Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade de vida e com as futuras gerações.
Tradicionalmente, medicina e direito são exemplos de profissões que só de você anunciar o nome, todo mundo já tem uma ficha completa do plano de carreira e estimativa de remuneração na ponta da língua.
Outras, nem tanto. As profissões a seguir tem uma coisa em comum: todas têm o mercado de trabalho em expansão.
Gestão Ambiental
Com a crescente preocupação com a preservação dos recursos naturais do planeta e da biodiversidade, o profissional que se forma em bacharel ou técnico em Gestão Ambiental tem um amplo mercado à sua frente.
Desde definir a política ambiental de uma empresa, que para trabalhar com exportação precisa ter a certificação ISSO 14.000 – documento que comprova o cumprimento de normas de gestão ambiental a trabalhar no planejamento de recuperação de áreas devastadas.
O profissional é preparado para elaborar e gerenciar projetos ambientais no setor privado, entidades públicas e até escolas. É indiscutível que o mercado só tende a crescer. No ano passado, a relação candidato/vaga para o vestibular da USP foi de 5.98.
Geologia
A geologia é erroneamente associada ao profissional que lida somente com rochas. Na verdade, o profissional tem a oportunidade de atuar no ramo de engenharia geológica, geofísica, geologia ambiental, geologia forense, geologia do petróleo, hidrogeologia e mineralogia.
De acordo com o Sindicato dos Geólogos no Estado de São Paulo o piso salarial de um geólogo é de 3.270 mil reais. Com dois anos de formado, o valor do piso sobe para 4.760 mil reais.
As oportunidades não param por aí, os concursos também oferecem um salário atraente para esse profissional.
Extraído da revista Exame.com em 11/11/11.
Para saber mais sobre o campo de atuação do Gestor Ambiental leia Empregos verdes e Mercado.
O Brasil tem 2,6 milhões de empregos verdes, ligados a padrões de produção e consumo mais sustentáveis ambientalmente. O número equivale a 6,73% do total de postos de trabalho formais, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Entre os setores que mais evoluem estão geração e distribuição de energias renováveis; telecomunicações e teleatendimento; construção manutenção e uso de edifícios; e agricultura, pecuária, caça, pesca e aquicultura.
VAGAS SOLARES Alguns dos novos empregos verdes estarão no mercado de aquecimento solar. A produção nacional de coletores de energia deverá dobrar até 2015, segundo o Departamento Nacional de Aquecimento Solar (Dasol), chegando a 15 milhões de metros quadrados de placas instaladas. “Cada milhão de metros quadrados de coletor construído cria 30.000 empregos”, diz Marcelo Mesquita, gestor do Dasol, que acredita que São Paulo e Minas Gerais devem concentrar as vagas.
Priscila Mendes
Da equipe do Correio
É o fim do salve-se quem puder. Pelo menos na área ambiental. O que antes era visto como custo pelas grandes empresas passou a ocupar lugar estratégico. Seja por força da legislação, exigência dos consumidores ou em função dos desastres ambientais, os empresários perceberam que a responsabilidade ambiental é um bom negócio para todos. Incorporar esse princípio na estratégia de desenvolvimento de produtos e processos virou sinônimo de lucro. Afinal, garante a própria sobrevivência no setor, preserva a natureza, cria empregos e ainda abre novos campos de atuação.
O exemplo da Petrobras ilustra bem as oportunidades do mercado. Em 2003, eram apenas 83 funcionários ligados à área ambiental. Hoje, são 1.071 profissionais. Mas para embarcar na onda das carreiras verdes, engana-se quem pensa que basta curtir a natureza. É da especialização exigida pelo mercado que surge um novo perfil de profissional cada vez mais requisitado nas empresas: o gestor ambiental. “Enquanto o engenheiro ambiental domina a tecnologia para avaliar o meio ambiente e executar os projetos, o gestor vai gerenciá-los e propor soluções”, diferencia Demóstenes Ferreira da Silva Filho, coordenador do curso de gestão ambiental da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, ligada à Universidade de São Paulo.
A nova profissão, segundo Bernardo Verano, coordenador do curso superior de tecnologia em gestão ambiental do Unicesp, em Brasília, nasce da necessidade das empresas terem um profissional para gerenciar crises e administrar interesses, muitas vezes divergentes. “Sempre formamos engenheiros, agrônomos, químicos, biólogos, mas havia uma lacuna nessas atividades. O mercado precisava de alguém para traçar políticas e implementar programas das instituições de acordo com as normas internacionais”, explica.
