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As Mudanças Climáticas e o Brasil na COP 23

A maior reunião sobre o clima em 2017 está sendo presidida pelas Ilhas Fiji, que correm o risco de desaparecerem com aumento do nível do mar, e com a presença de mais de 200 países.

Essa reunião é emblemática pois conta com a adesão, acreditem se quiserem, da Síria nos acordos climáticos e no imenso recuo dos EUA em relação ao acordo de Paris (2015).

Fora isso tudo o Brasil vem sendo extremamente criticado pela postura adotada por governos anteriores e o não cumprimento das metas, auto impostas sobre emissão de gás carbônico, por meio de políticas públicas pouco eficientes. Outro ponto de crítica nesses dias de encontro é a flexibilização das leis ambientais na ultima década e a postura atual do governo federal em atender a bancada ruralista e interesses de mineradoras.

Essas são as críticas que ocorrem na COP 23 em relação ao Brasil.

Vale refletir e ver quais serão as recomendações para o nosso país após essa reunião.

 

 

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Aterro sanitário de samambaia não resolve o problema

O portal de notícias Fato on Line (fatoonline) publicou entrevista com o professor Bernardo Verano sobre o aterro sanitário do Distrito Federal na Samambaia.

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Leia aqui a matéria completa.

 

 

 

 

São Paulo sedia pela primeira vez o World Summit Youth Awards 2015

Evento da ONU chega ao Brasil em parceria com a ProjectHub e premia projetos digitais de jovens que trazem soluções inovadoras para problemas globais 

São Paulo, junho de 2015 – A cidade de São Paulo sedia pela primeira vez, nos dias 15, 16 e 17 de junho, oWorld Summit Youth Award 2015 (WSYA). Em sua sétima edição, o evento mundial da ONU, que premia projetos digitais com impacto social, chega ao Brasil em parceria com a ProjectHub, rede para empreendedores da economia criativa, responsável também pelo Prêmio Brasil Criativo.

No dia 15 de junho, acontece a abertura do WSYA, no auditório do MASP. Além disso, palestras com profissionais renomados promovem uma troca de experiências sobre empreendedorismo digital e negócios sociais nos dias 16 e 17, no Red Bull Station. Também no dia 17, uma festa no Memorial da Integração anuncia os projetos premiados deste ano e marca o encerramento do evento. Jovens interessados em melhorar o mundo, compartilhar informações ou conhecer mais o tema, podem se inscrever para a abertura, palestras e encerramento (mais informações no serviço).

O WSYA tem apoio do Engajamundo e do Red Bull Station.

WSYA_logo2008_leftSobre o prêmio
O World Summit Youth Award é um concurso mundial de inovação para empreendedores sociais e digitais ligados à área de Tecnologia da Informação e Comunicação. O objetivo é incentivar jovens engajados a propor soluções inovadoras para problemas globais relacionados às Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas. Os ganhadores desta edição serão anunciados no dia 17 de junho, em uma grande celebração no Memorial da Integração.


e-power_cd_140117O prêmio reconhece projetos com potencial de impacto nas metas da ONU em seis diferentes categorias: luta contra a pobreza, fome e doença; educação para todos; empoderamento das mulheres; valorização da cultura local; meio ambiente e sustentabilidade; e busca da verdade.

Cada categoria tem três finalistas, selecionados por um júri técnico, e um projeto vencedor. Todos os trabalhos inscritos foram iniciados e executados por pessoas com até 30 anos de idade, nascidos em países membros da ONU e da UNESCO. Para saber mais sobre o regulamento, acesse: http://www.youthaward.org/content/contest_rules

“O WSYA é um incentivo importante aos produtores de conteúdo eletrônicos em todo o mundo. Ele gera reconhecimento do mais alto nível para um grupo de profissionais multimídia que, uma vez motivados e orientados para o futuro, podem contribuir significativamente para o desenvolvimento de uma sociedade da informação de qualidade. Além disso, o prêmio gera visibilidade aos projetos e fomenta o engajamento de jovens empreendedores em ações que tenham a criatividade como estratégia de transformação”, explica Lucas Foster, fundador da ProjectHub.

