidades ou nas pequenas e médias cidades do interior. Da população diretamente afetada, as crianças são as que mais sofrem.

Veja os números. Os dados são antigos, mas o problema é sempre atual…

– 65% das internações hospitalares de crianças menores de 10 anos estão associadas à falta de saneamento básico;

– a falta de saneamento básico é a principal responsável pela morte por diarréia de menores de 5 anos no Brasil;

– em 1998, morreram 29 pessoas por dia no Brasil de doenças decorrentes de falta de água encanada, esgoto e coleta de lixo, segundo cálculos da FUNASA realizados a pedido do Jornal Folha de São Paulo;

– a eficácia dos programas federais de combate à mortalidade infantil esbarra na falta de saneamento básico;

– os índices de mortalidade infantil em geral caem 21% quando são feitos investimentos em saneamento básico;

– as doenças decorrentes da falta de saneamento básico mataram, em 1998, mais gente do que a AIDS;

– a utilização do soro caseiro, uma das principais armas para evitar a diarréia, só faz o efeito desejado se a água utilizada no preparo for limpa.

(Fonte: BNDES e pesquisa da FUNASA realizada a pedido do jornal Folha de S. Paulo, 1999/2000)

A coleta, o tratamento e a disposição ambientalmente adequada do esgoto sanitário são fundamentais para a melhoria do quadro de saúde da população do município. É importante destacar que os investimentos em saneamento têm um efeito direto na redução dos gastos públicos com serviços de saúde, segundo a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).

Para cada dólar investido no setor de saneamento economiza-se cinco dólares na área de medicina curativa.

CAESB – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal

O índice de atendimento à população com atendimento na coleta de esgotos sanitários é de 93%; o índice atual de tratamento dos esgotos coletados é de 100%. São índices significativamente elevados para a realidade brasileira.

O sistema de esgotos do DF é composto por 17 sistemas de coleta e tratamento de esgotos. Alguns destes sistemas já estão em operação, permitindo avançar na recuperação da qualidade das águas do Distrito Federal.

Saneamento Básico em Brasília

Para falar mais sobre saneamento Básico, principalmente tratamento de esgotos, o Cultura Ambiental conversou com Eliane Costa, ouvidora da CAESB sobre o assunto. Escute aqui (clique em áudio).

Lixo doméstico – o que fazer?

