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Aterro sanitário de samambaia não resolve o problema

O portal de notícias Fato on Line (fatoonline) publicou entrevista com o professor Bernardo Verano sobre o aterro sanitário do Distrito Federal na Samambaia.

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Leia aqui a matéria completa.

 

 

 

 

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Profissões do Futuro: Área ambiental tem três carreiras promissoras

O Estadão trouxe matéria sobre profissões promissoras e… Adivinhe? A carreira ambiental está entre elas!

Profissões do Futuro: Área ambiental tem três carreiras promissoras
02/06/2015 | 18h01 0

Da engenharia à pesquisa acadêmica, o desafio é combinar desenvolvimento e sustentabilidade

Quem olha para o presente e o futuro climático do planeta enxerga recortes de qualidade de vida, sustentabilidade e impacto ambiental – preocupações que em geral são aumentadas nas pessoas que estudam e trabalham na área. Ao juntar as peças do quebra-cabeça, elas tentam entender o cenário e encontrar formas técnicas, físicas e comportamentais de evitar e combater poluição, escassez de recursos e propor soluções tecnológicas e programas de preservação que respeitem populações, culturas tradicionais, fauna, flora, água, ar.

Por motivos óbvios de sobrevivência e inovação, engenharias, gestões e gerências ligadas à área ambiental são carreiras do presente que têm futuro. Os caminhos para construir a trajetória profissional nessas áreas passam primeiro por consultar no detalhe o currículo de cada escola e conversar com profissionais formados e professores. O que é estudado, ensinado, exercitado, qual é o mercado de trabalho – é preciso antes do vestibular conhecer as disciplinas e cargas de exatas, humanas e biológicas e, sabendo da própria disposição e preferência, colocar esforço e inteligência no conjunto de atividades e teorias que tiver mais a ver com isso tudo. Em tese, todos esses caminhos prometem conduzir a formas de desenvolvimento sustentável seja ele humano, de energia, saneamento, fabricação de cerveja ou produção de comida, por exemplo. Na prática, obviamente, as atividades são distintas. Se esbarram, se encontram. Mas são diferentes.

A engenharia ambiental está ligada à resolução de problemas técnicos, à construção da barragem. Avalia se para abrir caminhos é necessário alagar mais ou menos uma região e remover pessoas. Calcula prós e contras do empreendimento. Propõe saídas. Entre outras muitas possibilidades, busca formas de produzir menos lixo e de encaminhar o que é gerado.

A gestão ambiental investiga a região, as pessoas, a qualidade de vida. O que e como produzem, quanto gastam e ganham. Descobre de que maneira a barragem afetará essa dinâmica, a rotina. Quanto vai custar, econômica, social e ambientalmente? Quais os benefícios? O gestor estuda as formas sustentáveis de usar e obter água, de usar e cultivar a terra, de cuidar da floresta.

A gerência das relações ecológicas estabelece uma ligação entre as partes, promove a comunicação entre engenheiros, gestores, funcionários, pessoas da sociedade, campanhas. Um exemplo: a empresa pode ter um gerente que convence, orienta, monitora, fiscaliza e encaminha campanhas de sustentabilidade, a fim de obter resultados e índices corretos.

Sucesso subjetivo – “Observamos uma tendência de ir além da busca por remuneração, status e segurança”, diz a professora Tania Casado, especialista em carreira e uma das coordenadoras do Programa de Estudos em Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Há uma preocupação com o sucesso subjetivo, a busca por significado, o orgulho do trabalho alinhado aos valores do indivíduo. Nesse sentido, a área socioambiental reúne características bastante contemporâneas e se abre para novas modalidades de atuação.”