Lançado em todos os países membros das Nações Unidas e UNESCO, por meio da rede WORLD SUMMIT AWARD (WSA), da aliança mundial das Nações Unidas para a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), o WSYA tem o apoio das organizações internacionais e agências governamentais, setor privado, investidores, organizações não governamentais, associações de jovens, formadores de opinião e academias. É uma atividade com acompanhamento da UN World Summit for Information Society (WSIS).

11096688_1010480172304233_1716264695966727537_nO intuito do WSYA é selecionar e premiar as melhores iniciativas de conteúdo digital do mundo, de maneira a aproximar as metas da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (WSIS) da sociedade civil; contribuir para a construção de uma sociedade do conhecimento e promovê-lo em âmbito global, regional e local. O programa já aconteceu em países como Tunísia, Estados Unidos, Canadá, México, Áustria e Sri Lanka.

“Há uma demanda emergencial para fortalecimento da Sociedade da Informação interconectada. O potencial produtivo de jovens desenvolvedores de TI gera um novo impulso para investimentos em novos negócios, além de um real incremento do empreendedorismo social como alavancagem do desenvolvimento sustentável das comunidades”, explica Peter Bruck, Chairman da WSYA e presidente honorário da International Center of New Media (ICNM), uma organização austríaca sem fins lucrativos.

Mais informações em:
www.youthaward.org
www.facebook.com/youthaward

Sobre a ProjectHub
A ProjectHub é uma rede global que conecta empreendedores criativos com investidores de impacto comprometidos com a experiência de vida das pessoas. Com mais de 2 milhões de reais viabilizados para projetos criativos, a ProjectHub já conectou investidores como Google e 3M com empreendedores criativos e transformadores. www.projecthub.com.br

Serviço

Abertura do 7º World Summit Youth Award 2015 @ Grande Auditório do MASP
Data: 15 de junho, segunda-feira, das 19h às 23h
Endereço: Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César, São Paulo – SP
Participação com inscrição pelo link: https://www.eventbrite.co.uk/e/world-summit-youth-award-winners-festival-2015-opening-tickets-17167926731

Conferência internacional do WSYA 2015 @ Red Bull Station
Dias 16 e 17 de junho, terça e quarta-feira, das 9h30 às 18h30
Endereço: Praça da Bandeira, 137 – Bela Vista, São Paulo
Participação nos dias 16 e 17 com inscrição pelo e-mail: wsya@icnm.net
Para ver a programação de palestras, acesse: http://events.youthaward.org/content/agenda-86920121213

Anúncio dos projetos premiados e encerramento do WSYA 2015 @ Memorial da Integração
Dia 17 de junho, das 19h às 22h
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – SP
Participação com inscrição pelo link: https://www.eventbrite.co.uk/e/world-summit-youth-award
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Fonte: Assessoria de Imprensa

Profissões do Futuro: Área ambiental tem três carreiras promissoras

O Estadão trouxe matéria sobre profissões promissoras e… Adivinhe? A carreira ambiental está entre elas!

Profissões do Futuro: Área ambiental tem três carreiras promissoras
02/06/2015 | 18h01 0

Da engenharia à pesquisa acadêmica, o desafio é combinar desenvolvimento e sustentabilidade

Quem olha para o presente e o futuro climático do planeta enxerga recortes de qualidade de vida, sustentabilidade e impacto ambiental – preocupações que em geral são aumentadas nas pessoas que estudam e trabalham na área. Ao juntar as peças do quebra-cabeça, elas tentam entender o cenário e encontrar formas técnicas, físicas e comportamentais de evitar e combater poluição, escassez de recursos e propor soluções tecnológicas e programas de preservação que respeitem populações, culturas tradicionais, fauna, flora, água, ar.

