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Dia do Solo – 15 de abril

Caro leitor, quanto tempo você acha que o solo leva para se formar? Acredite, mas para cada 30 cm, o solo pode levar cerca de três mil anos ou até mais! Claro que isso depende dos fatores de formação de cada solo. Mas o recado é claro: não podemos acabar com este recurso natural.

Ouça aqui a matéria que foi ao ar na rádio cultura no dia 16/04/2010.

No dia 15 de Abril comemoramos o Dia da Conservação do Solo. Essa data foi instituída em homenagem ao nascimento do americano Hugh Hammond Bennett, considerado o pai da conservação do solos nos Estados Unidos, e o primeiro responsável pelo Serviço de Conservação de Solos daquele país. Sua experiência no estudo de solos e agricultura, nacional e internacionalmente, fez dele um conservacionista dedicado que conquistou muito para a causa mundial da conservação.

O solo, que também chamamos de terra, tem grande importância na vida de todos os seres vivos do nosso planeta. É do solo que retiramos parte dos nossos alimentos, ele atua como suporte à água e ao ar e sobre ele construímos as nossas moradias.

O professor Bernardo Verano, coordenador de gestão ambiental do Unicesp, explica como é formado o solo.

“O solo é formado a partir da rocha (material duro que também conhecemos como pedra), através da participação dos elementos do clima (chuva, gelo, vento e temperatura), que com o tempo e a ajuda dos organismos vivos (fungos, liquens e outros) vão transformando as rochas, diminuindo o seu tamanho, até que viram um material mais ou menos solto e macio, também chamado de parte mineral.

Logo que a rocha é alterada e é formado o material mais ou menos solto e macio, os seres vivos animais e vegetais (como insetos, minhocas, plantas e muitos outros, assim como o próprio homem) passam a ajudar no desenvolvimento do solo.

Eles atuam misturando a matéria orgânica (restos de vegetais e de animais mortos) com o material solto e macio em que se transformou a rocha. Esta mistura faz com que o material que veio do desgaste das rochas forneça alimentos a todas as plantas que vivem no nosso planeta. Além disso, os seres vivos quando morrem também vão sendo misturados com o material macio e solto, formando o verdadeiro solo.

O solo é estudado nas pesquisas dividindo a parte mineral em três frações principais, de acordo com o seu tamanho: areia (a parte mais grosseira); silte (uma parte um pouco mais fina, ou seja o limo que faz escorregar) e argila (uma parte muito pequena que para ser visualizada necessita de microscópios muito possantes, ou seja, a mesma que gruda no sapato). Assim como o nosso corpo, o solo também tem uma organização. Como num bolo de aniversário que tem várias camadas, o solo também tem as suas camadas que são chamadas de horizontes do solo.

As grandes diferenças na vegetação e nas plantações são em grande parte decorrentes dos diversos tipos de solos que ocorrem na natureza. Essa diversidade de solos reflete as variações dos fatores de formação que ocorrem na natureza. Esses solos se apresentam com diferentes cores: amarela, vermelha, marrom, preta, cinza, azulada, esverdeada e branca. Além de possuir cor diferente, um determinado horizonte pode ser mais duro que outro, filtrar a água mais rápido e/ou deixar que as raízes cresçam mais depressa ou menos.

Um solo se degrada quando são modificadas as suas características físicas, químicas e biológicas. O desgaste pode ser provocado por esgotamento, erosão, salinização, compactação e desertificação.

A utilização dos solos para o fornecimento de produtos agrícolas, por exemplo, não pode ser do mesmo tipo para todas as regiões brasileiras. Para cada uma, há um conjunto de fatores que devem ser devidamente analisados, para que os terrenos proporcionem uma maior produtividade.

A expansão das culturas de subsistência e a criação de animais para utilização pelos homens, os cultivos da cana-de-açúcar e do café e, mais recentemente, a da soja, têm sido realizados com rotinas inadequadas (isso desde a descoberta do Brasil pelos europeus), resultando em agressões aos elementos naturais, especialmente, ao solo e à água. Sempre tivemos uma rotina de “rotação de terras”, sem a preocupação de qualquer programação para restaurar os solos e as florestas que foram esgotados.

 Por falta de conhecimento, não só muitos agricultores e pecuaristas estão degradando intensamente os nossos recursos naturais, mas também madeireiros, garimpeiros e carvoeiros.