As três se abrem para educação ambiental, conscientização, e formas de pesquisa científica. Têm lugar no escritório e no trabalho de campo. Na engenharia e na gestão, em especial, surge a oportunidade de botar a mão na terra ou passar uma temporada entre os ribeirinhos para entender a dinâmica das chuvas em suas vidas, entre outras experiências. Atraídos sobretudo pela possibilidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável e inovador, muitos ocupam posições em organizações não-governamentais, indústrias, instituições públicas e privadas, consultorias. Se engajam em causas ambientalistas. São contratados por empresas.

Desde 2013 a procura por executivos de áreas ambientais cresce 5% ao ano. “A demanda maior costuma ser gerada por gerências de saúde, segurança e meio ambiente que contratam engenheiros ambientais ou até mesmo formados em outra engenharia, mas que tenham ao menos uma pós-graduação em ambiental”, diz Rodrigo Maranini, gerente de engenharia e logística da Talenses, consultoria especializada no recrutamento de executivos. Segundo Maranini, o salário médio de um coordenador com inglês fluente é de R$ 13 mil. Um gestor de fábrica recebe entre R$ 15 e R$ 19 mil. O gestor corporativo, de R$ 17 a R$ 25 mil. “Preocupadas com imagem e resultado financeiro, as empresas agora sabem que a matéria-prima não é infinita, não somos autossuficientes em energia e para estar de acordo com normas regulatórias e auditorias é importante envolver cada vez mais cedo nos negócios áreas relacionadas ao meio ambiente.”

Ao mapear tendências de carreira até 2020, uma pesquisa do Programa de Estudos do Futuro da FIA mostrou que a área ambiental é das mais promissoras e acena com profissões relativamente novas, como a gerência de ecorrelações. No levantamento, a engenharia ambiental também está em evidência. Junto à gestão ambiental, elas compartilham o desafio de combinar desenvolvimento e sustentabilidade e podem coexistir em diversos cenários, atuando de forma complementar ou em lados opostos. Gestores e engenheiros encontram-se, por exemplo, na realização de estudos de impacto ambiental, os chamados EIA, que mapeiam em profundidade riscos sociais e ambientais de um empreendimento, prós e contras de se erguer uma hidrelétrica ou uma indústria e de fazer a transposição de um rio.

Gerência de ecorrelações – O levantamento de carreiras do futuro da FIA foi realizado há seis anos. O cargo de gerente de ecorrelações, ao menos com esse nome, ainda é incomum nos organogramas. É provável que isso seja apenas uma questão de nomenclatura, porque a importância de um personagem com conhecimento técnico e em legislação ambiental é reconhecida por todas as fontes especializadas ouvidas pelo Estado. Seu lugar existe.

Na descrição, o gerente de ecorrelações “se comunica e trabalha com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.” Geralmente formado na engenharia ou na gestão ambiental (bacharelado ou graduação tecnológica, um curso mais curto), precisa saber ouvir e falar bem para intermediar o diálogo entre a indústria e os moradores de uma cidade, a comunidade e um órgão governamental, e entre os funcionários e setores de uma companhia, transmitindo conhecimento e promovendo negociações.

Engenharia ambiental – A rigor, o engenheiro é quem cria, projeta e implementa tecnologias a fim de resolver problemas técnicos que nas situações socioambientais estão ligados ao uso e à preservação dos recursos naturais. São questões de lógica e cálculo, sim, mas também relacionadas às transformações causadas pelo homem e que interferem na vida. “É comum o aluno pensar que pode ser um curso muito voltado a uma ecologia ou a uma biologia e quando chega aqui já tem um pequeno choque. Sempre que apresentamos nosso curso, precisamos destacar que é uma engenharia focada na resolução de problemas ambientais, na compreensão dos processos naturais, na ação do homem e no desenvolvimento de tecnologia de controle, monitoramento e investigação desses fenômenos”, afirma Rafael Manica, coordenador de engenharia ambiental da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que existe desde 2006 e registrou a disputa de 11 candidatos por vaga no último vestibular.