Por motivos óbvios de sobrevivência e inovação, engenharias, gestões e gerências ligadas à área ambiental são carreiras do presente que têm futuro. Os caminhos para construir a trajetória profissional nessas áreas passam primeiro por consultar no detalhe o currículo de cada escola e conversar com profissionais formados e professores. O que é estudado, ensinado, exercitado, qual é o mercado de trabalho – é preciso antes do vestibular conhecer as disciplinas e cargas de exatas, humanas e biológicas e, sabendo da própria disposição e preferência, colocar esforço e inteligência no conjunto de atividades e teorias que tiver mais a ver com isso tudo. Em tese, todos esses caminhos prometem conduzir a formas de desenvolvimento sustentável seja ele humano, de energia, saneamento, fabricação de cerveja ou produção de comida, por exemplo. Na prática, obviamente, as atividades são distintas. Se esbarram, se encontram. Mas são diferentes.

A engenharia ambiental está ligada à resolução de problemas técnicos, à construção da barragem. Avalia se para abrir caminhos é necessário alagar mais ou menos uma região e remover pessoas. Calcula prós e contras do empreendimento. Propõe saídas. Entre outras muitas possibilidades, busca formas de produzir menos lixo e de encaminhar o que é gerado.

A gestão ambiental investiga a região, as pessoas, a qualidade de vida. O que e como produzem, quanto gastam e ganham. Descobre de que maneira a barragem afetará essa dinâmica, a rotina. Quanto vai custar, econômica, social e ambientalmente? Quais os benefícios? O gestor estuda as formas sustentáveis de usar e obter água, de usar e cultivar a terra, de cuidar da floresta.

A gerência das relações ecológicas estabelece uma ligação entre as partes, promove a comunicação entre engenheiros, gestores, funcionários, pessoas da sociedade, campanhas. Um exemplo: a empresa pode ter um gerente que convence, orienta, monitora, fiscaliza e encaminha campanhas de sustentabilidade, a fim de obter resultados e índices corretos.

Sucesso subjetivo – “Observamos uma tendência de ir além da busca por remuneração, status e segurança”, diz a professora Tania Casado, especialista em carreira e uma das coordenadoras do Programa de Estudos em Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Há uma preocupação com o sucesso subjetivo, a busca por significado, o orgulho do trabalho alinhado aos valores do indivíduo. Nesse sentido, a área socioambiental reúne características bastante contemporâneas e se abre para novas modalidades de atuação.”

As três se abrem para educação ambiental, conscientização, e formas de pesquisa científica. Têm lugar no escritório e no trabalho de campo. Na engenharia e na gestão, em especial, surge a oportunidade de botar a mão na terra ou passar uma temporada entre os ribeirinhos para entender a dinâmica das chuvas em suas vidas, entre outras experiências. Atraídos sobretudo pela possibilidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável e inovador, muitos ocupam posições em organizações não-governamentais, indústrias, instituições públicas e privadas, consultorias. Se engajam em causas ambientalistas. São contratados por empresas.

Desde 2013 a procura por executivos de áreas ambientais cresce 5% ao ano. “A demanda maior costuma ser gerada por gerências de saúde, segurança e meio ambiente que contratam engenheiros ambientais ou até mesmo formados em outra engenharia, mas que tenham ao menos uma pós-graduação em ambiental”, diz Rodrigo Maranini, gerente de engenharia e logística da Talenses, consultoria especializada no recrutamento de executivos. Segundo Maranini, o salário médio de um coordenador com inglês fluente é de R$ 13 mil. Um gestor de fábrica recebe entre R$ 15 e R$ 19 mil. O gestor corporativo, de R$ 17 a R$ 25 mil. “Preocupadas com imagem e resultado financeiro, as empresas agora sabem que a matéria-prima não é infinita, não somos autossuficientes em energia e para estar de acordo com normas regulatórias e auditorias é importante envolver cada vez mais cedo nos negócios áreas relacionadas ao meio ambiente.”

Ao mapear tendências de carreira até 2020, uma pesquisa do Programa de Estudos do Futuro da FIA mostrou que a área ambiental é das mais promissoras e acena com profissões relativamente novas, como a gerência de ecorrelações. No levantamento, a engenharia ambiental também está em evidência. Junto à gestão ambiental, elas compartilham o desafio de combinar desenvolvimento e sustentabilidade e podem coexistir em diversos cenários, atuando de forma complementar ou em lados opostos. Gestores e engenheiros encontram-se, por exemplo, na realização de estudos de impacto ambiental, os chamados EIA, que mapeiam em profundidade riscos sociais e ambientais de um empreendimento, prós e contras de se erguer uma hidrelétrica ou uma indústria e de fazer a transposição de um rio.

