Mercado aberto para gestores ambientais. Salários podem chegar a R$ 8 mil

Meio ambiente abre mercado para gestores ambientais, responsáveis por desenvolver e gerenciar projetos sustentáveis. Salários podem chegar a R$ 8 mil

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Priscila Mendes

Da equipe do Correio

É o fim do salve-se quem puder. Pelo menos na área ambiental. O que antes era visto como custo pelas grandes empresas passou a ocupar lugar estratégico. Seja por força da legislação, exigência dos consumidores ou em função dos desastres ambientais, os empresários perceberam que a responsabilidade ambiental é um bom negócio para todos. Incorporar esse princípio na estratégia de desenvolvimento de produtos e processos virou sinônimo de lucro. Afinal, garante a própria sobrevivência no setor, preserva a natureza, cria empregos e ainda abre novos campos de atuação.

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Sustentabilidade para o Dia do Planeta

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O dia 22/04 é o DIA DO PLANETA!!

Para lembrar a data vamos compartilhar uma pequena versão adaptada sobre o vídeo “História das Coisas”, grande sucesso demonstra a ação do homem em relação ao planeta, meio de produção e consumo.

Você sabia que se todos nós consumíssemos como a sociedade americana teríamos que ter cinco planetas como o nosso para suprir a demanda de matéria prima? Realmente temos que repensar !!! Hoje é uma data de reflexão.

A todos que se interessam na área ambiental fica o convite para estudar Gestão Ambiental Icesp Promove ou estudar Pós graduação em Perícia Ambiental Pós-graduação Icesp Promove (Início imediato – Inscrições Abertas Turma X na secretaria). Venha estudar no melhor curso de meio ambiente do Distrito Federal.

Pensem em Sustentabilidade, pois ações assim podem salvar nosso Planeta e todos seus indivíduos. Assistam ao vídeo!!!

Essas ações vão ao encontro do que a ONU divulgou no dia do Planeta Terra. Veja matéria em http://migre.me/pJrTy

ADMINISTRAÇÃO RURAL E SEUS DESAFIOS PRODUTIVOS E AMBIENTAIS

 

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Walter Kondo é graduado em Medicina Veterinária pela UFPR, com MBA em Gestão de Agronegócios pela UFMS. Participou de cursos de desenvolvimento pessoal e liderança e está sempre atento aos eventos ligados ao setor. Quanto a experiência, gerenciei fazendas agrícolas e pecuária, num total de 7 propriedades simultâneas, com produções de soja, milho, cana e café, produções pecuária de corte da cria ao confinamento, implantando tecnologias que visavam uma busca constante do aumento de produtividade, através de parcerias com fornecedores e empresas de assessoria. Consegui sempre, nas mais diversas atividades, produtividades de destaque a nível regional e até estadual.

 

Antes de mais nada, é preciso ser do campo para trabalhar no campo? A rotina na fazenda favorece aos futuros administradores ou ser de uma cidade grande sem nenhum contato com o meio rural não interfere na formação do administrador de áreas rurais?

 

Não é preciso ser do campo, mas precisa ter muita afinidade. Pois é um estilo de vida completamente diferente, desde o amanhecer, os finais de semana, enfim, o dia a dia. Não tem teatro, shopping ou cinema. Precisa gostar do silêncio, da convivência com animais, da paz e tranquilidade do campo.

 

Quais requisitos básicos se espera de um administrador rural?

 

Um administrador precisa, antes de tudo, de atitude. Precisa conhecer as influências das estações do ano nas diversas produções e atividades da fazenda, para que possa fazer um bom planejamento das atividades e estabelecimento de metas para as diversas atividades. Um bom administrador precisa ter caráter, ser ético, justo e determinado para executar os planejamentos e atividades propostas.

 

Qual é sua área de atuação? Existem escolas que formam administradores de fazendas?

 

Atualmente, é gerência geral de lojas agropecuária. Mas, em fazendas, trabalhei com sistemas de integração lavoura/pecuária, produções agrícolas de soja, milho, cana e café, com produções pecuária de corte. Sistemas intensivos com creep-feeding, cruzamento industrial, desmame precoce e confinamento. Hoje, tem cursos de graduação em administração rural que ajudam muito aqueles que desejam atuar na área.

 

Desde quando começou até o momento, o que mais mudou no setor? O que você considera fundamental para um profissional manter-se atualizado?

 

Hoje a tecnologia da informática e a robótica fazem parte do dia-a-dia das grandes fazendas produtoras. Para se manter atualizado é preciso fazer especializações nas áreas de interesse e participar dos eventos ligados ao setor, como exposições, feiras, palestras técnicas, dias de campo, enfim, participar do maior número de eventos possíveis.