Depois dessa puxada mais forte na base técnica, surge uma carga interdisciplinar intensa com conhecimentos de química e biologia e em disciplinas que abordam processos atmosféricos, biológicos, de recursos hídricos, de saneamento e geológicos. “É esperado que [os alunos formados] façam diagnósticos e possam atuar em órgãos de gerenciamento e em empresas, no planejamento, na prevenção e proteção de recursos, na construção civil e também na educação ambiental. Não farão isso como educadores de formação, mas por meio da conscientização. O engenheiro ambiental trabalha muito na remediação de problemas, propondo soluções.”

Egresso da turma de 2004, a primeira de engenharia ambiental da Universidade Federal do Paraná, Helder Rafael Nocko hoje é vice-presidente da Associação Paranaense de Engenheiros Ambientais e diretor da Envex, consultoria especializada em engenharia ambiental. A depender do trabalho, as equipes da empresa incluem biólogos, advogados e assistentes sociais. A Envex é a autora de um prognóstico de qualidade da água do reservatório da usina de Belo Monte, na bacia do rio Xingu, um dos mais polêmicos empreendimentos de geração de energia do país. “A formação forte em engenharia e os conhecimentos em assuntos específicos, do tipo química, formas de controle ambiental, parte atmosférica e direito, abrem um campo enorme de atuação em estudos de impacto ambiental, ensino e pesquisa, planejamento de recursos hídricos, tratamento de água, redução e tratamento de resíduos sólidos e drenagem e destino de águas da chuva em áreas urbanas, na sustentabilidade industrial e em ONGs”, diz.

Gestão ambiental – A maior preocupação do gestor ambiental talvez seja entender e harmonizar a relação das pessoas com o ambiente e os recursos em termos sociais e econômicos. Ele pode liderar estudos de impacto ambiental, fazer pesquisa científica ou desenvolver programas de educação para o uso racional da água e a reciclagem do lixo. Ao atuar na área de sustentabilidade, cuida não só de aspetos culturais, mas de monitoramento, análise e relatórios de desempenho.

O paulistano Renato Morgado, gestor ambiental pela Escola Superior de Agricultura Luiz De Queiroz (Esalq/USP) e autor de uma tese de mestrado que estudou a formação dos bacharéis na área, vive em Piracicaba e desde 2009 é funcionário do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). A organização não-governamental apoia e incentiva o uso sustentável das florestas e da agricultura, trabalhando com certificações, políticas públicas e relações éticas entre empresas e comunidades tradicionais. Na Amazônia, Morgado participou recentemente de um diagnóstico socioambiental do município de Almeirim, no norte do Pará. O objetivo era entender as cadeias produtivas de castanha e açaí, a fim de propor um aprimoramento da produção. “O gestor ambiental tem uma formação voltada à compreensão a partir de pontos de vista diferentes e de forma integrada. Na gestão da crise hídrica, que é ao mesmo tempo um problema da capacidade das bacias, dos regimes de chuva e de saber como se faz a gestão da água e se estimula o consumo consciente, há ainda questões políticas, legais e econômicas. O gestor não vai fazer a obra da barragem, que é da engenharia, mas vai conhecer os instrumentos de gestão existentes ou criar novos para dar conta dos desafios”, explica.

Na Esalq, o currículo do curso abrange desde cálculo, matemática e estatística, bioquímica, microbiologia, física, direito, ecologia e história do movimento ecológico, até geoprocessamento, gestão urbana e de biodiversidade, auditoria e certificação e administração financeira e contábil. “Pela experiência que já tive em problemas técnico-jurídicos na temática ambiental, eu diria que o papel do gestor ambiental é sobretudo fazer uma ponte entre as diversas áreas e agentes”, avalia a professora Sílvia Miranda, do departamento de economia, administração e sociologia da escola. “Muitos conflitos entre segmentos produtivos e aqueles que têm ênfase na questão ambiental ocorrem pela falta de compreensão da complexidade técnica, política e econômica dos problemas e da necessidade de soluções mediadoras, de avanços tecnológicos, de melhoria na comunicação, do estabelecimento de instrumentos de compensação. Enfim, problemas que exigem uma visão interdisciplinar e uma capacidade de articulação e compreensão holística.”