Quem mais utiliza tem ainda pouca consciência de que o solo, a água e as florestas são recursos naturais finitos e que, após a sua degradação, a recuperação pode ser irreversível. É fundamental a disseminação da idéia de que “é mais econômico manter do que recuperar recursos naturais”.

Derrubada a vegetação e queimados os restos, os terrenos ficam sujeitos à ação direta da água da chuva, que provoca a erosão hídrica do solo, carregando os seus nutrientes. Em poucos anos, a terra torna-se empobrecida, diminuindo a produção agrícola e dos pastos. Agricultores e pecuaristas acabam deslocando-se para outras zonas, deixando para trás as áreas degradadas.

 Outro problema sério é a ação da água da chuva sobre os terrenos. Todo mundo está acompanhando a tragédia no Rio de Janeiro, causada por essa degradação.

O que acontece é que, nesses casos, as terras transportadas dos terrenos pela enxurrada são, em grande quantidade, depositadas nos cursos d’água, reduzindo a capacidade de armazenamento da água da chuva, o que ocasiona inundações, com graves conseqüências socioeconômicas. Ali, o problema foi muito pior, já que o bairro foi erguido em cima de um antigo lixão. Os prejuízos para o homem e o meio ambiente são incalculáveis, além das muitas vidas perdidas.

O total de terras arrastadas pelas enxurradas é calculado em torno de 2 a 2,5 bilhões de toneladas, anualmente. Há prejuízos diretos e indiretos; há efeitos agora e haverá no futuro.

Por isso é mais do que importante cuidar bem do lixo que produzimos, descartá-lo de forma correta, NUNCA jogar lixo na rua, cobrar do poder público medidas eficientes de descarte de lixo, de manutenção das águas e participar sempre de boas ações ambientais!

(Fonte: IBGE)

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Água – usos e utilidades

Hoje encerramos o mês das águas aqui no nosso quadro cultura ambiental. Ouça o programa de hoje, 26/03/2010 aqui.

A água é chamada de solvente universal, já que dissolve e carrega muitas substâncias químicas, minerais e nutrientes. E para quem não sabe, ela tem papel importante como absorvente da radiação infravermelha atuando na regulação do clima global.

Já no corpo, ela atua em quase todas as partes. Você sabia que o cérebro humano, os músculos e o coração têm 75% de água? Nos rins, esse número sobe para 83% e nos pulmões e fígado, 86% é água.

Veja alguns exemplos da utilidade da água no corpo humano.

A água se encontra em todas as células do corpo humano. Ela auxilia a digestão por meio da saliva e do suco gástrico, provoca a transpiração por meio do suor que é eliminado através da pele e serve para abaixar a temperatura interna do corpo e eliminar as toxinas, que também são eliminadas pela urina e que também tem água na sua composição.

Estudos do Banco Mundial estabelecem que uma disponibilidade hídrica inferior a 1.700 m³ por habitante por ano de água renovável, indica uma tendência à limitação do desenvolvimento econômico.

E como será que o Distrito Federal está nesse quesito?

A disponibilidade hídrica do DF está em torno de 1.338 m³ por habitante por ano. Esse índice é classificado como estresse hídrico, de acordo com a ONU. O DF está melhor apenas que os estados da Paraíba e Pernambuco, que ficam localizados no polígono da seca.

Diante desse quadro, o Governo do Distrito Federal, através do Ibram – Instituto Brasília Ambiental criou o programa “adote uma nascente” para incentivar a participação de todos na preservação, recuperação e conservação das nascentes, na tentativa de melhorar a qualidade e a disponibilidade das águas na região. Procure o Ibram para saber mais sobre esse programa.

Nesse processo, a vegetação também exerce um papel super importante. Uma árvore adulta, por exemplo, pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Assim, mantém os rios com um escoamento constante evitando enchentes e assoreamento nas margens. A infiltração da água em solos com cobertura florestal é 40 vezes maior do que em solos descobertos. Por isso é importante proteger a vegetação na beira de rios, córregos e nascentes.

O uso sustentável da água gera muitos benefícios. Por exemplo, a maior oferta para atender a um número maior de pessoas; a redução do volume de água a ser captada e tratada, reduzindo investimentos e custos; diminuição do volume de esgotos a serem coletados e tratados; diminuição da poluição da água e a manutenção da biodiversidade.