Por bem ou por mal, as empresas são obrigadas a cumprir as novas e rigorosas leis ambientais, que rendem pesadas multas a quem desacatá-las. Para garantir a legalidade e sobrevivência dos empreendimentos, entra em cena o gestor ambiental. “Ele pode habilitar a empresa a obter, entre outros benefícios, a tão cobiçada certificação ISO 14000″, destaca Bernardo. Além de atestar a responsabilidade ambiental no desenvolvimento das organizações, o conjunto de normas internacionais agrega pontos à imagem e abre portas para o mercado externo.
Nicho variado
A globalização da questão ambiental ampliou a necessidade de mão-de-obra especializada. Yuri Rafael Della Giustina, 39 anos, que o diga. De técnico em saneamento em 1989 ao cargo atual de superintendente de planejamento, o engenheiro mecânico da Companhia de Saneamento do Distrito Federal não galgou posições devido aos 19 anos na empresa. As promoções vieram por ele ter percebido o novo filão do mercado. “Sempre trabalhei com tratamento de esgoto. Mas um gestor vai além da técnica. É preciso conhecer legislação e responsabilidade ambientais”, conta. Especialista em resíduos sólidos, Yuri tem mestrado em planejamento em gestão ambiental.
Mas a nova ocupação não é exclusiva de engenheiros. Abre portas para diversas profissões ligadas à sustentabilidade. Há três anos, o biólogo Cesar Oliveira de Araújo não pensou duas vezes antes de deixar a segurança da Caixa Econômica Federal para abrir com o sócio, o também biólogo Fernando Carpaneda, a Tarumã Consultoria Ambiental. Com o curso de gestão ambiental do Serviço de Aprendizagem Nacional Comercial (Senac) de São Paulo, ele se tornou o responsável por implementar serviços na área de meio ambiente e promoção de comunidades sustentáveis.
“Além de projetos para empresas, a área abre caminhos para trabalhos diretamente nas comunidades. É possível multiplicar os resultados”, ressalta Cesar. À beira do Córrego do Alagado, no Gama, ele relembra a infância no lugar e espera que o rio volte a ser liberado para banho, como há 15 anos. “As cervejarias pararam de despejar resíduos nas águas. Agora, conscientizamos e capacitamos a comunidade para que continue a preservação”, comemora o consultor.
O leque de atuação para quem quer investir nesse nicho é variado. Há espaço no setor público e privado, organizações não-governamentais, universidades. E a possibilidade de abrir o próprio negócio. A recente profissão ainda não tem um conselho que a represente oficialmente e não há um piso salarial da categoria. Mas, segundo professores e profissionais, o sinal é verde para as boas remunerações. O contracheque de um recém-formado varia de R$ 1.500 a R$ 2.500. Nas empresas privadas, a média é de R$ 2 mil mensais. Mesma faixa salarial encontrada nas ONGs, que pagam até R$ 7 mil para cargos de chefia. Já um gerente de projetos experiente, independente do setor, pode chegar a ganhar por volta de R$ 8 mil.
A hora e a vez do gestor
À medida que crescem as exigências pelo uso racional dos recursos naturais, mais amplas se tornam as iniciativas das empresas, contemplando profissionais de várias formações como biólogos, engenheiros, geólogos. “Com uma gestão de meio ambiente integrada, conseguimos enxergar os diversos aspectos ambientais de cada projeto”, afirma Mônica Linhares, gerente corporativa de meio ambiente da Petrobras.
Na nova ordem da sustentabilidade que impera no mercado, investir em uma formação multidisciplinar tem sido a aposta de muitos. Ainda na faculdade, a engenheira florestal Elisa Meireles, 29 anos, identificou que a gestão ambiental podia lhe render bons frutos. Hoje, ela é gerente de projetos da ONG Ecodata. “Embora eu tivesse muito conhecimento técnico, precisei me adaptar à gestão por meio de seminários e palestras”, conta.
Elisa implementa um projeto de extrativismo do cerrado na comunidade de Mambaí, na divisa com o estado da Bahia, a 308km de Brasília. “Mostramos aos moradores que, com o extrativismo de frutos do cerrado, eles podem aproveitar potenciais nutritivos do baru, mangaba, cagaita sem agredir o meio ambiente”, explica.
Os benefícios da gestão ambiental não são resultados apenas das ações de grandes empresas e de ONGs. Mesmo sem capital para investir em profissionais especializados, as micro ou pequenas conseguem evitar desperdícios, seguindo projetos desenvolvidos pelo Sebrae.