Leia no original aqui.

Sustentabilidade para o Dia do Planeta

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O dia 22/04 é o DIA DO PLANETA!!

Para lembrar a data vamos compartilhar uma pequena versão adaptada sobre o vídeo “História das Coisas”, grande sucesso demonstra a ação do homem em relação ao planeta, meio de produção e consumo.

Você sabia que se todos nós consumíssemos como a sociedade americana teríamos que ter cinco planetas como o nosso para suprir a demanda de matéria prima? Realmente temos que repensar !!! Hoje é uma data de reflexão.

A todos que se interessam na área ambiental fica o convite para estudar Gestão Ambiental Icesp Promove ou estudar Pós graduação em Perícia Ambiental Pós-graduação Icesp Promove (Início imediato – Inscrições Abertas Turma X na secretaria). Venha estudar no melhor curso de meio ambiente do Distrito Federal.

Pensem em Sustentabilidade, pois ações assim podem salvar nosso Planeta e todos seus indivíduos. Assistam ao vídeo!!!

Essas ações vão ao encontro do que a ONU divulgou no dia do Planeta Terra. Veja matéria em http://migre.me/pJrTy

Resultado Pet Day

O evento PET DAY, dos alunos da disciplina Gestão Ambiental das Faculdade ICESP PROMOVE , coletou mais de 2000 garrafas que foram doadas para a cooperativa Cotrap juntamente com alimentos coletados pela Semana de sustentabilidade do curso de RH.

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Hoje é dia de trazer sua PET – campanha de reciclagem

 

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O curso Gestão Ambiental da Faculdade Icesp Promove realiza hoje (15), a campanha “PET DAY – Doe uma garrafa”. O evento será realizado a partir das 19h, na unidade do Guará e terá a participação dos Associados da Cooperativa de Reciclagem, Trabalho e Produção (CORTRAP), responsáveis por recolher as garrafas.

Segundo pesquisa Censo, em 2012, foram recicladas 331 toneladas de garrafas pets. Todo material reciclado é usado de diversas formas como: Têxtil, Resina Insaturada e Alquídicas, Embalagem para Alimentos e Não-Alimentos Laminados, Chapas, Fitas de Arquear, Tubos, dentre outros.

reciclagem-pet-verde-capital5Além de favorecer o meio ambiente, a reciclagem de garrafas PET gera empregos nas cooperativas de catadores de lixo reciclável e também nas empresas que trabalham diretamente com o processo de reciclagem e produção de matéria-prima a partir de embalagens PET. Ao invés de poluir o meio ambiente, o material pode voltar à cadeia produtiva.

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Acadêmicos de Gestão Ambiental visitam o Jardim Botânico de Brasília

Os alunos dos cursos de Gestão Ambiental, Pós em Perícia Ambiental e da disciplina optativa de Gestão Ambiental realizaram saída de campo

No dia 05 de abril, alunos da área Ambiental das faculdades Icesp/Promove realizaram saída de campo para o Jardim Botânico de Brasília acompanhados do Coordenador de Gestão Ambiental, Bernardo Verano e dos professores João Câmara, Paulo de Tarso, Rosângela Laura, Guilherme Cudo e do ex-aluno e guia no Jardim Botânico, Francisco de Paula.

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Artigo de equipe de Gestão Ambiental é pauta em Congresso Internacional de Meio ambiente

Gestão Ambiental se destaca com publicações e participação em congressos.

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Por Wallinson Leandro – ASCOM ICESP Promove Brasília

O 4º Congresso Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente terá como uma das pautas o artigo dos professores Bernardo Verano, Eliezé Carvalho e a acadêmica Raquel Sena, de Gestão Ambiental, do Icesp Promove de Brasília. A equipe pesquisou o descarte inadequado dos Resíduos Sólidos de Construção e Demolição em calçadas e terrenos baldios.