Para atingir o uso sustentável da água precisamos adotar usos cada vez mais eficientes da água disponível, otimizando o uso sem comprometer a eficácia no atendimento às necessidades vitais, à manutenção da qualidade de vida, à proteção ambiental e ao desenvolvimento sócio-econômico.

E no programa Cultura Ambiental da semana passada nós demos algumas dicas aqui no blog para esse uso racional. Acesse aqui e saiba mais!

1 Kg de vidro reutilizado evita a extração de 6 Kg de areia dos rios e a energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100W durante 4 horas.

Isso quer dizer que quando uma pessoa reduz seu consumo ou diminui a geração de resíduos, quando realiza um consumo sustentável, separa, reutiliza e encaminha para a reciclagem os resíduos, ela está cuidando também das águas.

Navegue em nosso blog e encontre muitas outras informações importantes sobre a água, sua reutilização e reaproveitamento. Um ótimo fim de semana e até o próximo post.

(Flávia Gomes – fonte: Ibram)

Março: mês das águas e das mulheres

Olá ouvinte do Cultura Ambiental e leitor do Verde Capital! Este mês temos duas comemorações importantes: o Dia Internacional Da Mulher, 8 de março, e o Dia Mundial Da Água, em 22 de março.

Dizem que a água e a mulher têm natureza parecida, já que são uma expressão das emoções. Uma hora mansas e ternas, outra, furiosas e ameaçadoras… Também são fonte de vida e nascimento. Água e mulher tem sofrido nos últimos séculos. Poluição, rios mutilados no seu curso, mangues soterrados, matas ciliares dizimadas, plásticos, sofás velhos, tintas e resíduos químicos para uma. Desrespeito; falta de liberdade; salários mais baixos; dupla jornada de trabalho, para outra. As agressões à natureza caminharam de mãos dadas com as agressões ao princípio feminino neste planeta.

O cultura ambiental quer, juntamente com você, ouvinte, celebrar neste mês as águas e as mulheres. Somente intensificando nossa gentileza e cuidado com elas é que vamos construir a vida que queremos. Parabéns às mulheres de fibra e garra que batalham pelos seus direitos!

Em relação à água, às vésperas de completar 50 anos, brasília, que tem um lago artificialmente construído, já enfrenta problemas nessa área. O professor Bernardo Verano, coordenador do curso de Gestão Ambiental do Unicesp, falou um pouquinho sobre o assunto.

Professor Bernardo Verano: “O que vemos agora, 51 anos após sua formação, é que o lago Paranoá apresenta uma diversidade de problemas que têm reflexo direto na sua sustentabilidade e na qualidade de vida da população do distrito federal. A intensificação na ocupação demográfica nas bacias dos rios Paranoá, descoberto e São Bartolomeu, os desmatamentos constantes e a ocupação urbana desordenada de áreas sensíveis à erosão têm contribuído para a degradação do lago. Na semana que vem vamos falar um pouco mais sobre esse assunto.”

O cultura ambiental conversou com Alex Gonçalves dos Santos, que é diretor presidente da OSCIP Movimento de Cidadania Pelas Águas, responsável pela organização do seminário Água e Cidadania – Visões Múltiplas para um recurso de usos múltiplos que acontecerá entre os dias 22 e 24 de março na Universidade dos Correios, próxima à UnB.

Confira a entrevista!

O Cultura Ambiental e as Faculdades Integradas Unicesp/Soebras apoiam totalmente esse evento importante para o calendário de Brasília. É um dever de cada um de nós proteger e cuidar da nossa água, um bem cada vez mais escasso no planeta.

Informações sobre o Seminário Água e Cidadania

Considerando o possível cenário de escassez de água, decorrente do uso intensivo e de degradação dos recursos hídricos, e os conseqüentes conflitos de uso das águas do Lago Paranoá, o Governo do Distrito Federal realizará o Seminário “Água e Cidadania” como parte da Programação da Semana da Água de 2010.