Gerência de ecorrelações – O levantamento de carreiras do futuro da FIA foi realizado há seis anos. O cargo de gerente de ecorrelações, ao menos com esse nome, ainda é incomum nos organogramas. É provável que isso seja apenas uma questão de nomenclatura, porque a importância de um personagem com conhecimento técnico e em legislação ambiental é reconhecida por todas as fontes especializadas ouvidas pelo Estado. Seu lugar existe.

Na descrição, o gerente de ecorrelações “se comunica e trabalha com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.” Geralmente formado na engenharia ou na gestão ambiental (bacharelado ou graduação tecnológica, um curso mais curto), precisa saber ouvir e falar bem para intermediar o diálogo entre a indústria e os moradores de uma cidade, a comunidade e um órgão governamental, e entre os funcionários e setores de uma companhia, transmitindo conhecimento e promovendo negociações.

Engenharia ambiental – A rigor, o engenheiro é quem cria, projeta e implementa tecnologias a fim de resolver problemas técnicos que nas situações socioambientais estão ligados ao uso e à preservação dos recursos naturais. São questões de lógica e cálculo, sim, mas também relacionadas às transformações causadas pelo homem e que interferem na vida. “É comum o aluno pensar que pode ser um curso muito voltado a uma ecologia ou a uma biologia e quando chega aqui já tem um pequeno choque. Sempre que apresentamos nosso curso, precisamos destacar que é uma engenharia focada na resolução de problemas ambientais, na compreensão dos processos naturais, na ação do homem e no desenvolvimento de tecnologia de controle, monitoramento e investigação desses fenômenos”, afirma Rafael Manica, coordenador de engenharia ambiental da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que existe desde 2006 e registrou a disputa de 11 candidatos por vaga no último vestibular.

Depois dessa puxada mais forte na base técnica, surge uma carga interdisciplinar intensa com conhecimentos de química e biologia e em disciplinas que abordam processos atmosféricos, biológicos, de recursos hídricos, de saneamento e geológicos. “É esperado que [os alunos formados] façam diagnósticos e possam atuar em órgãos de gerenciamento e em empresas, no planejamento, na prevenção e proteção de recursos, na construção civil e também na educação ambiental. Não farão isso como educadores de formação, mas por meio da conscientização. O engenheiro ambiental trabalha muito na remediação de problemas, propondo soluções.”

Egresso da turma de 2004, a primeira de engenharia ambiental da Universidade Federal do Paraná, Helder Rafael Nocko hoje é vice-presidente da Associação Paranaense de Engenheiros Ambientais e diretor da Envex, consultoria especializada em engenharia ambiental. A depender do trabalho, as equipes da empresa incluem biólogos, advogados e assistentes sociais. A Envex é a autora de um prognóstico de qualidade da água do reservatório da usina de Belo Monte, na bacia do rio Xingu, um dos mais polêmicos empreendimentos de geração de energia do país. “A formação forte em engenharia e os conhecimentos em assuntos específicos, do tipo química, formas de controle ambiental, parte atmosférica e direito, abrem um campo enorme de atuação em estudos de impacto ambiental, ensino e pesquisa, planejamento de recursos hídricos, tratamento de água, redução e tratamento de resíduos sólidos e drenagem e destino de águas da chuva em áreas urbanas, na sustentabilidade industrial e em ONGs”, diz.

Gestão ambiental – A maior preocupação do gestor ambiental talvez seja entender e harmonizar a relação das pessoas com o ambiente e os recursos em termos sociais e econômicos. Ele pode liderar estudos de impacto ambiental, fazer pesquisa científica ou desenvolver programas de educação para o uso racional da água e a reciclagem do lixo. Ao atuar na área de sustentabilidade, cuida não só de aspetos culturais, mas de monitoramento, análise e relatórios de desempenho.