 

Sua formação inicial é medicina veterinária, isso foi um agente facilitador para o desempenho da função? Ou sua formação complementar que ofereceu as ferramentas que precisava?

 

Com certeza a graduação foi um facilitador, além de ter nascido em fazenda, enfim, um vínculo que vem desde as raízes. Para se manter atualizado é preciso gostar da atividade, a partir disso a busca por manter-se atualizado é uma consequência.

 

Como está o setor hoje? É carente de profissionais ou está saturado? Quais caraterísticas são fundamentais para conquistar um emprego?

 

O setor é carente de bons profissionais e, o agronegócio é a grande oportunidade do nosso país, que tem vocação pela extensão territorial, condições climáticas, o país que tem a maior reserva de água doce do planeta, tecnologia própria para ser o mais produtivo na maioria das principais atividades agropecuária. Para se conquistar um emprego no setor precisa gostar da atividade, determinação e muita garra para vencer os muitos desafios do setor.

 

Quais são os maiores desafios para quem trabalha no campo hoje? 

 

Os maiores desafios do setor são:

– logística; de transporte, com mais malhas rodoviárias, ferroviária e hidroviária, de portos mais eficientes e maior quantidade de portos.

– carga tributária menos onerosa.

– maior segurança em leis mais específicas e eficientes que possam garantir maiores investimentos no setor, como direito de propriedade que tenham um atendimento mais rápido e efetivo das autoridades em casos de invasão.

– uma política mais eficiente e abrangente por parte do governo federal para o setor. Uma política com planejamento para longo prazo, algo em torno de 20 anos.

 

As fazendas muitas vezes são indústrias rurais, como lidar com a falta de infraestrutura típica do campo na hora da contratação: falta de escolas, internet, serviços…?

 

Existe hoje tecnologia para levar internet mesmo em propriedades muito isoladas. No caso de escolas de ensino fundamental, dificilmente haverá local sem acesso, pois existem escolas mesmo em locais de difícil acesso.

 

O administrador de fazendas também é responsável pelo bem estar dos funcionários, que muitas vezes moram na fazenda. Que tipo de benefícios garantem qualidade de vida para esses profissionais?

 

Primeiro um bom plano de saúde para toda a equipe. Depois, divulgar e implantar hortas comunitária, criação de galinhas poedeiras, suínos e frangos de corte. Divulgar e implantar planos de cuidados sanitários e de higiene pessoal. Implantar, dependendo do tamanho da equipe, com apoio de autoridades municipais, uma escola na propriedade.

 

Quando se trata de comprar fazenda, o administrador teria condições de avaliar fazendas a venda?

 

Sim. Basta que o administrador tenha informações do preço praticado na região, por alqueire ou por hectare, avaliar as instalações da propriedade, a distância com relação as cidades próximas e principais vias de acesso. A partir destas informações ele saberá avaliar tanto para adquirir, como para vender. No meu caso, já negociei já negociei aquisições e venda.

 

Por Laryssa Caetano.

SITE: http://www.administracaoegestao.com.br/administracao-rural/

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Aula 01_Conceitos

Exercício_1 de ADM_RURAL

Novos Conceitos

 

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CURSO DE EXTENSÃO EM PERÍCIA AMBIENTAL

 

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O projeto VERDE CAPITAL em parceria com a Empresa Solucionare Comunicação e Treinamentos e apoio do curso de Graduação em Gestão Ambiental e Pós em Gestão e Perícia Ambiental ICESP Promove oferece o 1o curso de Extensão em Perícia Ambiental em Brasília na unidade Guará na sala 301 do bloco II no 3o andar entre os dias 02/02 a 6/02 com preparação para aula de campo em 12/02 e aula de campo em 14/02 para todos os alunos, ex alunos dos cursos de Graduação e Pós Graduação da faculdade, além do público externo que se interessar. O melhor de tudo é que o curso será sem custo a alunos, ex alunos da IES e para o público externo.

O limite de vagas é de 30 alunos. Para interessados externos da faculdade é preciso enviar um email  até às 16hs de cada dia para coord.gestaoambiental@unicesp.edu.br e receber sua confirmação.

Em anexo o programa do curso e a 1o aula a ser ministrada.

Um grande abraço e sucesso a todos interessados!!