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil descarta a cada dia 230.000 toneladas de detritos.
E mais da metade desse número, Flávia, é formado por lixo doméstico.
E é sobre esse lixo que o cultura ambiental de hoje vai falar: o lixo doméstico. Você sabe como reduzir e diminuir o impacto causado por ele no meio ambiente?
Do total produzido nas casas, apenas 2% é destinado à coleta seletiva. O restante vai parar em lixões a céu aberto.
Ou, na melhor das hipóteses, Claudivan, em aterros sanitários cuja capacidade máxima já está próxima do limite.
Para piorar o quadro, muitas vezes o cidadão tem o cuidado de separar metais, vidros, plásticos e papéis acreditando que esses materiais serão reciclados, mas as empresas de limpeza misturam tudo num mesmo caminhão.
De acordo com o SLU, são 2,5 toneladas diárias de lixo recolhidas de casas e ruas no DF. Mas apenas 1,2% é selecionado e reciclado.
O baixo desempenho começa desde a casa dos moradores, que não tem a conscientização necessária para lidar com essa questão, até o próprio aparelhamento público totalmente despreparado.
A escassa infra-estrutura do GDF conta com apenas 7 caminhões e 36 funcionários preparados para a coleta seletiva.
O desempenho das administrações municipais costuma ser péssimo em matéria de lixo, mas não é por falta de boas leis. O problema, é fazer valer a legislação, e não só quando o assunto é sujeira, é preciso perseverar na divisão do lixo doméstico.
Mas o correto mesmo, ouvinte, é tentar diminuir a quantidade diária de lixo produzido. No mínimo, você mantêm a sua consciência mais limpa. A seguir, com o coordenador de gestão ambiental do Unicesp, professor Bernardo Verano, vamos conhecer algumas soluções domésticas que ajudam a reduzir o lixo dentro e, consequentemente, fora de casa. Como vai, professor?
Olá Flávia, boa tarde, ouvinte, tudo bem? A melhor forma de cuidar do lixo, e da nossa saúde, é fazer a separação correta e a reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais, reutilizando esses materiais dentro de casa mesmo ou doando para cooperativas. (listar no site)
E quais são as alternativas para fazer essa separação, professor Bernardo?
Em primeiro lugar, usando recipientes diferentes para cada material. Papéis, em geral, são recicláveis, com exceção daqueles sujos. O que não pode ser reciclado: fraldas descartáveis, absorventes, papel higiênico, guardanapos de papel, papel-toalha e embalagens metalizadas de salgadinhos. O ideal é que você descubra se o que separou em casa continuará separado no caminhão de lixo e depois encaminhado, de fato, a uma usina de reciclagem. Caso contrário, junte uma quantidade mínima e entregue você mesmo em pontos de reciclagem.
E quanto isso representa para a cidade, professor?
Flávia, para você ter uma ideia, os materiais recicláveis representam 70% do volume de lixo produzido numa cidade. Por esse motivo, separá-los dos outros detritos resulta em muito mais espaço nos aterros sanitários.
Professor, Bernardo, e em quanto esse hábito reduz a poluição ambiental?
Claudivan, a reciclagem retira do lixo uma série de materiais que levariam um tempo enorme para se decompor. Só para exemplificar: o plástico demora 450 anos, as latas de alumínio, 200 anos e o vidro, leva 1 milhão de anos para se decompor. Além disso, ao ser reaproveitado, o lixo reciclável economiza recursos naturais. Uma tonelada de papel reciclado poupa 22 árvores, 75% de energia elétrica e polui o ar 74% menos do que a produção da mesma quantidade de papel com matéria-prima virgem.
Uma dica muito bacana, para quem gosta de plantas é transformar o lixo orgânico em adubo. Não é difícil e qualquer um pode fazer. É só montar uma composteira em um recipiente, acomodando os restos de comida. O adubo começa a se formar depois de dois ou três meses.
E mesmo quem mora em apartamento pode fazer, se não quiser ter o recipiente dentro de casa, é só se reunir com os vizinhos e montar a composteira na parte externa do prédio. Não tem desculpa!
É importante lembrar que mesmo reciclando, geramos uma quantidade imensa de resíduos que geramos. Por isso é importante a consciência na hora do consumo. Por exemplo, é muito mais interessante trocarmos os filtros de papel de coar café por coadores de pano. Isso é consumo sustentável e custa muito menos para o seu bolso.
Mudar esse cenário do descarte errado de lixo, envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.
Essas foram as dicas que o Cultura Ambiental trouxe para você! Conheça outras formas de reaproveitar ou descartar o lixo doméstico acessando o nosso eletrônico: verdecapital.wordpress.com.
Com edição de Marco Borges e Diego Meira, o cultura ambiental fica por aqui. Um ótimo fim de semana a todos!

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O Cultura Ambiental dessa semana traz informações sobre lixo doméstico e o que fazer com ele. O programa vai ao ar na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Você pode ouvir todos os programas pelo Stickam.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil descarta a cada dia 230.000 toneladas de detritos. E mais da metade desse número é formada por lixo doméstico. Você sabe como reduzir e diminuir o impacto causado por ele no meio ambiente?

Do total produzido nas casas, apenas 2% é destinado à coleta seletiva. O restante vai parar em lixões a céu aberto. Ou, na melhor das hipóteses, em aterros sanitários cuja capacidade máxima já está próxima do limite. Para piorar o quadro, muitas vezes o cidadão tem o cuidado de separar metais, vidros, plásticos e papéis acreditando que esses materiais serão reciclados, mas as empresas de limpeza misturam tudo num mesmo caminhão.

De acordo com o SLU, são 2,5 toneladas diárias de lixo recolhidas de casas e ruas no DF. Mas apenas 1,2% é selecionado e reciclado. O baixo desempenho começa desde a casa dos moradores, que não tem a conscientização necessária para lidar com essa questão, até o próprio aparelhamento público totalmente despreparado.

A escassa infra-estrutura do GDF conta com apenas 7 caminhões e 36 funcionários preparados para a coleta seletiva.

O desempenho das administrações municipais costuma ser péssimo em matéria de lixo, mas não é por falta de boas leis. O problema é fazer valer a legislação, e não só quando o assunto é sujeira. É preciso se habituar a fazer a divisão do lixo doméstico.