O Seminário será realizado por intermédio do Instituto Brasília Ambiental – IBRAM e a Agência Reguladora de Água, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal – ADASA , em parceria com a Oscip Movimento de Cidadania pelas Águas e das Instituições que compõem o Centro de Estudo Transdisciplinar da Água / CET – Água e tem por objetivo principal promover a integração entre os diferentes atores presentes na bacia visando a melhoria do quadro atual, por intermédio do IBRAM em parceria com a Oscip Movimento de Cidadania pelas Águas e das Instituições que compõem o Centro de Estudo Transdisciplinar da Água / CET-Água.

O evento proposto contribuirá para consolidar um espaço próprio de debate e de desenvolvimento de estratégias para recuperação e preservação das águas da bacia, tendo como princípio básico os usos múltiplos do Lago Paranoá. Simultaneamente ao Seminário ocorrerá a solenidade de posse das Diretorias dos Comitês da Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá, dos afluentes do Rio Preto e dos afluentes do rio Maranhão, que se constitui em grande oportunidade de mobilização social para gestão adequada dos mananciais.

(Fonte: Banco do Planeta, Movimento de Cidadania pelas Águas)

Atendimento e projetos para 2010 – Caesb

Olá leitores do Verde Capital e ouvintes do Cultura Ambiental. Você se preocupa com a qualidade da água que consome? Aqui em Brasília, a Caesb – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – atende atualmente quase 2,5 milhões de pessoas com serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

Nos dois últimos programas do mês de fevereiro conversamos com a ouvidora da Caesb, Eliane Costa, sobre as conquistas de 2009 e os projetos para 2010, além de outros assuntos importantes relacionados à água que você utiliza na sua residência.

Ouça aqui.

A qualidade da água que você consome no Distrito Federal é uma das melhores do país. O maior sistema de abastecimento de água da Caesb é o do Rio Descoberto, que atende cerca de 65% da população do DF. A empresa analisa amostras semanais e vários pontos da rede de distribuição, além de fazer análises horárias nas suas unidades de tratamento de água. Entre os projetos para 2010 da Caesb estão a ampliação da capacidade de atendimento e novos processos para dar voz ao cidadão. 

Em caso de dúvidas sobre conta, reclamações, sugestões ou informações, entre em contato pela Central 115, que funciona 24 horas, ganhou reforços no mês de janeiro e melhorou o atendimento. Outras opções são o site www.caesb.df.gov.br e a ouvidoria: 3329-9090.

Um grande abraço e não percam o programa dessa semana. Entramos em um mês muito especial, onde comemoramos as mulheres e as águas. Você vê alguma semelhança entre elas? Mande sua opinião para a gente aqui no blog.

Pessoal, fiquem atentos à Dengue! O Distrito Federal está com muitos casos da doença e é muito importante a sua participação para erradicar de vez o mosquito causador da doença.

Dicas:

Vasos de plantas devem ser lavados e escovados. Encha os pratinhos com areia.

As latas de lixo devem estar tampadas. Não deixe entulhos e restos de obra acumulados. 

Tampe vasos sanitários menos utilizados e use água sanitária com freqüência. 

Se você tem bichinhos de estimaçao em casa, lembre de limpar e trocar a água dos bebedouros diariamente. 

E lembre-se, para a dengue não existe tratamento específico. Assim que algum sintoma for detectado, procure imediatamente o serviço de saúde.

(Flávia Gomes)

Especialização em Perícia Ambiental – Unicesp

Atendendo uma demanda específica do mercado na formação de pessoal especializado em perícia ambiental, o UNICESP – Campus Guará I / DF – inicia no dia 09 de março de 2010 a III Turma de Pós Graduação MBA em Gestão e Perícia Ambiental.

O curso está dividido em 04 módulos (Identificação da Poluição, Tecnologias de Controle da Poluição, Sistemas de Gestão Ambiental e a Parte específica de Perícia Ambiental) em um total de 450 horas.

As matrículas para essa turma estão abertas a partir de 01 de março até a data de seu início com valores promocionais de R$ 287,00 para matrículas durante a semana.

Informações: www.unicesp.edu.br

telefones: (61) 3035-9500 falar na secretaria de pós ou email paara o coordenador do curso verano@ig.com.br

Série “Saneamento Básico” – Lixo

Hoje, último programa da série sobre “Saneamento Básico” – Tema: lixo. Não perca, hoje, na rádio Cultura FM (100,9), às 17h, o quadro Cultura Ambiental.