Equipe Verde Capital

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Conheça as medidas sustentáveis para os Jogos Olímpicos de 2016

Louis Vega, vice-presidente de operações olímpicas da Dow Chemical (empresa parceira do evento), fala sobre as medidas sustentáveis para o evento olímpico no Rio em 2016.  O executivo vai coordenar a neutralização de emissões de CO2 durante a preparação e a execução dos jogos.

A entrevista foi concedida ao repórter Cláudio Nogueira, do jornal O Globo, e publicada nesta segunda-feira, 03/11/2014.

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Conte algo que não sei.

Uma das maiores emissões de carbono é produzida com o desperdício de comida. Para muitas pessoas, uma embalagem pode ser só um plástico filme, mas o plástico filme tem que ter uma tecnologia que garanta o cuidado para que se produza menos lixo orgânico.

Seu projeto prevê mitigar 500 mil toneladas de CO2 emitidas na Rio 2016. Os Jogos são um perigo real para o clima?

Um evento olímpico tem três pilares: esporte, cultura e meio ambiente. A economia se movimenta e aumenta a pegada de gás carbônico, que, emitido em excesso, é risco potencial para o aquecimento global.

Que atividades são mais impactantes numa olimpíada?

São três classes de emissão: a construção da infraestrutura, como rodovias, aeroportos; a operação, que conta o consumo de energia nas transmissões de TV e a iluminação dos locais; e o transporte dos participantes.

Qual a diferença desta proposta para a compra de créditos de carbono?

São projetos que se baseiam na substituição de tecnologias, que aumenta a eficiência energética na construção civil e em infraestrutura, ou ajudando os agricultores a desenvolver práticas voltadas para a produtividade e reduzir as emissões.

Como foi nos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi?

Foi um grande sucesso. Conseguimos mitigar totalmente a emissão de gás carbônico antes do início do verão russo. A Rússia aplicou novas tecnologias de eficiência energética e baixa emissão nas obras e nas áreas agrícola e industrial, como nos materiais de selagem, pintura e isolamento. Foi a primeira vez que a pegada de carbono na organização dos jogos foi totalmente neutralizada. E a população se engajou, comprou a ideia e foi decisiva.

Sochi e Rio são diferentes…

A diferença é o clima. Em uma cidade tentamos manter o calor do lado de dentro e o frio lá fora. Na outra, tentamos deixar o calor lá fora e manter fresco do lado de dentro. De qualquer modo, para reduzir a quantidade de emissões, é preciso produzir menos carbono.

Na prática, como será feito?

Temos exemplos na construção civil como o uso de aditivos de cimento e tintas. Quando se usa resina acrílica para criar uma tinta, se o revestimento é mais resistente, é preciso pintar com menos frequência. Desenvolvemos um isolante de poliuretano que em prédios comerciais com ar-condicionado produz isolamento térmico das paredes e reduz o consumo.

Parece complexo…

A introdução de um novo mercado, levar as pessoas a entender que elas podem mitigar, compensar as emissões com ações que elas mesmas podem implantar, é mais uma lição, um aprendizado.

Como a população carioca pode ajudar a organização?

Nossa meta é engajar ao menos 500 mil pessoas no debate sobre as mudanças no clima, além de programas nas escolas e redes sociais. Entender a importância de rotinas simples, como apagar as luzes.

Simples assim?

E também desligar computadores, consumir produtos com certificação de origem etc. Cada gesto individual é um grande passo. Mas mudanças de comportamento que produzam soluções de longo prazo são muito melhores, obviamente, do que uma ação apenas.

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Fonte: O Globo | Foto Ana Branco / Agencia O Globo

Vaso sanitário ecológico economiza mais de 50% de água por acionamento

Desenvolvido pela Acquamatic vaso sanitário inovador utiliza apenas 2 litros de água frente aos gastos de 6 a 10 litros dos vasos convencionais.

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Como todos sabem, o Brasil passa por uma grande crise em relação ao abastecimento de água. Em São Paulo, o nível de armazenamento de água do Sistema Cantareira, responsável por abastecer cerca de 8,1 milhões de habitantes da capital, vem tendo seguidas quedas. Visando conter os desperdícios de água por todas as partes, a Acquamatic do Brasil, empresa fundada há 20 anos, apresenta um produto inovador para quem quer contribuir com o meio ambiente: o vaso sanitário ecológico que utiliza somente 2 litros de água por acionamento, contra 6 a 10 litros dos vasos convencionais.