Foi assim que Domingos Sávio de Aguiar Oliveira, dono da Vidraçaria Planalto, conseguiu adotar um sistema de aproveitamento da água. “Os resultados foram imediatos. A conta passou de R$ 900 para R$ 200 mensais”, comemora. Pode parecer pouco, mas a simples redução da conta de água traz benefícios para todos. “No Brasil, cerca de 90% das empresas são desse porte. Além de reduzirem os custos, o meio ambiente agradece”, ressalta James Hilton Reeberg, coordenador de Gestão Ambiental do Sebrae-DF.
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Saco de pão vira alternativa sustentável para empresas Criada na Europa, divulgação em sacos de pães, chega à Brasília como forma alternativa aos panfletos
Consciência ambiental é um tema que vem crescendo no mundo todo. Escolas ensinam as crianças os impactos e o mal que a poluição faz ao mundo, protestos acontecem a todo momento pedindo mais sabedoria na hora de manejar os recursos naturais. Por isso, todos os setores da sociedade têm o dever de cuidar e zelar por um futuro menos poluído.
Surgiu na Espanha, em 2005, uma alternativa de mídia para a panfletagem, utilizar os espaços em branco do saco de pão para anunciar. Os brasilienses, Paulo Bassul e Mila Rondon decidiram trazer este produto para a Capital e com isso colaborar na preservação, não apenas do cerrado, como também do planeta. Surgiu então, o projeto “Pão Natureza”, que conta com saco biodegradável e fabricado de forma a ser reciclado devido sua espessura. Além disso pensa nas pessoas informando dicas sustentáveis para uso no dia-a-dia.
A panfletagem é uma forma de divulgar um negócio ou serviço de forma rápida e de fácil circulação, porém depende muito da boa vontade de quem distribui e daquele que o pega, de ler e depois jogar fora em um lugar apropriado. Em Franca, interior de São Paulo, por exemplo, os panfletos só podem ser entregues em caixa de correio, e isso se não houver a negativa do proprietário, já a distribuição em semáforos e no centro da cidade é proibida desde 2010. Já em Ribeirão Preto, também em São Paulo, existe uma Comissão municipal que acompanha o mercado de panfletagem e discute formas de controle já que esse tipo de mídia não para de poluir a cidade.
Dar aos empresários uma alternativa efetiva de divulgação é outro fator que agrega aos ideais de sustentabilidade do “Pão Natureza”. O consumo de pão no DF deve crescer 13% até o final deste ano, só nos últimos 4 anos o consumo cresceu sempre a mais dos 10%, devido ao maior poder de compra da classe média. Este dado dá aos anunciantes a certeza de que além do anúncio dele chegar dentro da casa do consumidor, e poder ser visto por mais de uma pessoa, esse é um produto que cresce ano após ano.
Pensando no carro chefe de seu produto, a sustentabilidade, a “Pão Natureza” dá a oportunidade para as empresas anunciarem informativos institucionais sobre preservação e sustentabilidade e ações sobre uma vida mais saudável, por um investimento mais em conta do que aquela empresa que só queira vender o seu produto. Com ações pequenas e ideias inovadoras, de governo, empresas e cidadãos, que o Brasil irá se tornar um país mais verde.
Nota do Blog: Taí uma boa ação para os empresários de Brasília. Confesso que adoraria ver essa ideia ‘pegar”. Melhor no saco de pão, que no semáforo e no chão.
Mais informações:
Pão Natureza – Publicidade com consciência ecológica
61 4141.3290 www.paonatureza.com
Embaixada da Holanda e Rodas da Paz promovem passeio ciclístico em Brasília pelo Dia Mundial sem Carro
Para celebrar o Dia Mundial sem Carro (22/9), a Embaixada da Holanda e a ONG Rodas da Paz realizam o passeio ciclístico Pelotão Laranja, com ciclistas vestindo camisetas laranja, a cor oficial do País.
O percurso do passeio ciclístico parte da Embaixada do Reino dos Países Baixos (Av. das Nações – Qd. 801 -Lote 05), seguirá pelo Eixo Monumental, onde os ciclistas farão um Pit-stop, na tenda “Ano da Holanda no Brasil” que distribuirá água e presentes, e terminará na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), onde acontecerá em seguida o seminário “Eco-mobilidade: em busca de cidades para as pessoas”, promovido pelo Ministério das Cidades.
A iniciativa pretende aquecer o debate do uso da bicicleta como meio não poluente de transporte e incentivar o uso de formas de locomoção alternativas ao carro, urgente nas grandes cidades. O Distrito Federal possui frota com mais de 1 milhão e 300 mil automóveis e a taxa de ocupação média é muito baixa: cerca de 2,3 ocupantes por carro.