O paulistano Renato Morgado, gestor ambiental pela Escola Superior de Agricultura Luiz De Queiroz (Esalq/USP) e autor de uma tese de mestrado que estudou a formação dos bacharéis na área, vive em Piracicaba e desde 2009 é funcionário do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). A organização não-governamental apoia e incentiva o uso sustentável das florestas e da agricultura, trabalhando com certificações, políticas públicas e relações éticas entre empresas e comunidades tradicionais. Na Amazônia, Morgado participou recentemente de um diagnóstico socioambiental do município de Almeirim, no norte do Pará. O objetivo era entender as cadeias produtivas de castanha e açaí, a fim de propor um aprimoramento da produção. “O gestor ambiental tem uma formação voltada à compreensão a partir de pontos de vista diferentes e de forma integrada. Na gestão da crise hídrica, que é ao mesmo tempo um problema da capacidade das bacias, dos regimes de chuva e de saber como se faz a gestão da água e se estimula o consumo consciente, há ainda questões políticas, legais e econômicas. O gestor não vai fazer a obra da barragem, que é da engenharia, mas vai conhecer os instrumentos de gestão existentes ou criar novos para dar conta dos desafios”, explica.

Na Esalq, o currículo do curso abrange desde cálculo, matemática e estatística, bioquímica, microbiologia, física, direito, ecologia e história do movimento ecológico, até geoprocessamento, gestão urbana e de biodiversidade, auditoria e certificação e administração financeira e contábil. “Pela experiência que já tive em problemas técnico-jurídicos na temática ambiental, eu diria que o papel do gestor ambiental é sobretudo fazer uma ponte entre as diversas áreas e agentes”, avalia a professora Sílvia Miranda, do departamento de economia, administração e sociologia da escola. “Muitos conflitos entre segmentos produtivos e aqueles que têm ênfase na questão ambiental ocorrem pela falta de compreensão da complexidade técnica, política e econômica dos problemas e da necessidade de soluções mediadoras, de avanços tecnológicos, de melhoria na comunicação, do estabelecimento de instrumentos de compensação. Enfim, problemas que exigem uma visão interdisciplinar e uma capacidade de articulação e compreensão holística.”

Leia no original aqui.

Movimento Nossa Brasília discute cidades sustentáveis na UnB

Representantes da sociedade civil, de empresas, universidade e governo, cidadãs e cidadãos de Brasília, estão convidados a participar de uma tarde de palestras e debates sobre cidades sustentáveis neste sábado (16/5) na Universidade de Brasília (UnB). O evento ‘Diálogos Inspiradores sobre Nossa Brasília’ é organizado pelo Movimento Nossa Brasília e discutirá indicadores, educação cidadã, mobilização e comunicação por uma Brasília mais justa, democrática e sustentável.
A programação começa às 14 horas no Salão Central do Centro de Excelência em Turismo (CET) da UnB, com roda de conversa com Maurício Broinizi, coordenador da Secretaria Executiva do Movimento Nossa São Paulo, e Aldo Paviani, diretor de Estudos Urbanos e Ambientais da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan-DF).

Às 15 horas serão realizadas outras rodas de conversa para discutir os Grupos de Trabalho de mobilidade urbana, resíduos sólidos, agricultura urbana e o Observatório da Criança e do Adolescente.

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O evento será encerrado às 17 horas com show do Mestre Zé do Pife e as Juvelinas.

SERVIÇO

Diálogos Inspiradores sobre Nossa Brasília
Data: Sábado, 16 de maio
Horário: das 14 às 17 horas
Endereço: Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET UnB) – Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, Asa Norte, Brasília – DF

Outras informações:

Carol Ramalhete – (61) 9601-1109 movimentonossabrasilia@gmail.com
Jorge Cordeiro – (11) 98224-0309 comunicacao@inesc.com.br

CRÍTICA AO CONSUMO SUSTENTÁVEL

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O Consumo Sustentável envolve a escolha de produtos que utilizaram menos recursos naturais em sua produção, que garantiram o emprego decente aos que os produziram, e que serão facilmente reaproveitados ou reciclados. Significa comprar aquilo que é realmente necessário, estendendo a vida útil dos produtos tanto quanto possível. Consumimos de maneira sustentável quando nossas escolhas de compra são conscientes, responsáveis, com a compreensão de que terão consequências ambientais e sociais – positivas ou negativas.