O evento, patrocinado por grandes marcas nacionais como a Gerdau, BAESA, CORSAN e CPFL Renováveis e conta com apoio do SEBRAE NACIONAL, tem o objetivo de debater sobre o cenário mundial e a realidade brasileira, promovendo discussões sobre temas relacionados às energias renováveis. Trata de um assunto polêmico e de grande importância, tendo em vista a previsão de crescimento do Brasil. O congresso será realizado, em Bento Gonçalves de 23 a 25 de abril de 2014.

“É uma ótima oportunidade, para o curso de Gestão Ambiental, apresentar resultados de trabalhos e artigos elaborados por seus professores e alunos de graduação e pós em cenário nacional, levando o nome ICESP Promove de Brasília aos grandes eventos nacionais e internacionais, mantendo o padrão de excelência em eventos acadêmicos, que vêm sendo desenvolvido desde 2013, onde tivemos cinco trabalhos apresentados no Congresso Nacional de Gestão Ambiental e um artigo apresentado no I Congresso Internacional de Biologia com o tema Água e Diversidade”, diz Bernardo.

Em 2014, o curso de Gestão Ambiental já demonstrou sua excelência nas pesquisas, tendo um Trabalho de Conclusão de Curso adaptado e apresentado como Projeto de Lei na Câmara de Deputados sobre a Logística Reversa de medicamentos e agora a aprovação do trabalho Resíduos Sólidos de Construção Civil e Demolição no Distrito Federal aprovado para o 4º congresso internacional das tecnologias ambientais.

“É importante um curso como o nosso, um dos pioneiros em Gestão Ambiental, iniciar essa nova etapa da jornada, onde alunos e professores têm participação efetiva na área de congressos e publicações, pois o material por aqui produzido é de grande qualidade e pode sim contribuir para difundir a Gestão Ambiental como instrumento da sociedade levando o nome de nossa instituição aos grandes eventos acadêmicos da área” diz o coordenador do curso, professor Bernardo Verano.

O artigo mostra os problemas do descarte inadequado de resíduos, que perturba a população, causando danos ao meio ambiente e alterando a paisagem local. A relevância da pesquisa se dá pela atualidade do tema e a possibilidade de análise dos impactos gerados na região do Distrito Federal, possibilitando o acesso à informação sobre o assunto.

O Verde Capital parabeniza aos autores do artigo e deseja sucesso na apresentação no Congresso.

Para saber mais clique aqui.

Mercado aberto para gestores ambientais. Salários podem chegar a R$ 8 mil

Meio ambiente abre mercado para gestores ambientais, responsáveis por desenvolver e gerenciar projetos sustentáveis. Salários podem chegar a R$ 8 mil

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Priscila Mendes

Da equipe do Correio

É o fim do salve-se quem puder. Pelo menos na área ambiental. O que antes era visto como custo pelas grandes empresas passou a ocupar lugar estratégico. Seja por força da legislação, exigência dos consumidores ou em função dos desastres ambientais, os empresários perceberam que a responsabilidade ambiental é um bom negócio para todos. Incorporar esse princípio na estratégia de desenvolvimento de produtos e processos virou sinônimo de lucro. Afinal, garante a própria sobrevivência no setor, preserva a natureza, cria empregos e ainda abre novos campos de atuação.

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Profissões subestimadas

 

Tradicionalmente, medicina e direito são exemplos de profissões que só de você anunciar o nome, todo mundo já tem uma ficha completa do plano de carreira e estimativa de remuneração na ponta da língua.

Outras, nem tanto. As profissões a seguir tem uma coisa em comum: todas têm o mercado de trabalho em expansão.

Gestão Ambiental

Com a crescente preocupação com a preservação dos recursos naturais do planeta e da biodiversidade, o profissional que se forma em bacharel ou técnico em Gestão Ambiental tem um amplo mercado à sua frente.