Mostra Nacional Ambiental – Caminhos da Sustentabilidade
Entre os dias 3 e 7 de novembro, acontece na sede do Ibama, em Brasília, a I Mostra Nacional Ambiental “Caminhos da Sustentabilidade”. Estão previstas várias atrações para divertir, informar e educar o público participante. 

A programação será variada, com espaços temáticos, esportes, oficinas e jogos, filmes ambientais, além da apresentação de bandas locais e nacionais, além de trabalhos realizados por entidades públicas e provadas voltados para o desenvolvimento sustentável do país. 

A mostra também faz parte da comemoração dos 20 anos de criação do Ibama. Logo na entrada, o público poderá ver uma tora de castanheira derrubada ilegalmente no Mato Grosso e apreendida pelo órgão. 

A peça pesa cerca de 15 toneladas, tem quase sete metros de comprimento e dois metros de espessura. Segundo estimativa dos técnicos do Serviço Florestal Brasileiro que mediram a tora, a castanheira original tinha cerca de 40 metros de altura e mais de 250 anos.

 Você ainda tem hoje e amanhã para conferir o evento.

Veja a programação aqui.

Dia da Árvore – 21 de setembro

Você já plantou uma árvore? No dia 21 de setembro comemoramos o Dia da Árvore. A data foi escolhida por ser próxima ao início da primavera. É um bom momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação das nossas matas. Garantir a riqueza do meio ambiente e incentivar o reflorestamento é importante, pois, ter a natureza por perto traz muitos benefícios para todos nós.

O Cultura Ambiental de hoje traz algumas informações sobre a importância de preservar as árvores. O programa vai ao ar na Rádio Cultura FM (100,9), todas as sextas-feiras, dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ouça também pelo Stickam.

dia da arvore

Cultura Ambiental – Dicas da Caesb

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), hoje (28/08), dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam. No programa de hoje o destaque é a entrevista com Eliane Costa, ouvidora da Companhia de Saneamento Ambiental, a Caesb. No programa, dicas para evitar o consumo exagerado e controlar a água utilizada em casa, para fazer o acompanhamento da conta, detectar vazamentos e descobrir de quem é a responsabilidade, do consumidor ou da Caesb. Não perca!

Acesse aqui todos os contatos da Caesb.

Educação Ambiental

Escute o Cultura Ambiental na Rádio Cultura FM (100,9), hoje (21/08), dentro do programa Revista 100,9, a partir das 17h (pela rádio ou pela internet no Movimento Calango). Ou ouça pelo Stickam. No programa de hoje o destaque é Educação Ambiental. Acompanhe e ouça a entrevista com Lêda Bhadra, diretora da Escola da Natureza.

A Escola da Natureza é o Centro de Referência em Educação Ambiental da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal. Foi criada em 1996, com o objetivo de envolver e mobilizar a comunidade escolar da Rede Pública de Ensino por meio de atividades continuadas de Educação Ambiental (EA).

Dentre seus objetivos, pode-se destacar: tornar mais concreto, diverso e vivo o conhecimento curricular por meio da retro-alimentação de sistemas abertos, como são os educativos; propor uma prática voltada para a construção e participação do saber e do fazer, dentro de uma perspectiva multi, inter e transdisciplinar.

Desde sua criação, a Escola da Natureza vem trilhando caminhos que levam à efetivação da EA nas escolas e suas comunidades, contribuindo para a constante reinterrogação da sua identidade diante do processo histórico. Em conseqüência, ela tem facilitado a ruptura do isolamento dentro do sistema mantenedor e com as demais instituições comprometidas com a Educação Ambiental na busca da construção de consensos no plano da ação. Nesse sentido, horizontalizar a relação com a hierarquia e parceiros exige um diálogo permanente. Esse diálogo se faz transformador na relação do papel da Escola com o poder representado pela SE-DF e a articulação interinstitucional pública, privada e do terceiro setor.

A Escola da Natureza oferece cursos de Formação de Educadores Ambientais, realiza palestras, organiza eventos e programas diversos, contando também com a colaboração de alguns parceiros governamentais e não governamentais, com vistas à melhoria da qualidade de vida, à redução do consumo de água e de energia e à redução da violência. Dentre eles estão o Programa Agrinho (Senar-DF), o Projeto Patrulha da energia (Furnas), o Programa Escola é o Bicho (WSPA), o Programa Parque Escola (Educação Integral) e outros.