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O vídeo abaixo faz uma crítica ao consumo sustável e descreve todas as etapas e pensamentos que devem ser utilizados pela população na hora de pensar e consumir sustentável. O que se vê hoje como consumo sustentável ainda não está nem perto de uma vida harmoniosa com a economia, meio ambiente e sociedade. Temos que avançar nesse sentido

Sustentabilidade para o Dia do Planeta

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O dia 22/04 é o DIA DO PLANETA!!

Para lembrar a data vamos compartilhar uma pequena versão adaptada sobre o vídeo “História das Coisas”, grande sucesso demonstra a ação do homem em relação ao planeta, meio de produção e consumo.

Você sabia que se todos nós consumíssemos como a sociedade americana teríamos que ter cinco planetas como o nosso para suprir a demanda de matéria prima? Realmente temos que repensar !!! Hoje é uma data de reflexão.

A todos que se interessam na área ambiental fica o convite para estudar Gestão Ambiental Icesp Promove ou estudar Pós graduação em Perícia Ambiental Pós-graduação Icesp Promove (Início imediato – Inscrições Abertas Turma X na secretaria). Venha estudar no melhor curso de meio ambiente do Distrito Federal.

Pensem em Sustentabilidade, pois ações assim podem salvar nosso Planeta e todos seus indivíduos. Assistam ao vídeo!!!

Essas ações vão ao encontro do que a ONU divulgou no dia do Planeta Terra. Veja matéria em http://migre.me/pJrTy

ADMINISTRAÇÃO RURAL E SEUS DESAFIOS PRODUTIVOS E AMBIENTAIS

 

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Walter Kondo é graduado em Medicina Veterinária pela UFPR, com MBA em Gestão de Agronegócios pela UFMS. Participou de cursos de desenvolvimento pessoal e liderança e está sempre atento aos eventos ligados ao setor. Quanto a experiência, gerenciei fazendas agrícolas e pecuária, num total de 7 propriedades simultâneas, com produções de soja, milho, cana e café, produções pecuária de corte da cria ao confinamento, implantando tecnologias que visavam uma busca constante do aumento de produtividade, através de parcerias com fornecedores e empresas de assessoria. Consegui sempre, nas mais diversas atividades, produtividades de destaque a nível regional e até estadual.

 

Antes de mais nada, é preciso ser do campo para trabalhar no campo? A rotina na fazenda favorece aos futuros administradores ou ser de uma cidade grande sem nenhum contato com o meio rural não interfere na formação do administrador de áreas rurais?

 

Não é preciso ser do campo, mas precisa ter muita afinidade. Pois é um estilo de vida completamente diferente, desde o amanhecer, os finais de semana, enfim, o dia a dia. Não tem teatro, shopping ou cinema. Precisa gostar do silêncio, da convivência com animais, da paz e tranquilidade do campo.

 

Quais requisitos básicos se espera de um administrador rural?

 

Um administrador precisa, antes de tudo, de atitude. Precisa conhecer as influências das estações do ano nas diversas produções e atividades da fazenda, para que possa fazer um bom planejamento das atividades e estabelecimento de metas para as diversas atividades. Um bom administrador precisa ter caráter, ser ético, justo e determinado para executar os planejamentos e atividades propostas.

 

Qual é sua área de atuação? Existem escolas que formam administradores de fazendas?

 

Atualmente, é gerência geral de lojas agropecuária. Mas, em fazendas, trabalhei com sistemas de integração lavoura/pecuária, produções agrícolas de soja, milho, cana e café, com produções pecuária de corte. Sistemas intensivos com creep-feeding, cruzamento industrial, desmame precoce e confinamento. Hoje, tem cursos de graduação em administração rural que ajudam muito aqueles que desejam atuar na área.

 

Desde quando começou até o momento, o que mais mudou no setor? O que você considera fundamental para um profissional manter-se atualizado?