Desde definir a política ambiental de uma empresa, que para trabalhar com exportação precisa ter a certificação ISSO 14.000 – documento que comprova o cumprimento de normas de gestão ambiental a trabalhar no planejamento de recuperação de áreas devastadas.

O profissional é preparado para elaborar e gerenciar projetos ambientais no setor privado, entidades públicas e até escolas. É indiscutível que o mercado só tende a crescer. No ano passado, a relação candidato/vaga para o vestibular da USP foi de 5.98.

Geologia

A geologia é erroneamente associada ao profissional que lida somente com rochas. Na verdade, o profissional tem a oportunidade de atuar no ramo de engenharia geológica, geofísica, geologia ambiental, geologia forense, geologia do petróleo, hidrogeologia e mineralogia.

De acordo com o Sindicato dos Geólogos no Estado de São Paulo o piso salarial de um geólogo é de 3.270 mil reais. Com dois anos de formado, o valor do piso sobe para 4.760 mil reais.

As oportunidades não param por aí, os concursos também oferecem um salário atraente para esse profissional.

Extraído da revista Exame.com em 11/11/11.

Meio Ambiente Começa em Casa – Coleta Óleo de Cozinha

Fonte: Folha do Meio Ambiente (www.folhadomeio.com.br)

 

A ação dos servidores do MMA está conectada com o projeto Biguá, que recolhe o óleo doado pela comunidade do Distrito Federal e destina-o como matéria prima a grupos de mulheres que o transformam em sabão. Esse apoio foi firmado após a realização de curso para fabricação do sabão e conscientização das artesãs quanto aos danos causados pelo derramamento de óleo nas redes de esgotos. Isso faz com que a cadeia de descarte do óleo de uso doméstico seja quebrada e, consequentemente, a quantidade deste resíduo despejado no esgoto a ser tratado diminua.

O projeto Biguá é fruto de ação conjunta entre a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Administração Regional do Varjão (região administrativa do Distrito Federal) -, que, desde 2007, mobiliza comunidades de baixa renda a praticarem atividades voltadas à recuperação e reciclagem de resíduos, e receberá todo o óleo coletado no MMA.

A partir do Projeto, 50 pessoas começaram a trabalhar na fabricação de sabão, com geração de renda de mais de R$ 73 mil. Outras 30 artesãs já fizeram a oficina e, aos poucos, serão inseridas no Projeto. Desde 2007, a Caesb coletou 6.100 litros de óleo e as artesãs outros 2.400 litros. Segundo a Caesb, esse volume de óleo deixou de poluir 1.180.000 m³ de água, o que representa 0,24% do volume total de água do Lago Paranoá. Além disso, com o crescimento do projeto e o aumento das doações de óleo, a Caesb firmou parceria com a Embrapa para reaproveitar o resíduo na produção de biodiesel, combustível que abastece inclusive a frota de veículos da Caesb.

Descarte inadequado

? É importante saber que o descarte inadequado do óleo usado na pia da cozinha gera impacto direto nas redes de esgoto, que incorpora parte desses resíduos desnecessariamente. Isso reduz a eficiência do processo de tratamento da água, o que aumenta os riscos ao meio ambiente e à qualidade de vida. Informações da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mostram que um litro de óleo polui 200 litros de água, provocando danos ambientais desde seu primeiro contato com o local de descarte

Da equipe Verde Capital:

No Guará DF é possível entregar óleo de cozinha usado para o projeto Biguá. As Faculdades Integradas Promove de Brasília (ICESP/PROMOVE) possui um ponto de coleta.

Para o descarte é necessário que o doador tenha pelo menos filtrado o óleo, sugeresse a utilização de filtros como o de café, para a remoção das impurezas e que o mesmo leve o material para a faculdade no endereço QE 11 Área Especial C/D Guará I.

Toda a comunidade está convidada a participar do movimento.