Mas o correto mesmo é tentar diminuir a quantidade diária de lixo produzido. No mínimo, você mantêm a sua consciência mais limpa. A melhor forma de cuidar do lixo, e da nossa saúde, é fazer a separação correta e a reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais, reutilizando esses materiais dentro de casa mesmo ou doando para cooperativas.

Use recipientes diferentes para cada material. Papéis, em geral, são recicláveis, com exceção daqueles sujos. O que não pode ser reciclado: fraldas descartáveis, absorventes, papel higiênico, guardanapos de papel, papel-toalha e embalagens metalizadas de salgadinhos. O ideal é que você descubra se o que separou em casa continuará separado no caminhão de lixo e depois encaminhado, de fato, a uma usina de reciclagem. Caso contrário, junte uma quantidade mínima e entregue você mesmo em pontos de reciclagem.

Os materiais recicláveis representam 70% do volume de lixo produzido numa cidade. Por esse motivo, separá-los dos outros detritos resulta em muito mais espaço nos aterros sanitários. A reciclagem retira do lixo uma série de materiais que levariam um tempo enorme para se decompor. Só para exemplificar: o plástico demora 450 anos, as latas de alumínio, 200 anos e o vidro, leva 1 milhão de anos para se decompor. Além disso, ao ser reaproveitado, o lixo reciclável economiza recursos naturais.

Uma dica muito bacana, para quem gosta de plantas é transformar o lixo orgânico em adubo. Não é difícil e qualquer um pode fazer. É só montar uma composteira em um recipiente, acomodando os restos de comida. O adubo começa a se formar depois de dois ou três meses.

E mesmo quem mora em apartamento pode fazer, se não quiser ter o recipiente dentro de casa, é só se reunir com os vizinhos e montar a composteira na parte externa do prédio. Não tem desculpa!

Saiba como fazer a sua composteira:

Pode ser montada em um tambor de plástico. O tamanho da composteira de cascas de frutas, folhas e talos depende muito do espaço disponível para abrigá-la. Para uma família formada por um casal e dois filhos, um tambor de 50 litros é suficiente para comportar o lixo produzido em um mês.

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1. Para começar, é preciso fazer furos na lateral do recipiente, a fim de escoar o líquido que se forma com a decomposição dos restos. Ele pode ser recolhido em vasilhas. Não se preocupe: esse líquido não é tóxico, ao contrário do chorume dos aterros, que resulta da mistura de outros tipos de detrito

2. Com o recipiente da composteira pronto, forre o fundo com pedrinhas e coloque a primeira camada de lixo orgânico. Em seguida, cubra-a com terra de jardim, folhas secas ou serragem. Vá intercalando as camadas de detritos com esse tipo de cobertura

3. A cada dois ou três dias, revolva camadas e coberturas, para garantir a oxigenação do material e acelerar, assim, a decomposição

4. Uma vez que o recipiente esteja cheio, é preciso esperar em torno de dois meses para que o processo de compostagem se complete. Depois disso, o conteúdo pode ser usado como adubo

Vale a pena? Sim, desde que se tenha clara a destinação do composto. Quem não tem no apartamento ou em casa muitos vasos ou áreas ajardinadas que consumam todo esse adubo deve organizar-se para doá-lo a amigos ou aplicá-lo em áreas verdes da vizinhança

A COMPOSTAGEM CHEIRA MAL?

A compostagem, quando realizada conforme as instruções, não deverá produzir qualquer mau cheiro e pode ser realizada no ambiente doméstico

A empresa Minhocasa, aqui da capital federal, Brasília, oferece um kit de três caixas plásticas (R$ 215 ou R$ 315, em dois tamanhos, sem o frete), ótimo para apartamentos ou casas sem quintal. Nas caixas, as minhocas se alimentam do lixo orgânico e produzem, ali, o húmus que vai para a horta ou jardim.

É importante lembrar que mesmo reciclando, geramos uma quantidade imensa de resíduos que geramos. Por isso é importante a consciência na hora do consumo. Use a criatividade para reutilizar os materiais. Isso é consumo sustentável e custa muito menos para o seu bolso.

Mudar esse cenário do descarte errado de lixo, envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem. A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Fonte: Correio Braziliense, Veja e Planeta Sustentável