 

Hoje a tecnologia da informática e a robótica fazem parte do dia-a-dia das grandes fazendas produtoras. Para se manter atualizado é preciso fazer especializações nas áreas de interesse e participar dos eventos ligados ao setor, como exposições, feiras, palestras técnicas, dias de campo, enfim, participar do maior número de eventos possíveis.

 

Sua formação inicial é medicina veterinária, isso foi um agente facilitador para o desempenho da função? Ou sua formação complementar que ofereceu as ferramentas que precisava?

 

Com certeza a graduação foi um facilitador, além de ter nascido em fazenda, enfim, um vínculo que vem desde as raízes. Para se manter atualizado é preciso gostar da atividade, a partir disso a busca por manter-se atualizado é uma consequência.

 

Como está o setor hoje? É carente de profissionais ou está saturado? Quais caraterísticas são fundamentais para conquistar um emprego?

 

O setor é carente de bons profissionais e, o agronegócio é a grande oportunidade do nosso país, que tem vocação pela extensão territorial, condições climáticas, o país que tem a maior reserva de água doce do planeta, tecnologia própria para ser o mais produtivo na maioria das principais atividades agropecuária. Para se conquistar um emprego no setor precisa gostar da atividade, determinação e muita garra para vencer os muitos desafios do setor.

 

Quais são os maiores desafios para quem trabalha no campo hoje? 

 

Os maiores desafios do setor são:

– logística; de transporte, com mais malhas rodoviárias, ferroviária e hidroviária, de portos mais eficientes e maior quantidade de portos.

– carga tributária menos onerosa.

– maior segurança em leis mais específicas e eficientes que possam garantir maiores investimentos no setor, como direito de propriedade que tenham um atendimento mais rápido e efetivo das autoridades em casos de invasão.

– uma política mais eficiente e abrangente por parte do governo federal para o setor. Uma política com planejamento para longo prazo, algo em torno de 20 anos.

 

As fazendas muitas vezes são indústrias rurais, como lidar com a falta de infraestrutura típica do campo na hora da contratação: falta de escolas, internet, serviços…?

 

Existe hoje tecnologia para levar internet mesmo em propriedades muito isoladas. No caso de escolas de ensino fundamental, dificilmente haverá local sem acesso, pois existem escolas mesmo em locais de difícil acesso.

 

O administrador de fazendas também é responsável pelo bem estar dos funcionários, que muitas vezes moram na fazenda. Que tipo de benefícios garantem qualidade de vida para esses profissionais?

 

Primeiro um bom plano de saúde para toda a equipe. Depois, divulgar e implantar hortas comunitária, criação de galinhas poedeiras, suínos e frangos de corte. Divulgar e implantar planos de cuidados sanitários e de higiene pessoal. Implantar, dependendo do tamanho da equipe, com apoio de autoridades municipais, uma escola na propriedade.

 

Quando se trata de comprar fazenda, o administrador teria condições de avaliar fazendas a venda?

 

Sim. Basta que o administrador tenha informações do preço praticado na região, por alqueire ou por hectare, avaliar as instalações da propriedade, a distância com relação as cidades próximas e principais vias de acesso. A partir destas informações ele saberá avaliar tanto para adquirir, como para vender. No meu caso, já negociei já negociei aquisições e venda.

 

Por Laryssa Caetano.

SITE: http://www.administracaoegestao.com.br/administracao-rural/

ADM_RURAL_ARTIGO

Aula 01_Conceitos

Exercício_1 de ADM_RURAL

Novos Conceitos

 

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CURSO DE EXTENSÃO EM PERÍCIA AMBIENTAL

 

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O projeto VERDE CAPITAL em parceria com a Empresa Solucionare Comunicação e Treinamentos e apoio do curso de Graduação em Gestão Ambiental e Pós em Gestão e Perícia Ambiental ICESP Promove oferece o 1o curso de Extensão em Perícia Ambiental em Brasília na unidade Guará na sala 301 do bloco II no 3o andar entre os dias 02/02 a 6/02 com preparação para aula de campo em 12/02 e aula de campo em 14/02 para todos os alunos, ex alunos dos cursos de Graduação e Pós Graduação da faculdade, além do público externo que se interessar. O melhor de tudo é que o curso será sem custo a alunos, ex alunos da IES e para o público externo.