Idealizado por Leonardo Lopes, fundador da Acquamatic, o vaso tem como um dos segredos da economia a ausência de sifão, ou seja, um basculante que despeja os dejetos diretamente na prumada do esgoto. Tudo acontece pela própria dinâmica da água, sem uso de eletricidade. Outro diferencial é que o selo hídrico do vaso precisa de apenas 200ml de água, só para evitar o mau cheiro, enquanto os demais utilizam quase 1 litro para o selo hídrico. Além da economia de água, a matéria-prima do vaso é o ABS, um polímero muito mais resistente em relação à louça utilizada nos vasos convencionais. Por ser produzido com este material, o vaso não polui o meio ambiente nem em sua produção nem em seu descarte. Outros pontos positivos do vaso Acquamatic são o peso – 6,8kg – 5 vezes mais leve que os de louça, e a resistência, já que aguenta até 1,5 tonelada de acordo com teste feitos pelo IPT. Outro diferencial é a maior altura, o que facilita o uso por parte de idosos e pessoas com dificuldades de locomoção.

Além do vaso, a Acquamatic dispõe de torneiras, duchas, bicos ecológicos e componentes de reparo para descargas de parede ou caixa acoplada que igualmente reduzem o consumo de água, oferecendo economias de 20% a 80%, dependendo dos casos.

Projeto C.U.R.A.
O Projeto C.U.R.A, (Sigla para Consumo e Uso Racional da Água), idealizado pela Acquamatic, é uma concepção de Leonardo Sousa, atual diretor da empresa que, em 1994, após ler um artigo do ex-governador de São Paulo, Franco Montoro sobre a importância da água, se viu desafiado a criar uma empresa comprometida com o meio-ambiente e a desenvolver produtos ecologicamente corretos.

A lista de clientes do projeto é grande e tem nomes como Mercedes Benz, Johnson&Johnson, Porto Seguro, PUC, VIVO, Shoppings Centers de várias redes, entre outros.

Sobre a Acquamatic do Brasil
A Acquamatic do Brasil é uma empresa que há quase duas décadas trabalha desenvolvendo soluções sustentáveis e inteligentes para o consumo e uso racional da água. Essa preocupação está fundamentada no fato da Água ser um recurso finito, cujo desperdício poderá nos trazer consequências desastrosas ainda esse século. Com o projeto CURA, parte integrante da Acquamatic, empresas, prédios comerciais, hotéis, shopping centers e outros grandes empreendimentos que possuem significativos gastos com água, ganham um gerenciamento ambiental focado no binômio redução de custos e meio ambiente.

www.acquamaticdobrasil.com

Fonte: Assessoria de Imprensa

Produção de sabão com óleo de cozinha mobiliza cidade do sertão

A iniciativa permite que comunidades carentes tenham mais uma fonte de renda e tem adesão de boa parte da população de Salgueiro

sabao-oleo-cozinha2Quem esteve presente à 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que aconteceu na semana passada (13 a 19/10), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília (DF), pode conhecer um projeto desenvolvido por alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano na cidade de Salgueiro, em Pernambuco: a produção de sabão de corte com o aproveitamento do óleo usado na cozinha.

A fábrica de pastel local doa a maior parte do óleo, e o sabão produzido é enviado gratuitamente a casas de idosos, creches e abrigos. Em média, o instituto produz 120 barras de sabão por semana. Além disso, a instituição ensina moradores de comunidades carentes a produzir o sabão em barra.

“Adotamos uma fórmula simples, que leva somente o óleo reciclado, hidróxido de sódio – que é a soda cáustica – e um pouco de essência”,disse Geraldo Júnior. O professor estima que, com essa receita, as pessoas conseguem fazer uma barra de sabão em aproximadamente 40 minutos.

Para ele, além do papel social, a experiência testada em Salgueiro evita a poluição e traz ganho ambiental considerável onde é aplicada. “O óleo [de cozinha] é extremamente poluente”, disse o professor. Segundo ele, um litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água, mas, “na transformação química para o sabão, torna-se um sal. Esse sal, quando diluído em água, é absorvido pela natureza. Ele se torna biodegradável”.

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Responsável por uma casa de acolhimento para crianças que recebe semanalmente sabão do instituto, informou que as doações do projeto contribuíram para reduzir o gasto mensal do abrigo com produtos de limpeza. “Crianças sempre sujam muita roupa. Nós gastávamos muito com a compra de sabão. A ajuda do projeto foi boa para o nosso orçamento”, afirmou.

O abrigo recebeu também uma oficina na qual as famílias das crianças ali atendidas aprendem a produzir sabão em barra. Segundo Silvana, o curso aproximou mães e filhos. “Com isso, conseguimos reunir mães que passam tempos sem ver suas crianças. Essa iniciativa gerou um vínculo com as famílias e com as mães cuidadoras também.”