Para mais informações, acesse ou ligue para:  (61) 3901-7756. E-mail: escoladanatureza@gmail.com

Conceito de educação ambiental (Portal Ambiente Brasil)

No ambiente urbano das médias e grandes cidades, a escola, além de outros meios de comunicação é responsável pela educação do indivíduo e conseqüentemente da sociedade, uma vez que há o repasse de informações, isso gera um sistema dinâmico e abrangente a todos.

A população está cada vez mais envolvida com as novas tecnologias e com cenários urbanos perdendo desta maneira, a relação natural que tinham com a terra e suas culturas. Os cenários, tipo shopping center, passam a ser normais na vida dos jovens e os valores relacionados com a natureza não tem mais pontos de referência na atual sociedade moderna.

A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais.

O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais.

Atualmente, são comuns a contaminação dos cursos de água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats faunísticos, além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente.

Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover sob um modelo de desenvolvimento sustentável (processo que assegura uma gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais), a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos.

É subdividida em formal e informal (não-formal):

Formal é um processo institucionalizado que ocorre nas unidades de ensino;

Informal (Não-formal) se caracteriza por sua realização fora da escola, envolvendo flexibilidade de métodos e de conteúdos e um público alvo muito variável em suas características (faixa etária, nível de escolaridade, nível de conhecimento da problemática ambiental, etc.).

Ações Diretas para a Prática da Educação Ambiental

Visitas a Museus, criadouro científico de animais silvestres.

Passeios em trilhas ecológicas/desenhos: normalmente as trilhas são interpretativas; apresentam percursos nos quais existem pontos determinados para interpretação com auxílio de placas, setas e outros indicadores, ou então pode-se utilizar a interpretação espontânea, na qual monitores estimulam as crianças à curiosidade a medida que eventos, locais e fatos se sucedem. Feitos através da observação direta em relação ao ambiente, os desenhos tornam-se instrumentos eficazes para indicar os temas que mais estimulam a percepção ambiental do observador.

Parcerias com Secretarias de Educação de Municípios: formando Clubes de Ciências do Ambiente, com o objetivo de executar projetos interdisciplinares que visem solucionar problemas ambientais locais (agir localmente, pensar globalmente). Os temas mais trabalhados são reciclagem do lixo, agricultura orgânica, arborização urbana e preservação do ambiente.

Ecoturismo:  quando da existência de parques ecológicos ou mesmo nos locais onde estão localizadas as trilhas, há a extensão para a comunidade em geral. Os visitantes são orientados na chegada por um funcionário e a visitação é livre, com acesso ao Museu, ao Criadouro de Animais e as trilhas.

Publicações periódicas: abordagem de assuntos relativos aos recursos naturais da região e às atividades da área de ambiência da empresa.

Educação ambiental para funcionários: treinamento aplicado aos funcionários da área florestal da empresa, orientado-os quanto aos procedimentos ambientalmente corretos no exercício de suas funções, fazendo com que eles se tornem responsáveis pelas práticas conservacionistas em seu ambiente de trabalho, chegando ao seu lar e à sua família.

Atividades com a comunidade e campanhas de conscientização ambiental: com o intuito de incrementar a participação da comunidade nos aspectos relativos ao conhecimento e melhoria de seu próprio ambiente, são organizadas e incentivadas diversas atividades que envolvem a comunidade da região, como caminhadas rústicas pela região.

Programas de orientação ambiental: a empresa desenvolve ainda outros programas para orientação ambiental como, por exemplo, fichas de visualização dos animais silvestres, orientação à comunidade para atendimento aos aspectos legais de caça e pesca, produção e distribuição de cadernos, calendários e cartões com motivos ambientalistas.

Dicas para evitar o desperdício

Algumas pessoas pensam em deixar um planeta melhor para os filhos, mas ninguém pensa em deixar filhos melhores para o planeta… Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa, que recebe o exemplo dos próprios pais, torna-se um adulto comprometido, inclusive em respeitar o planeta onde vive.

A proposta do cultura ambiental de hoje é relacionar pequenas ações individuais que reduzem os impactos sociais e ambientais da existência de uma pessoa. O que você, como indivíduo, independentemente de outras pessoas, organizações, leis ou governos pode fazer em sua casa ajudando a educar as gerações futuras.

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