O limite de vagas é de 30 alunos. Para interessados externos da faculdade é preciso enviar um email  até às 16hs de cada dia para coord.gestaoambiental@unicesp.edu.br e receber sua confirmação.

Em anexo o programa do curso e a 1o aula a ser ministrada.

Um grande abraço e sucesso a todos interessados!!

Equipe Verde Capital

Extensão em Perícia Ambiental -2015 -FINAL

Conheça as medidas sustentáveis para os Jogos Olímpicos de 2016

Louis Vega, vice-presidente de operações olímpicas da Dow Chemical (empresa parceira do evento), fala sobre as medidas sustentáveis para o evento olímpico no Rio em 2016.  O executivo vai coordenar a neutralização de emissões de CO2 durante a preparação e a execução dos jogos.

A entrevista foi concedida ao repórter Cláudio Nogueira, do jornal O Globo, e publicada nesta segunda-feira, 03/11/2014.

louis vega

Conte algo que não sei.

Uma das maiores emissões de carbono é produzida com o desperdício de comida. Para muitas pessoas, uma embalagem pode ser só um plástico filme, mas o plástico filme tem que ter uma tecnologia que garanta o cuidado para que se produza menos lixo orgânico.

Seu projeto prevê mitigar 500 mil toneladas de CO2 emitidas na Rio 2016. Os Jogos são um perigo real para o clima?

Um evento olímpico tem três pilares: esporte, cultura e meio ambiente. A economia se movimenta e aumenta a pegada de gás carbônico, que, emitido em excesso, é risco potencial para o aquecimento global.

Que atividades são mais impactantes numa olimpíada?

São três classes de emissão: a construção da infraestrutura, como rodovias, aeroportos; a operação, que conta o consumo de energia nas transmissões de TV e a iluminação dos locais; e o transporte dos participantes.

Qual a diferença desta proposta para a compra de créditos de carbono?

São projetos que se baseiam na substituição de tecnologias, que aumenta a eficiência energética na construção civil e em infraestrutura, ou ajudando os agricultores a desenvolver práticas voltadas para a produtividade e reduzir as emissões.

Como foi nos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi?

Foi um grande sucesso. Conseguimos mitigar totalmente a emissão de gás carbônico antes do início do verão russo. A Rússia aplicou novas tecnologias de eficiência energética e baixa emissão nas obras e nas áreas agrícola e industrial, como nos materiais de selagem, pintura e isolamento. Foi a primeira vez que a pegada de carbono na organização dos jogos foi totalmente neutralizada. E a população se engajou, comprou a ideia e foi decisiva.

Sochi e Rio são diferentes…

A diferença é o clima. Em uma cidade tentamos manter o calor do lado de dentro e o frio lá fora. Na outra, tentamos deixar o calor lá fora e manter fresco do lado de dentro. De qualquer modo, para reduzir a quantidade de emissões, é preciso produzir menos carbono.

Na prática, como será feito?

Temos exemplos na construção civil como o uso de aditivos de cimento e tintas. Quando se usa resina acrílica para criar uma tinta, se o revestimento é mais resistente, é preciso pintar com menos frequência. Desenvolvemos um isolante de poliuretano que em prédios comerciais com ar-condicionado produz isolamento térmico das paredes e reduz o consumo.

Parece complexo…

A introdução de um novo mercado, levar as pessoas a entender que elas podem mitigar, compensar as emissões com ações que elas mesmas podem implantar, é mais uma lição, um aprendizado.

Como a população carioca pode ajudar a organização?

Nossa meta é engajar ao menos 500 mil pessoas no debate sobre as mudanças no clima, além de programas nas escolas e redes sociais. Entender a importância de rotinas simples, como apagar as luzes.

Simples assim?

E também desligar computadores, consumir produtos com certificação de origem etc. Cada gesto individual é um grande passo. Mas mudanças de comportamento que produzam soluções de longo prazo são muito melhores, obviamente, do que uma ação apenas.

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Fonte: O Globo | Foto Ana Branco / Agencia O Globo