Os responsáveis pelo projeto esperam expandir a ideia para outras cidades. O interessados em participar do projeto podem entrar em contato com o Campus Salgueiro do Instituto Federal do Sertão Pernambucano pelo telefone (87) 3421-0050.

fonte: Agência Brasil

Versão itinerante da Mostra de Cinema Ambiental em São Paulo

Os filmes foram divididos nos temas: povos e lugares, campo, cidades, economia e energia

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Uma boa dica para quem está em São Paulo!

Começou nesta terça-feira (21/10), na capital paulista, a versão itinerante da terceira edição da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Serão exibidos 28 filmes que foram selecionados a partir da mostra oficial ocorrida em março deste ano. O festival reúne produções brasileiras e internacionais que abordam questões socioambientais. Além de São Paulo, mais 16 cidades do interior e do litoral recebem sessões gratuitas e debates com especialistas. As exibições seguem até o dia 14 em oito unidades do Serviço Social do Comércio (Sesc).

Os filmes foram divididos nos temas: povos e lugares, campo, cidades, economia e energia. Uma das atrações, na categoria economia, é a produção americana Blackfish – Fúria Animal, dirigida por Gabriela Cowperthwaite. O roteiro aborda a história da baleia Tilikum, a principal atração do parque temático SeaWorld, em Orlando, nos Estados Unidos, responsável pela morte de três pessoas. O documentário exibe imagem fortes e entrevistas que propõem ao espectador pensar a relação com a natureza.

Também entre os destaques está o dinamarquês Escala Humana, de Andreas Dalsgaard. O documentário mostra o estudo do arquiteto e professor Jan Gehl, que registrou, ao longo de 40 anos, como as cidades modernas repelem a interação humana. O trabalho argumenta que é possível construir cidades que levem em consideração as necessidades de inclusão e intimidade do ser humano.

Nesta edição, além da exibição de mais de 60 filmes de 30 países, a mostra premiou realizadores latino-americanos, sendo um escolhido pelo público e outro pelo júri. Os vencedores também estarão na mostra itinerante. O escolhido dos jurados para o título de Melhor Filme foi o argentino Deserto Verde, de Ulises de la Orden, que discute o uso de agrotóxicos. O público, por sua vez, elegeu o longa-metragem brasileiro Amazônia Desconhecida, de Daniel Augusto e Eduardo Rajabally, que aborda os conflitos da região amazônica.

Crianças, estudantes universitários e educadores também terão espaço no festival. Haverá sessões especiais para escolas e um circuito universitário, onde serão feitos debates com realizadores. Nas cidades de Bragança Paulista, Santos, Sorocaba e Cubatão, a Ecofalante vai promover ainda atividades de formação para educadores sobre o uso de filmes como material didático e atividades relacionadas à gestão de resíduos sólidos.

A mostra é uma iniciativa da organização não governamental (ONG) Ecofalante, um coletivo formado em 2003 por educadores, comunicadores e cineastas.

Fonte: Agência Brasil

DIA DO CERRADO

No mês de setembro (11/09) comemoramos do DIA do Cerrado. Mas será que temos mesmo motivo para comemorar? O professor Bernardo Verano, Mestre em Saúde Ambiental e Coordenador de Gestão Ambiental das Faculdades Icesp Promove de Brasília, vai falar um pouco sobre esse bioma tão espetacular e tão ameaçado.

Acesse o vídeo:

Os oceanos pedem socorro!

Animação feita pela UNESCO para sensibilizar as pessoas sobre a situação dos oceanos e a necessidade de sua preservação.

VIII Encontro e Feira dos Povos do Cerrado

O evento, que começa hoje (05/06), em Brasília e vai até domingo (08/06), acontece no Complexo Cultural Funarte, no Eixo Monumental, e deve reunir pelo menos 700 representantes de comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, geraizeiros, vazanteiros, quebradeiras de coco e agricultores familiares.

Os participantes tem a oportunidade de trocar experiências que resultem na conservação do bioma e na promoção de meios de vida sustentáveis; na valorização das tradições culturais dos seus povos; na discussão e formulação de posições políticas conjuntas; e na divulgação pública dos problemas socioambientais que afetam a região, como também das alternativas existentes para o uso sustentável de sua biodiversidade. Além de lideranças de várias áreas onde há Cerrado (Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, São Paulo e Bahia), haverá, também, a participação de especialistas, gestores públicos, e representantes de organizações da sociedade civil, da academia e de institutos de pesquisa.

 

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