O objetivo da Embaixada é promover o Ano da Holanda no Brasil ajudando as cidades brasileiras na construção de soluções em infraestrutura cicloviária, já que os Países Baixos possuem o reconhecido domínio na fabricação de bicicletas, na engenharia de trânsito e em segurança ciclística e podem contribuir para o debate sobre a expansão do uso da bicicleta nas cidades brasileiras.
Segundo Uirá Lourenço, presidente da Rodas da Paz, a parceria com a Embaixada da Holanda, “traz a cultura ciclista de um país à cena brasileira. É um exemplo de mobilidade saudável e sustentável. Uma lição sobre um modo de vida em que tradicionalmente se priorizou a população e sua qualidade de vida”.
O Distrito Federal é protagonista em questões de trânsito, mas muitas das iniciativas da Semana da Mobilidade estarão acontecendo simultaneamente em outras capitais. O terceiro Desafio Intermodal, por exemplo, conta este ano com a adesão de 17 cidades.
Por aqui, os participantes do Desafio Intermodal sairão do Guará até a Rodoviária do Plano Piloto, no dia 19 – HOJE!, em diferentes meios de locomoção e de transporte. Elas vão de bicicleta, de metrô, caminhando e de automóvel. Depois será feita uma análise técnica do tempo gasto e das vantagens e desvantagens de cada modo de deslocamento, inclusive comparando a performance alcançada com os resultados do ano passado e de 2009.
Com a programação proposta, a ONG Rodas da Paz espera que as autoridades de governo e a população repensem a ocupação e o uso do espaço urbano, percebam a viabilidade do transporte por bicicleta. Além de alertar para a necessidade de uma convivência harmônica e de respeito com quem utiliza a bicicleta.
GDF inaugura obras do Parque da Asa Sul
Para dar início ao cronograma das atividades previstas do programa “Brasília, cidade parque”, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Ibram) do DF lança nesta sexta-feira, 15 de julho, as obras de infraestrutura do Parque de Uso Múltiplo da Asa Sul. Localizado na quadra 614, da L2 Sul, o parque contará com quadras poliesportivas, pistas de caminhada, banheiros e áreas vivenciais para uso da população.
O Parque da Asa Sul será implantado por meio do programa “Brasília, cidade parque”, com a ajuda de recursos privados oriundos de empresas como o Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), os Institutos de Permacultura (Ipoema) e Holística de Brasília, além da verba de Compensações Ambientais previstas para a área.
De acordo com o Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Eduardo Brandão, as obras significam uma melhor qualidade de vida à população do DF. “O “Brasília, cidade parque” irá melhorar potencialmente a qualidade de vida dos moradores, que contarão com áreas de convivência em contato com a natureza além de ajudar na conservação dos recursos naturais”, explicou Brandão.
Segundo o presidente do Ibram, Moacir Bueno, é muito importante ressaltar que as parcerias também irão beneficiar a gestão dos parques, que continuam sob direção do Ibram. “O programa tem caráter participativo. Precisamos que a sociedade nos ajude a cuidar destas áreas, consolidando assim uma cultura sustentável e de preservação”, afirmou o presidente.
Brasília, Cidade Parque
Inspirado nos ideais de Lucio Costa e concebido pelo secretário Eduardo Brandão, o programa visa implantar os 68 parques ecológicos e as 22 unidades de conservação do Distrito Federal, de forma sustentável e com o apoio de instituições públicas e privadas. Para 2011, estão previstas a instalação de outras unidades prioritárias.
O decreto de criação do programa foi assinado pelo governador Agnelo Queiroz no início de junho. No dia 13 de junho, o decreto que estabelece as diretrizes e regras para a participação no programa foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.
O secretário Eduardo Brandão, aponta que o diferencial do projeto será a efetiva utilização das compensações ambientais e florestais na implantação dos parques. “Desde 2007, com a criação do Ibram, estas compensações não estavam sendo devidamente contabilizadas e revertidas para os parques. Estamos revisando todos estes processos para melhor utilizar estes recursos. Os valores de compensação florestal e ambiental somam quase R$ 100 milhões de reais”, reitera Brandão.
Compensações
As Compensações Ambientais e Florestais são mecanismos de retribuição financeira aos impactos sofridos pelo meio ambiente, identificados no processo de licenciamento ambiental no momento da implantação de empreendimentos. Foi instituída pela Lei 9.985, de 18 de julho de 2000, que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), sendo aplicada para empreendedores privados e públicos.
No Distrito Federal, o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibram) é o órgão competente para conceder licença ambiental e, por meio da Câmara de Compensação Ambiental, analisar a necessidade de retribuição de empreendimentos que causem impactos negativos ao meio ambiente. A empresa causadora da degradação deve financiar a implantação e regularização fundiária de unidades de conservação.